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Devaneios de 2019
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- 14. O Rapaz do Gueto de Varsóvia
- 13. Bem te Quero, Mal me Queres
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Devaneios de 2018
- 54. Um Dia em Dezembro
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- 52. Nem um Som
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- 48. O Rapaz à Porta
- 47. O Egomaníaco
- 46. Uma Coisa Absolutamente Incrível
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- 44. Sonhos Proibidos
- 43. Caraval
- 42. O Medo
- 41. A Rainha de Tearling
- 40. Na Boca do Lobo
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- 38. O Adeus a Zöe
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- 36. Monteperdido
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- 28. Uma Duquesa (Im)Perfeita
- 27. Sete Dias para se Apaixonar
- 26. Boneca de Trapos
- 25. Eliza e os seus Monstros
- 24. Uma Flor para Outra Flor
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- 22. O Escândalo de uma Rebelde
- 21. Numa Ilha Deserta
- 20. Traição
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- 17. A Magia de um Abraço
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- 10. Um Desejo Inevitável
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Devaneios de 2017
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- 34. A Química do Amor
- 33. A Duquesa Acidental
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- 29. O Milésimo Andar
- 28. As Pedras Élficas de Shannara
- 27. Perigo, Prazer e Fuga
- 26. Prometes Amar-me?
- 25. As Piores Intenções
- 24. Ninfas - Paixão Mortal
- 23. Sinto a Tua Falta
- 22. Uma Proposta Indecorosa
- 21. A Casa Misteriosa
- 20. Os Pecados de Lord Cameron
- 19. Se Eu Fosse Tua
- 18. A Rapariga de Antes
- 17. O Código da Morte
- 16. O Complexo dos Assassinos
- 15. Sinto a Tua Falta
- 14. A Derradeira Ilusão
- 13. 10 Segredos para ser Seduzida por um Lorde
- 12. O Escultor
- 11. O Casamento Escandaloso de Lady Isabella
- 10. Confissões
- 9. Um Conde Apaixonante
- 8. O Mar Infinito
- 7. A 5ª Vaga
- 6. Uma Noite para se Render
- 5.O Pai
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- 1. Encontrada
Devaneios de 2016
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- 75. Tens Coragem?
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- 72. A Felicidade é um Chá Contigo
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- 60. A Viúva
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domingo, 20 de julho de 2014
Autora: Patricia Cabot
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 360
Editor: Quinta Essência
ISBN: 9789897261343
Sinopse:
Aventureira, franca, Payton Dixon tem dois sonhos na vida: possuir um veleiro e obter o amor do capitão Connor Drake. Mas ambos parecem fora do seu alcance, uma vez que seu o amado capitão está prestes a casar com outra, e pior, o traidor do pai de Payton ofereceu-lhe o barco dela como prenda de casamento.
Decidida a provar que está certa, Payton consegue desencadear um escândalo e causar todos os tipos de problemas. Quanto a Drake, não é capaz de decidir se quer estrangular a rapariga com quem cresceu, ou fazer amor com a bela mulher em que ela se transformou.
Opinião:
Tinha tantas saudades de ler um livro deste género. Sim, é verdade, há poucas semanas andei numa maratona de romances históricos, mas desde essa semana já passou muito tempo e por isso acabei por ter imensas saudades de um romance deste género. E quando finalmente pus as mãos neste livro da autora Patricia Cabot, uma autora que adoro, não resisti a lê-lo todo de uma vez.
Payton sempre fora criada como um rapaz. Filha mais nova de uma família cheia de rapazes, de uma família cujo principal negócio era a navegação, Payton estava habituada a andar entre marinheiros, marinheiros fortes e poderosos, estando entre estes durante por vezes meses, enquanto navegava em alto mar. Uma mulher que não tinha nada de donzela indefesa, nem na maneira de se apresentar, nem na maneira de falar e agir. Apesar de ser uma pessoa livre e feliz, tinha uma paixoneta há diversos anos pelo capitão Coonor Drake, um homem que trabalhava para o seu pai já há diversos anos e que a conhecia desde que era uma criança borbulhenta.
