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domingo, 19 de julho de 2015
E chegou ao fim mais um passatempo!

Quero agradecer imenso à Editorial Planeta pelo apoio e a todos que publicitaram este passatempo nos seus blogs e fóruns.

As respostas são:
1) "A guerra dos primos".
2) A Rainha Branca é a história de uma plebeia de grande beleza.

E a vencedora, escolhida através do site random.org, é:
86 - Ana Catarina Mendonça Passos

Parabéns à vencedora e
boas leituras!
domingo, 5 de julho de 2015


Com o precioso apoio da Planeta Editora vimos oferecer um exemplar do seu livro "A Rainha Branca" de Philippa Gregory.

Se querem ter a oportunidade de ganhar este maravilhoso exemplar é só responder às pequenas e simples questões que se seguem. Todas as respostas podem ser encontradas no blogue ou após uma pequena pesquisa na internet. Boa sorte e boas leituras!!

Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 12 de julho (domingo).
2) Só é válida uma participação por pessoa.
3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será contactado por email e o resultado será anunciado no blogue.
5) O envio do prémio será realizado por mim, via CTT.
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
domingo, 15 de dezembro de 2013
Autora: Philippa Gregory
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 472
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04430-3

Sinopse:
1787. Bristol é uma cidade em franco crescimento, uma cidade onde o poder atrai os que estão dispostos a correr riscos. Josiah Cole, um homem de negócios que se dedica ao comércio de escravos, decide arriscar tudo para fazer parte da comunidade que detém o poder na cidade. No entanto, para isso, Cole vai precisar de capital e de uma esposa bem relacionada que lhe abra as portas necessárias.
Casar com Frances Scott é uma solução conveniente para ambas as partes. Ao trocar as suas relações sociais pela proteção de Cole, Frances descobre que a sua vida e riqueza dependem do comércio respeitável do açúcar, rum e escravos.
Entretanto, Mehuru, um conselheiro do rei de Ioruba, em África, é capturado, vendido e enviado para Bristol, onde será educado nos padrões ocidentais por Frances, por quem, inexoravelmente, se irá apaixonar.


Opinião:
Devo dizer que estava com imensa curiosidade relativamente a este livro. Para além de adorar Philippa Gregory e de devorar todos os seus livros, este pareceu-me um livro diferente do normal para o que leio da autora. Costumo ler os seus livros da época Tudor, por isso este livro, que não se centra nos monarcas mas sim na época comercial e nos comerciantes que a fizeram, criou-me uma grande curiosidade.

Josiah Cole e a irmã são detentores de um grande negócio. Um negócio que nasceu do sangue e suor dos seus pais, pessoas simples que nasceram sem nada e que graças à sua paciência e inteligência conseguiram subir na vida. Património esse que agora é cuidado e aumentado pelos seus dois filhos. Mas os tempos são difíceis para quem não tem nome feito e sendo os irmãos Cole filhos de simples pessoas de campo, terão que arranjar forma de ultrapassar tal obstáculo.

Frances Scott tem nome, um nome muito conhecido e antigo que muito diz naqueles tempos. Mas por vezes um nome não chega para sobreviver e desesperada, sem dinheiro e prestes a perder o tecto onde vive, Frances decide arriscar e fazer uma proposta a Josiah. A sua fortuna pelo seu nome. Um tecto para sobreviver em troca de uma possibilidade de aumentar o seu negócio. Uma proposta que pode ser alcançada através de casamento.

Mas a vida de ambos não poderia ter tomado um caminho mais diferente. Convencidos que finalmente tinham alcançado a felicidade, tudo muda quando Josiah decide confiar demais nos seus novos amigos do Merchant Venturers of Bristol, uma sociedade de mercadores, composta pelos mais ricos e influentes homens de Bristol, o prémio por finalmente ter um grande nome de família. Enquanto  Josiah lida com os problemas da sua vida de mercador, o seu novo negócio, os escravos africanos, são o que atormentam Frances. Tendo como obrigação ensinar estes escravos a ler e a fazer de forma apropriada todas as tarefas domésticas, de forma a que o seu valor de mercado aumente, Frances não consegue deixar de criar um laço com estes. Um laço de confiança, amizade e até mesmo amor.