Payton queria a todo o custo ser dona de um dos navios do pai e achava que merecia isso. Mas o seu pai apesar de a adorar sabia que era uma rapariga e estava decidido a casá-la com alguém que a merecesse e não a dar-lhe um navio, algo que seria acertado para homens. Obrigada a vestir-se como uma dama para assistir à festa antes do casamento de Coonor, Payton decide que aquela não é de todo a vida que quer para si, mas a família não lhe facilita as coisas. Esse momento foi também um momento revelador para Coonor que vê pela primeira vez que a criança se tornara uma belíssima mulher, não conseguindo tirar os olhos desta, apesar de estar prestes a casar-se...
Adorei este livro! Uma heroína tão diferente do normal. Forte, determinada e apaixonada como costumam ser as heroínas destes romances, mas também uma grande navegadora, maria rapaz e sem papas algumas na língua, algo muito diferente do normal. Adorei estarmos perante uma grande navegadora, que se veste por norma com roupas de rapaz sendo vista como um dos rapazes e não como uma dama. Apesar de achar que a relação de Coonor com ela poderia ter sido melhor desenvolvida, especialmente a parte dos sentimentos dele por ela, adorei acompanhar as suas aventuras.
Esta é uma mulher que não pára à espera que a salvem, antes pelo contrário, faz frente ao perigo para conseguir salvar quem ama. Adorei a relação de Payton com os irmãos. Estes são sem dúvida uns grandes casmurros que ainda não tinha percebido que estavam perante uma mulher e não uma criança.
Um livro muito bom dentro do género e de que tenho a certeza que irão adorar!
Tinha tantas saudades de ler um livro deste género. Sim, é verdade, há poucas semanas andei numa maratona de romances históricos, mas desde essa semana já passou muito tempo e por isso acabei por ter imensas saudades de um romance deste género. E quando finalmente pus as mãos neste livro da autora Patricia Cabot, uma autora que adoro, não resisti a lê-lo todo de uma vez.
Payton sempre fora criada como um rapaz. Filha mais nova de uma família cheia de rapazes, de uma família cujo principal negócio era a navegação, Payton estava habituada a andar entre marinheiros, marinheiros fortes e poderosos, estando entre estes durante por vezes meses, enquanto navegava em alto mar. Uma mulher que não tinha nada de donzela indefesa, nem na maneira de se apresentar, nem na maneira de falar e agir. Apesar de ser uma pessoa livre e feliz, tinha uma paixoneta há diversos anos pelo capitão Coonor Drake, um homem que trabalhava para o seu pai já há diversos anos e que a conhecia desde que era uma criança borbulhenta.
Payton queria a todo o custo ser dona de um dos navios do pai e achava que merecia isso. Mas o seu pai apesar de a adorar sabia que era uma rapariga e estava decidido a casá-la com alguém que a merecesse e não a dar-lhe um navio, algo que seria acertado para homens. Obrigada a vestir-se como uma dama para assistir à festa antes do casamento de Coonor, Payton decide que aquela não é de todo a vida que quer para si, mas a família não lhe facilita as coisas. Esse momento foi também um momento revelador para Coonor que vê pela primeira vez que a criança se tornara uma belíssima mulher, não conseguindo tirar os olhos desta, apesar de estar prestes a casar-se...
Adorei este livro! Uma heroína tão diferente do normal. Forte, determinada e apaixonada como costumam ser as heroínas destes romances, mas também uma grande navegadora, maria rapaz e sem papas algumas na língua, algo muito diferente do normal. Adorei estarmos perante uma grande navegadora, que se veste por norma com roupas de rapaz sendo vista como um dos rapazes e não como uma dama. Apesar de achar que a relação de Coonor com ela poderia ter sido melhor desenvolvida, especialmente a parte dos sentimentos dele por ela, adorei acompanhar as suas aventuras.
Esta é uma mulher que não pára à espera que a salvem, antes pelo contrário, faz frente ao perigo para conseguir salvar quem ama. Adorei a relação de Payton com os irmãos. Estes são sem dúvida uns grandes casmurros que ainda não tinha percebido que estavam perante uma mulher e não uma criança.
Um livro muito bom dentro do género e de que tenho a certeza que irão adorar!
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Quinta Essência
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devaneios
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Autora: Patricia Cabot
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 416
Editor: Quinta Essência
ISBN: 9789897260476
Sinopse:
Quando a bela Kate Mayhew é contratada como dama de companhia de Isabel, a filha obstinada de Burke Traherne, o marquês vê-se numa situação impossível. Dividido entre saber que ela é exatamente aquilo de que Isabel precisa mas, para ele, a pior tentação possível, encontra-se constantemente perto de alguém que ameaça a sua independência. Conhecido pelo seu autodomínio férreo desde o dia em que apanhou a mulher com um amante, Burke jurou nunca mais arriscar-se a casar.
Ao aceitar a oferta de emprego de Sua Senhoria, a temperamental Kate enfrenta dois perigos: sua atração irresistível por um homem que abdicou do amor, e um encontro com o seu próprio passado escandaloso... que ela não pode manter secreto para sempre.
Opinião:
Antes de avançar com a crítica tenho que dizer... ADORO a capa! Adoro as cores, adoro a imagens, adoro até o tipo de letra. É daquelas capas que me faziam comprar o livro simplesmente pelo aspecto sem olhar sequer para a sinopse.
Burke já não sabe como controlar a sua filha. Esta é incontrolável, tendo herdado o curto controlo tão característico do pai. Um dia em que esta não queria de forma alguma ir a um baile, tendo assustado a sua mais recente dama de companhia, acaba por ser levada ao colo pelo pai para dentro da carruagem. Mas o pior veio a seguir, quando uma jovem mulher o ameaçou com a sombrinha por ele estar a cuidar da própria filha (embora esta jovem mulher não soubesse tal factos no início)!
Quando Burke viu a mão de ferro com que Kate, o nome da jovem mulher, deu uma lição à sua filha por esta não obedecer ao pai, Burke decidiu que aquela tinha que ser a nova dama de companhia da filha! Afinal de conta esta precisava seriamente de alguém que não tivesse receio nem de lhe dar uma boa lição (à filha) nem da reação do seu pai decido aos métodos de ensino.
Mas Kate acaba por despertar no marquês algo mais do que uma relação trabalhador/empregador, o que acaba por desencadear um onda de acontecimentos de que nenhum estava à espera.
Devo dizer que gostei imenso deste romance. E devo grande parte desse fascínio por ele à fantástica personalidade de Kate, uma mulher forte e determinada como há muito não via em romances deste género. Embora não quisesse regressar aos ciclos da nobreza, devido a razões que vamos desvendando ao longo do livro, Kate luta inicialmente contra o problema de ter que acompanhar a filha de Burke aos bailes quando tudo o que menos quer é ser reconhecida. Mas acaba por decidir de forma lógica o melhor para si e para aqueles que dependem de si, pois precisava do dinheiro que o novo emprego lhe iria trazer.
Por outro lado temos a filha de Burke, um autêntico diabo, com uma personagem forte e com opiniões ainda mais forte, que nos faz rir em diversas situações pelo seu sentido de oportunidade e sinceridade demasiado directa. Por fim temos o próprio marquês, um homem viúvo que casara com uma grande amiga, mas infelizmente perdera-a, acabando por criar sozinho uma filha que embora adore, lhe consegue dar "cabo do juízo".
Mas como referi, Kate é a verdadeira alma do livro e foi ela que me fez adorar o que li. Um romance histórico que aconselho a todos os amantes do estilo!
Antes de avançar com a crítica tenho que dizer... ADORO a capa! Adoro as cores, adoro a imagens, adoro até o tipo de letra. É daquelas capas que me faziam comprar o livro simplesmente pelo aspecto sem olhar sequer para a sinopse.
Burke já não sabe como controlar a sua filha. Esta é incontrolável, tendo herdado o curto controlo tão característico do pai. Um dia em que esta não queria de forma alguma ir a um baile, tendo assustado a sua mais recente dama de companhia, acaba por ser levada ao colo pelo pai para dentro da carruagem. Mas o pior veio a seguir, quando uma jovem mulher o ameaçou com a sombrinha por ele estar a cuidar da própria filha (embora esta jovem mulher não soubesse tal factos no início)!
Quando Burke viu a mão de ferro com que Kate, o nome da jovem mulher, deu uma lição à sua filha por esta não obedecer ao pai, Burke decidiu que aquela tinha que ser a nova dama de companhia da filha! Afinal de conta esta precisava seriamente de alguém que não tivesse receio nem de lhe dar uma boa lição (à filha) nem da reação do seu pai decido aos métodos de ensino.
Mas Kate acaba por despertar no marquês algo mais do que uma relação trabalhador/empregador, o que acaba por desencadear um onda de acontecimentos de que nenhum estava à espera.