Este é um livro que debate diversas situações da altura e que deixa uma marca diferente na consciência de cada leitor. Através dos irmãos Scott vemos a influência que os ricos (por vezes nem tão ricos quando isso, mas com nome de família) têm no mundo e descobrimos como o trabalho árduo de outros era por diversas vezes deitado por terra simplesmente por estes não terem o mesmo nome influente que outros. Já através de Frances vemos a crueldade com que eram tratados os escravos. Um episódio que me marcou muito no livro foi quando um dos mercadores ricos diz a Josiah para lhe trazer a melhor escrava feminina que ele tinha, para se divertirem. Josiah faz o que ele lhe manda, afinal de contas o rico não era ele, esse era apenas o seu objectivo de vida. E este traz assim uma das escravas que acaba por ser violada sucessivas vezes por mais que um homem. A forma como é descrito, do ponto de vista de Frances, a esposa que nada pode fazer contra o marido, embora tal acto lhe pense na consciêcia, torna tudo ainda pior. E a forma como a escrava lida com este acontecimento atingiu-me ainda mais que o resto.

Um livro que adorei, muito diferente de tudo o que li da autora mas igualmente fantástico! Aconselho a todos!
terça-feira, 25 de junho de 2013
Autora: Philippa Gregory
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 475
Editor: Livraria Civilização Editora
ISBN: 9789722627702

Sinopse:
Um romance dramático de paixão, política e traição, da autora de Duas Irmãs, Um Rei. Com a sua característica combinação de magnífica narrativa com um contexto histórico autêntico, Philippa Gregory dá vida a esta época de grandes mudanças, numa fascinante história de traição, lealdade, política e paixão.
Maria Stuart, Rainha dos Escoceses, está em prisão domiciliária em casa de Bess de Hardwick, recém-casada com o Conde de Shrewsbury, mas continua a lutar para recuperar o seu reino.
Maria é Rainha da Escócia mas foi forçada a abandonar o seu país e a refugiar-se na Inglaterra, governada pela sua prima Isabel. Nesta época, a Inglaterra é um país com um protestantismo mal alicerçado, pressionado pelo poder da Espanha, da França e de Roma, e a presença de uma carismática governante católica pode ser perigosa. Cecil, o conselheiro-mor da Rainha Isabel, concebe então um plano para que Maria viva enclausurada com a sua cúmplice, Bess de Hardwick. Bess é uma mulher empreendedora, uma sobrevivente perspicaz, recém-casada com o Conde de Shrewsbury (o seu quarto marido). Mas que casamento resiste aos encantos de Maria? Ou à ameaça de rebelião que a acompanha a todo o momento? No seu cativeiro privilegiado, Maria tem de aguardar pelo regresso à Escócia e pelo reencontro com o seu filho. Mas esperar não significa nada fazer!


Opinião:
Eu adoro esta autora. Adoro a forma como consegue escrever e ensinar história de uma forma tão romantizada e leve. De uma forma mágica e encantada. Sem dúvida umas da minhas autoras prediletas no que toca a romance histórico!

Inglaterra é governada por Isabel, filha de Ana Bolena e do Rei Henrique VIII, a conhecida rainha virgem pois nunca casara durante o seu longo reinado (um dos mais logos em Inglaterra). Isabel é uma reconhecida protestante que de imediato, ao subir para o trono, deixa de favorecer tanto as igrejas e começa a pensar no país como um todo e formas de o impulsionar para um futuro melhor. Sendo filha de Ana Bolena, mulher que tinha sido decapitada por ordens do próprio esposo e rei Henrique VIII, Isabel havia sido proclamada  como ilegítima, nunca podendo ascender ao reino e embora tal proclamação já tivesse sido retirada por Henrique VII no seu leito de morte, havia no reino quem pensasse noutra pessoa que seria melhor para o papel.