Devo dizer que gostei imenso deste romance. E devo grande parte desse fascínio por ele à fantástica personalidade de Kate, uma mulher forte e determinada como há muito não via em romances deste género. Embora não quisesse regressar aos ciclos da nobreza, devido a razões que vamos desvendando ao longo do livro, Kate luta inicialmente contra o problema de ter que acompanhar a filha de Burke aos bailes quando tudo o que menos quer é ser reconhecida. Mas acaba por decidir de forma lógica o melhor para si e para aqueles que dependem de si, pois precisava do dinheiro que o novo emprego lhe iria trazer.
Por outro lado temos a filha de Burke, um autêntico diabo, com uma personagem forte e com opiniões ainda mais forte, que nos faz rir em diversas situações pelo seu sentido de oportunidade e sinceridade demasiado directa. Por fim temos o próprio marquês, um homem viúvo que casara com uma grande amiga, mas infelizmente perdera-a, acabando por criar sozinho uma filha que embora adore, lhe consegue dar "cabo do juízo".
Mas como referi, Kate é a verdadeira alma do livro e foi ela que me fez adorar o que li. Um romance histórico que aconselho a todos os amantes do estilo!
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Um Pequeno Escândalo
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domingo, 30 de dezembro de 2012
Autora: Patricia Cabot
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 368
Editor: Livros d'Hoje
ISBN: 9789722049108
Sinopse:
Como nunca houvera uma mulher que não conseguisse encantar, Edward tinha a certeza de que iria conquistá-la. Mas Pegeen MacDougal não era nem velha, nem criança - era muita mulher, com uma língua aguçada, uns olhos verdes de levar ao inferno e uma sensualidade que o deixava doente. Infelizmente, ela desprezava-o, assim como à ostentação da sua classe social e à falta de consideração que mostravam pelos menos afortunados. Mas, pelo bem do seu sobrinho Jeremy, Pegeen concordou que ambos se mudariam para a propriedade de Edward. O risco tornou-se rapidamente aparente. Pois ela sabia que podia resistir ao dinheiro de Edward, ao seu poder, à sua posição... a todo o seu mundo. No entanto, era o seu beijo que prometia ser a sua destruição.
Opinião:
Primeiro pensamento ao ver este livro "versão mais adulta de O Diário da Princesa". O porquê? Simplesmente porque a autora é a mesma, eu gostei da saga dos Diários da Princesa e a sinopse parecia-me uma mistura dessa saga com literatura mais adulta e romance histórico. Além disso, a capa deste livro é absolutamente fantástica, tem algo que me liga a ela e me faz querer pegar-lhe e ficar a admirá-la durante imenso tempo.
O irmão de Lord Edward acaba de falecer e este tem que sucede-lo e tomar conta das propriedades do pai. Mas rapidamente descobre que afinal o seu irmão tem um filho primogénito. Ao tomar conhecimento de tal, e desejando uma vida sossegada, sem o peso de ter que tomar conta de outras pessoas que para si trabalhariam e de tomar conta da fortuna do pai, Edward decide encontrar essa criança, e torná-la o senhor das propriedades do irmão. Embora tenha enviado alguém com esse propósito, acaba por ter que ser ele próprio a ter que arranjar forma de trazer o menino para a propriedade e torná-lo senhor da mesma. Acontece que esta criança havia sido criado por Pegeen MacDougal. Pegeen vive uma vida de pobreza enorme, apenas sobrevivendo devido à ajuda da igreja, vivendo sobre o tecto de uma das suas propriedades. Tendo pouco dinheiro, que serve para o comer e pouco mais, quando descobre que afinal o pequeno traquina que cuidava como seu filho era filho de um dos Lordes mais ricos do país, embora fique admirada decide que o menino vai manter-se com ela, pois eles nunca se haviam preocupado com eles a não ser agora que tinham decidido que o trabalho de governar as terras e aqueles que as habitavam era demais e não o queriam fazer.
Sabendo o encanto que tinha nas mulheres, Edward decide ir ter com esta Pegeen, que na sua cabeça devia ser uma velhota qualquer mal humorada e resmungona, para tentar retirar o seu sobrinho das suas garras. Qual não é o seu espanto ao encontrar uma rapariga na casa do vinte anos, belíssima, inteligente e com muito má opinião sobre a aristocracia. Acabando por convencer o menino, volta para casa, não fosse um pequeno senão... Pegeen ir com eles, pois a criança, tendo sindo praticamente criada por ela, não se queria separar dela por nada deste mundo.