Maria Stuart, ou Maria, rainha dos escoceses, tinha uma tripla herança. Sendo rainha da Escócia pelo lado do pai, havia casado com um rei francês e tinha ainda sangue da realeza inglesa, também do lado do pai, que era filho de Margaret Tudor, uma das filhas de Henrique VII. Tendo crescido no meio da beleza e imponência da corte francesa, Maria era uma rapariga belíssima, considerada por muito a mais pela do mundo, para além de usar essa sua beleza para conseguir tudo o que queria dos homens e até mesmo das mulheres que a consideravam uma pessoa muito delicada. Embora com uma saúde fraca, quando necessitava de realizar tarefas que para muitos era impossível, uma força que parecia divina apoderava-se dela, chegando a descer de torres com a ajuda de uma simples corta e a cavalgar dias e noites mesmo em gravidez avançada, desde que tal significasse a sua ascendência ao trono e liberdade. Maria, ao contrário da  sua prima e Isabel não era protestante, era uma católica ferrenha.

Maria tinha um grande amor ao poder, e uma visão de si própria que ultrapassava a dividade. Embora já não governasse o reino francês pois o seu marido morrera, não governasse a Escócia pois havia sido traída pelo meio-irmão que a odiava e pelos lordes que o acompanharam e também não governando Inglaterra, que agora era da sua prima, Maria queria a todo o custo recuperar um destes reinos e para isso fez inúmeras tentativas de guerra entre países. Sendo considerada demasiado perigosa acabou por ser presa em prisão domiciliária, um suposto "retiro pacífico" até Isabel, sua prima, arranjar-lhe forma de ela reaver a Escócia. Mas Maria quer as coisas feitas à sua maneira e odeia esperar. E dessa forma decide levar a cabo os seus próprios planos para destronar Isabel, pois acha que esta faz de propósito para demorar tanto tempo a colocá-la no trono da Escócia.

Inicialmente, ao ler o livro, tenho que afirmar que por muito mal que as personagens fizessem eu nunca conseguia antipatizar com elas. Acabava por sentir sim, pena do que ultrapassavam, e acaba por compreender porque faziam determinada ações. Só que à medida que fui avançado na leitura tais sentimentos acabaram por mudar, especialmente em relação a Maria. Maria Stuart é uma personagem mimada, que tendo sido tratada como uma rainha durante toda a sua vida, quando destronada do trono, continua a tratar todos como lixo, como seres inferiores a ela, atirando sorrisos e falsas promessas a todos. Jura que a sua palavra é cumprida, mas acaba por afirmar que nem sempre é assim, mas que naqueles tempos a sua palavra é a única coisa que tem à venda. É dona de uma beleza angelical e com ela destrói famílias, ao pronunciar-se ao sexo masculino. Entre essas famílias destruídas temos aquela que foi responsável por cuidar dela durante o seu cativeiro, Bess de Hardwick e o Conde de Shrewsbury, um dos poucos homens no reino para quem a honra vale mais do que o dinheiro. Maria acaba por se demostrar uma pessoa falsa, que fará tudo e trairá todos para subir ao trono, não querendo saber quantas vidas são perdidas pelo caminho.

Uma personagem que adorei no livro foi Bess de Hardwick. Enquanto que Maria é má pessoa, mas esconde-se por trás de uma máscara, que eu acredito que ela própria ache real, Bess é uma pessoa autêntica, que tem noção das suas falhas como pessoa, sendo uma delas o grande amor que tem às suas propriedades. Bess é das poucas pessoas da nobreza que conseguiu ascender do nada. Estando já no seu quarto casamento, todos os homens com quem casou adoravam-na, acabando por lhe deixar tudo o que era seu. Um desses maridos ensinou-a a fazer a contabilidade das suas casas, acabando graças a tal conhecimento por conseguir fazer render imenso dinheiro das suas propriedades, sabendo quando se gastava e quando era gasto. Sabendo quando ovelhas tinham e o preço da sua pelagem, quantas plantações tinham e quando é que estas davam fruto e quanto valeria esse fruto. Uma pessoa determinada que fez por ascender na vida e não nasceu já num berço de ouro.

Outra luta constante que aparecia neste livro era a da religião. Isabel era protestante, não compreendendo as regalias que os membros do clero tinham. Já Maria era uma cristã devota, acreditando que a palavra de Deus era tudo. Esta luta entre ambas acaba por ultrapassar em muito a simples luta pelo poder, sendo uma luta entre religiões e adorei ver essas duas mentalidades em luta.

Um livro muito bem conseguido da autora, que só tive pena de não ter qualquer tipo de romance sério, como muitos dos livros desta autora têm. Mas isso não me impediu de desfrutar este livro a sério e de o adorar! Um livro e uma autora que recomendo a todos sem reservas!
domingo, 5 de maio de 2013
Autora: Philippa Gregory
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 496
Editor: Civilização Editora
ISBN: 9789722635196

Sinopse:
"Perdi o meu pai numa batalha, a minha irmã às mãos de uma espia de Isabel Woodville, o meu cunhado às mãos do seu carrasco e o meu sobrinho às mãos de um seu envenenador, e agora o meu filho foi vítima da sua maldição…"
A apaixonante e trágica história de Ana Neville e da sua irmã Isabel, filhas do Conde de Warwick, o nobre mais poderoso da Inglaterra durante a Guerra dos Primos. Na falta de um filho e herdeiro, Warwick usa cruelmente as duas jovens como peões, mas elas desempenham os seus papéis de forma previdente e poderosa.
No cenário da corte de Eduardo IV e da sua bela rainha Isabel Woodville, Ana é uma criança encantadora que cresce no seio da família de Ricardo, Duque de Iorque, transformando-se numa jovem cada vez mais corajosa e desesperada quando é atacada pelos inimigos do seu pai, quando o cerco em seu redor se aperta e quando não tem ninguém a quem possa recorrer, a quem possa confiar a sua vida.


Opinião:
Adoro esta autora, não é nenhum segredo. Sempre gostei da sua escrita e dos livros sobre a dinastia Tudor, através dos quais a conheci. Este é o quarto volume de uma das suas sagas mais recentes, a saga da guerra dos primos, onde conhecemos a história antes da dinastia Tudor.

Neste momento o reino é governado por Eduardo IV, irmão mais velho de um conjunto de três irmãos e casado com Isabel Woodville, uma plebeia que chegou a rainha devido à sua beleza, esperteza e amor pelo recente rei. Tendo destronado o antigo rei, que estava a fazer praticamente tudo o que a rainha queria, por muito incorrecto que fosse, Eduardo é amado por muitos, mas a história está a repetir-se e Isabel começa a distribuir as terras do reino por aqueles que são da sua família, segredando ao ouvido do rei e ignorando todos os outros que ajudam o reino a prevalecer.

Ana e Isabel pertencem à família Neville, a família mais rica do reino, mais rica do que a família real. O pai destas é conhecido como "o fazedor de reis", tendo sido ele a colocar Eduardo no trono, tal como o rei antes deste e querendo agora colocar outro rei, pois Eduardo já não lhe serve os seus propósitos, ouvido os conselhos da rainha e não os seus. Levado pelo fascínio do poder, o fazedor de reis usa as suas filhas como peões num jogo perigoso, enquanto decide ir contra o rei, para lhe usurpar o trono, chamando bruxa à rainha e afirmando que esta está a levar o rei a fazer tudo o que não deveria fazer.

Mas as coisas não são nada fáceis e a ambição vai levar a família Neville a destruir-se lentamente, tudo para subir no trono. Até onde poderá a ambição e a vingança levar uma pessoa?

Sem dúvida alguma que ambição e vingança são as palavras chave deste livro. Neste livro temos um jogo de peões, sendo todos, tal como Ana Neville diz mais no final do livro, fazedores de reis. Mal vêem que poderá haver uma "vaga" no trono há de imediato uma luta de interesses em que inúmeros dos grandes senhores tentam colocar no trono a pessoa que mais lhe interessa para a sua própria causa. Este livro acaba por rodar muito em volta de Isabel Woodville, que conhecemos em livros anteriores, especialmente no "A Rainha Branca", onde esta acabou por encantar Eduardo, casando com ele em segredo e tornando-se rainha.