É aí que começa um romance entre Edward e Pegeen. Edward é um homem de trinta anos, cuja mentalidade fechada e infantil irrita Pegeen de morte, fazendo com que esta não aguente a sua língua viperina e esteja sempre a dizer as suas opiniões relativamente a certos assuntos que acha serem injustos. Mantendo sempre a sua posição, mesmo após mudar da sua pequena casa para a mansão de Edward, Pegeen encanta todos os que trabalham na mansão, pois vêem nela uma mulher que sofreu para sobreviver e que embora agora seja "o bem mais poderoso do jovem senhor", continua a ser ela mesma, uma mulher simples, forte e com opiniões muito próprias. Neste livro encontramos mais um romance histórico, em que temos personagens que nos apaixonam e tornam toda a leitura leve e muito agradável. A escrita da autora mantem-se como me lembro dela, fluída, simples e divertida, sendo por vezes até mesmo irónica. As personagens são engraçadas e ver como elas se influenciam uma à outra é ainda mais engraçado!
Uma leitura leve e divertida, óptima para estes dias de frio e chuva!
Primeiro pensamento ao ver este livro "versão mais adulta de O Diário da Princesa". O porquê? Simplesmente porque a autora é a mesma, eu gostei da saga dos Diários da Princesa e a sinopse parecia-me uma mistura dessa saga com literatura mais adulta e romance histórico. Além disso, a capa deste livro é absolutamente fantástica, tem algo que me liga a ela e me faz querer pegar-lhe e ficar a admirá-la durante imenso tempo.
O irmão de Lord Edward acaba de falecer e este tem que sucede-lo e tomar conta das propriedades do pai. Mas rapidamente descobre que afinal o seu irmão tem um filho primogénito. Ao tomar conhecimento de tal, e desejando uma vida sossegada, sem o peso de ter que tomar conta de outras pessoas que para si trabalhariam e de tomar conta da fortuna do pai, Edward decide encontrar essa criança, e torná-la o senhor das propriedades do irmão. Embora tenha enviado alguém com esse propósito, acaba por ter que ser ele próprio a ter que arranjar forma de trazer o menino para a propriedade e torná-lo senhor da mesma. Acontece que esta criança havia sido criado por Pegeen MacDougal. Pegeen vive uma vida de pobreza enorme, apenas sobrevivendo devido à ajuda da igreja, vivendo sobre o tecto de uma das suas propriedades. Tendo pouco dinheiro, que serve para o comer e pouco mais, quando descobre que afinal o pequeno traquina que cuidava como seu filho era filho de um dos Lordes mais ricos do país, embora fique admirada decide que o menino vai manter-se com ela, pois eles nunca se haviam preocupado com eles a não ser agora que tinham decidido que o trabalho de governar as terras e aqueles que as habitavam era demais e não o queriam fazer.
Sabendo o encanto que tinha nas mulheres, Edward decide ir ter com esta Pegeen, que na sua cabeça devia ser uma velhota qualquer mal humorada e resmungona, para tentar retirar o seu sobrinho das suas garras. Qual não é o seu espanto ao encontrar uma rapariga na casa do vinte anos, belíssima, inteligente e com muito má opinião sobre a aristocracia. Acabando por convencer o menino, volta para casa, não fosse um pequeno senão... Pegeen ir com eles, pois a criança, tendo sindo praticamente criada por ela, não se queria separar dela por nada deste mundo.
É aí que começa um romance entre Edward e Pegeen. Edward é um homem de trinta anos, cuja mentalidade fechada e infantil irrita Pegeen de morte, fazendo com que esta não aguente a sua língua viperina e esteja sempre a dizer as suas opiniões relativamente a certos assuntos que acha serem injustos. Mantendo sempre a sua posição, mesmo após mudar da sua pequena casa para a mansão de Edward, Pegeen encanta todos os que trabalham na mansão, pois vêem nela uma mulher que sofreu para sobreviver e que embora agora seja "o bem mais poderoso do jovem senhor", continua a ser ela mesma, uma mulher simples, forte e com opiniões muito próprias. Neste livro encontramos mais um romance histórico, em que temos personagens que nos apaixonam e tornam toda a leitura leve e muito agradável. A escrita da autora mantem-se como me lembro dela, fluída, simples e divertida, sendo por vezes até mesmo irónica. As personagens são engraçadas e ver como elas se influenciam uma à outra é ainda mais engraçado!
Uma leitura leve e divertida, óptima para estes dias de frio e chuva!
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