Este livro é como que um novo ponto de vista do que se passava no reino naquela altura. Nos livros anteriores aprendemos a amar Isabel Woodville, mas neste livro aprendemos a odiá-la durante praticamente todo o livro, mas no final perdoamo-la. Acabamos por ver que nesta guerra todos são inocentes mas ao mesmo tempo culpados pois ao ler do ponto de vista da pessoa que faz a acção muitas vezes parece-nos o correcto a fazer, mas quando lemos do ponto de vista de outra personagem percebemos que tal acção deve demasiadas repercussões negativas que poderiam ter sido evitadas.

Anna Neville é-nos desde o início apresentada como uma marioneta do pai. Uma marioneta que tem uma irmã calculista mas que a adora, embora chegue por vezes a passar por cima dela para ter o que quer, mas é aqui que a coisa fica estranha pois vemos que por muito que lhe passe por cima, acaba sempre, mas sempre por a adorar. Anna é também uma rapariga esperta e que embora a beleza não seja algo que a favoreça muito, a sua inteligência e simpatia, acabam por a juntar a um familiar da família real, por quem ela se apaixonara realmente.

Mas lembram-se de vos ter falada da ambição existente neste livro? É de tal maneira que após mortes de todos os parentes e mais alguns que lhe eram próximos e após sofrer imenso, a primeira coisa que Anna pensa quando está prestes a ser rainha é "consegui pai, consegui ser rainha!", mas de uma forma feliz. Acaba por ser um livro com uma personagem muito contraditório que tanto quer ser rainha, como se lembra que aquilo a faz sofrer pois morreram inúmeras pessoas em seu redor, mas de novo lembra-se que aquele sempre tinha sido o objectivo do pai que tanto gostava, mesmo tendo este colocado-a quase à beira da morte. Mas esta luta interior da personagem e a nossa própria luta para a perceber tornam o livro muito mais rico e dá-nos ainda mais vontade de ler esta história e de descobrir o seu verdadeiro eu. Além disso esta luta torna-a mais humana e real o que é algo que adoro nos livros desta autora.

Sem dúvida um livro a não perder e quero ler o próximo, intitulado de "A Princesa Branca" onde iremos saber mais sobre a filha de Isabel Woodville, conhecida como a rainha branca.

Pequeno aparte: esta saga está a ser adaptada para série, pela BBC e em princípio estreia em Agosto no estrangeiro! Uma série que vou sem dúvida assistir!
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
E chegou ao fim mais um passatempo!

Quero agradecer imenso à Civilização Editora pelo apoio e a todos que publicitaram este passatempo nos seus blogs e fóruns.

As respostas são:
1) Isolde está presa num convento para impedir que reclame a sua enorme herança.
2) A Ordem das Trevas.
3) A Rainha Vermelha (por exemplo).

E o vencedor, escolhido através do site random.org, é:
111 - Helena Isabel Guerreiro Muralha Bracieira

Parabéns ao vencedor! Espero que goste deste livrinho ;)
domingo, 9 de dezembro de 2012

Com o precioso apoio da Civilização Editora vimos oferecer um exemplar do livro "Predestinado" de Philippa Gregory.

Se querem ter a oportunidade de ganhar este maravilhoso exemplar é só responder às pequenas e simples questões que se seguem. Todas as respostas podem ser encontradas no site da editora. Boa sorte e boas leituras!!

Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 15 de Dezembro (sábado).
2) Só é válida uma participação por pessoa e residência.
3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será contactado por email e o resultado será anunciado no blogue.
5) O envio do prémio será realizado pela editora, via CTT.
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.

sábado, 14 de julho de 2012
Autora: Philippa Gregory
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 568
Editor: Civilização Editora
ISBN: 9789722630115

Sinopse:
Jacquetta é casada com o Duque de Bedford, regente inglês da França, que lhe dá a conhecer um mundo misterioso de conhecimento e de alquimia. O único amigo de Jacquetta é o escudeiro do duque, Ricardo Woodville, que está a seu lado quando a morte do duque faz dela uma viúva jovem e rica. Os dois tornam-se amantes e casam em segredo, regressando à Inglaterra para servir na corte do jovem monarca Henrique VI, onde Jacquetta vem a ser uma amiga próxima e leal da sua nova rainha. 
Depressa os Woodville conquistam uma posição no núcleo da corte de Lencastre, apesar de Jacquetta pressentir a crescente ameaça vinda do povo da Inglaterra e o perigo de rivais pretendentes ao trono. Mas nem a coragem e a lealdade dos Woodville bastam para manter no trono a Casa de Lencastre. Jacquetta luta pelo seu rei, pela sua rainha e pela sua filha Isabel, para quem prevê um futuro extraordinário e surpreendente: uma mudança de destino, o trono da Inglaterra e a rosa branca de Iorque.


Opinião:
Eu adoro romances históricos e esta deve ser uma das minhas autoras favoritas do género. Neste último volume da trilogia da famosa guerra entre primos, somos remetidos para o primeiro volume da trilogia e acho que posso arriscar-me a dizer que era um livro que merecia ser o primeiro e não o último da trilogia. 

Jacquetta possui o dom da visão que assombra as mulheres da sua família há décadas. De uma beleza e pureza sem igual, atrai a visão do Duque de Bedford, um estudioso que ama a alquimia e que tem grandes planos de como a iria usar no futuro. É aí que conhece Ricardo Woodville, o escudeiro do rei e amigo de Jacquetta. A única pessoa que a apoia verdadeiramente e que a tenta ajudar sempre que consegue.

Após o duque falecer, Ricardo declara o seu amor a Jacquetta e é aí que descobre que este é correspondido. Mas tal amor faz com que Jacquetta perca o seu lugar na alta hierarquia da classe a que pertence, acabando por se tornar a esposa de um simples servidor da corte, mas visto ser uma mulher tão bela e com umas maneiras tão exemplares acaba por conseguir mesmo assim criar uma fama que a precede e por se tornar a confidente de uma rainha que afunda o reino num estado de pânico, pobreza e guerra nunca vistos!

Um livro que nos mostra uma mulher forte que perdeu muito por amor, mas ganhou outro tanto. Uma mulher que viu a sua filha ascender de uma forma que nunca esperava através da beleza e inteligência. Uma mulher que tentou manter-se fiel à causa que defendia, até compreender que a rainha que apoiava era um adultera e iria fazer tudo o que estava ao alcance das suas mãos para colocar o filho (possivelmente fruto de uma relação ilícita) no trono, até mesmo praticamente destruir o reino.

Este é o livro que tem mais momentos de guerra, mostra os momentos mais difíceis da guerra entre primos e acho que seria um livro que se lia melhor se fosse o primeiro pois o final remete-nos para o primeiro livro desta trilogia, embora tal não me tenha impedido de o ler com muita vontade. Deve ter sido o livro que mais gostei de toda a trilogia! 
sábado, 21 de maio de 2011
Autora: Philippa Gregory
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 408
Editor: Livraria Civilização Editora
ISBN: 9789722630139

Sinopse:
Herdeira da rosa vermelha de Lancaster, Margarida vê as suas ambições frustradas quando descobre que a mãe a quer enviar para um casamento sem amor no País de Gales. Casada com um homem que tem o dobro da sua idade, depressa enviúva, sendo mãe aos catorze anos. Margarida está determinada em fazer com que o seu filho suba ao trono da Inglaterra, sem olhar aos problemas que isso lhe possa trazer, a si, à Inglaterra e ao jovem rapaz. Ignorando herdeiros rivais e o poder desmedido da dinastia de York, dá ao filho o nome Henrique, como o rei, envia-o para o exílio, e propõe o seu casamento com a filha da sua inimiga, Isabel de York.
Acompanhando as alterações das correntes políticas, Margarida traça o seu próprio caminho com outro casamento sem amor, com alianças traiçoeiras e planos secretos. Viúva pela segunda vez, Margarida casa com o impiedoso e desleal Lorde Stanley. Acreditando que ele a vai apoiar, torna-se o cérebro de uma das maiores revoltas da época, sabendo sempre que o filho, já crescido, recrutou um exército e espera agora pela oportunidade de conquistar o prémio maior.


Opinião:
Embora eu esteja num curso de ciências sempre gostei de história e uma das minhas épocas favoritas é a da dinastia Tudor. Adoro as histórias entre eles, as relações na corte, as traições, os esquemas. E imaginar que aquilo pode ter acontecido é fantástico! E nesse campo esta é uma das minhas autoras favoritas.

Philippa Gregory tem uma escrita que sempre me fascinou, conseguindo retratar em todos os seus romances históricos as personagens de uma maneira única, como se as tivessemos realmente conhecido, fazendo-nos pensar como elas, sentir o que elas sentem e por muito mal que elas façam percebemos o porquê e chegamos até a ter pena delas, compreendendo-as...

Foi isto que eu senti ao ler o segundo livro da trilogia "Guerra entre Primos", também conhecida como a Guerra das Rosas, a guerra pelo trono de Inglaterra, entre duas grandes famílias, a York e a Lencastre. Margarida sempre se tinha sentido feliz por mesmo muito nova ter já joelhos de santa por rezar tanto, tendo o sonho de ir para um convento e tornar-se uma mulher religiosa. Mas nem sempre podemos ter o que queremos, especialmente quando somos de uma família poderosa em que os laços de sangue são tudo. Mas esse sonho foi destruído aos 12 anos, quando foi enviada para Gales para casar. Mãe aos 14 anos, viúva com a mesma idade, Margarida era uma mulher muitíssimo religiosa e decidida a que a sua família reinasse na coroa de Inglaterra, sonho que desde cedo (mal percebeu que não iria para um convento) a orientou e guiou, tendo todas as suas acções, por muito duras ou mesmo cruéis sido sempre com um único propósito... Pôr os Lencastre no trono!

Como referi anteriormente, gostei deste livro. Gostei das personagens e do pequeno desenvolvimento que também houve relativamente à personagem do livro anterior. Outra coisa que achei muito curiosa e que foi praticamente o meu pensamento escrito no livro, foi uma pequena discussão que Margarida teve com uma das personagens do livro, em que esta lhe diz que ela apenas usa o facto de ser religiosa como desculpa para todo o mal que faz apenas para conseguir chegar ao trono e não devido a um chamamento sagrado.

Um livro que estava com medo de ler devido a algumas críticas mas que gostei e que recomendo aos fãs da autora. Sim, há melhores, mas este não é nada mau!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
E chegou ao fim mais um passatempo!


Quero agradecer imenso à Editora Civilização pelo apoio e a todos que publicitaram este passatempo nos seus blogs e fóruns.

As respostas são:
1) Herdeira da rosa vermelha de Lencastre.
2) Aos catorze anos.
3) "A Rainha Branca".


E o vencedor, escolhido através do site randon.org, é:

45 - Bruno Manuel Ribeiro Braumann

Parabéns ao vencedor! Irá receber dentro de pouco tempo um email! De certeza que vai gostar de ler o livrinho e depois envia a tua opinião! ;)
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Com o precioso apoio da Civilização Editora vimos oferecer um exemplar do livro "A Rainha Vermelha" de Philippa Gregory.

Se querem ter a oportunidade de ganhar este exemplar é só responder às pequenas (e fáceis) questões que se seguem. Todas as respostas podem ser encontradas neste blog e/ou no site da Editora. Boa sorte e boas leituras!!

Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 15 de Fevereiro (terça).
2) Só é válida uma participação por pessoa e residência.
3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será contactado por email e o resultado será anunciado no blogue.
5) O envio do prémio será realizado pela editora, via CTT.
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.