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"Mas por outro lado, isto não é mentir. É agir de forma verdadeira em circunstâncias imaginárias." - Acredita em Mim de JP Delaney
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quarta-feira, 3 de julho de 2013
À atenção dos fãs da série Downton Abbey
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E se os protagonistas de "Orgulho e Preconceito" fossem suspeitos de um homicídio?
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terça-feira, 2 de julho de 2013
Emoções Proibidas
Autora: Jess Michaels
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 256
Editor: Quinta Essência
ISBN: 9789897260674
Sinopse:
Durante vários verões Miranda Albright viu - horrorizada, mas vergonhosamente excitada - o seu perverso vizinho Ethan Hamon, o notório conde de Rothschild, «entreter» uma sucessão de amantes nos terrenos da sua propriedade. Agora que o pai dela morreu, deixando para trás uma montanha de dívidas, Miranda deve fazer o impensável. Ethan prometeu apoiar as suas irmãs mais novas, financeira e socialmente, por um preço escandalosamente caro: Miranda deve oferecer-se completamente ao conde durante três meses, sem remorsos e sem restrições.
Noventa dias e noites de sensualidade desenfreada esperam-na nos braços de um galã que vê a sua submissão como nada mais do que um grande jogo erótico. Porém, nem Miranda nem Ethan percebem que fogo arde por detrás de um rubor inocente. E assim que a paixão dela é desencadeada pelos lábios e pelo toque de Ethan, é a aluna que vai ensinar ao professor os caminhos do prazer proibido... e do amor.
Opinião:
Já li outros dois livros desta autora, "Tabu" e "Força de Desejo", por isso não sabia bem o que esperar deste livro, pois destes dois anteriores um adorei e outro odiei. Mas a verdade é que acabei por considerar este o melhor livros dos três. Embora continue a ter os ingredientes normais sexuais da autora, as personagens são mais aprofundadas e a história é mais completa que nos outros dois livros.
Miranda Albright pertence a uma família abastada, ou pelo menos pertencia, até o seu pai morrer e ela tomar conta das contas de família, apercebendo-se que o pai as deixara sem dinheiro algum e com poucas ou nenhumas propriedades, pois estas serviriam para pagar as dívidas. Desesperada e sem saber o que poderá fazer, Miranda tem a ideia de pedir ao vizinho Ethan que apresente a sua irmã mais nova, Penelope, à sociedade. Daquela forma a irmã seria apresentada de forma respeitável e arranjar talvez um marido que pudesse ajudar a família nos seus problemas financeiros.
Mas desde o início o conde não está disposto a dar tal benção de livre vontade, acabando Miranda por oferecer o seu corpo como moeda de troca, algo que o conde aceita de imediato, não tivesse ficado curioso com a força de vontade daquela estranha mulher, que o encarava de frente sem medo das suas reações. Mas o espírito daquela mulher persegue-o e encanta-o. Tal como o espírito forte do conde persegue e encanta Miranda. É assim que estas duas personagens se acabam por envolver para além do acordo que havia entre ambos...
Muito sinceramente estava com algum receio deste livro, pois o anterior que li nada autora não me marcou pela positiva, por isso estava um tudo ou nada receosa que não fosse gostar do que iria ler. Mas acontece que me enganei totalmente, sendo este, dos três livros que li da autora, o que mais gostei. É um livro que aprofunda mais as personagens não sendo tanto de meros encontros sexuais entre os personagens, acabando estes por desenvolver mesmo uma verdadeira relação.
Admito que acabei por encontrar alguns pontos no livro que me fizeram confusão, nomeadamente o ódio que Penelope sente pela irmã ao descobrir o acordo que esta fez com o conde. Um ódio que achei mal dirigido e cuja "vingança" foi uma verdadeira atitude de criança, decidindo Penelope que acabaria por casar com um homem que estava, praticamente, prestes a morrer. Claro que ela pode sentir como que desilusão pela atitude da irmã, mas daí à ação dela, achei algo injustificável. Mas apesar disso tal ação demonstrou a maneira de ser das irmãs e a força que as unia, o que acabou por ser algo positivo no livro.
Ethan foi uma personagem que me chamou imenso a atenção, embora por vezes me irritasse com o constante "ai o meu pai andou com tudo o que tinha saia por isso eu não vou casar senão farei no mesmo, o sangue fala mais alto". Estes nobres dos livros têm com cada ideia estranha. Mas apesar de tudo foi essa noção de Ethan que criou grande parte deste livro, por isso acabou por se demonstrar um mal necessário.
Dos livros que li da autora este foi o melhor até à data e sem dúvida que irei ler os próximo da autora publicados cá por Portugal!
Já li outros dois livros desta autora, "Tabu" e "Força de Desejo", por isso não sabia bem o que esperar deste livro, pois destes dois anteriores um adorei e outro odiei. Mas a verdade é que acabei por considerar este o melhor livros dos três. Embora continue a ter os ingredientes normais sexuais da autora, as personagens são mais aprofundadas e a história é mais completa que nos outros dois livros.
Miranda Albright pertence a uma família abastada, ou pelo menos pertencia, até o seu pai morrer e ela tomar conta das contas de família, apercebendo-se que o pai as deixara sem dinheiro algum e com poucas ou nenhumas propriedades, pois estas serviriam para pagar as dívidas. Desesperada e sem saber o que poderá fazer, Miranda tem a ideia de pedir ao vizinho Ethan que apresente a sua irmã mais nova, Penelope, à sociedade. Daquela forma a irmã seria apresentada de forma respeitável e arranjar talvez um marido que pudesse ajudar a família nos seus problemas financeiros.
Mas desde o início o conde não está disposto a dar tal benção de livre vontade, acabando Miranda por oferecer o seu corpo como moeda de troca, algo que o conde aceita de imediato, não tivesse ficado curioso com a força de vontade daquela estranha mulher, que o encarava de frente sem medo das suas reações. Mas o espírito daquela mulher persegue-o e encanta-o. Tal como o espírito forte do conde persegue e encanta Miranda. É assim que estas duas personagens se acabam por envolver para além do acordo que havia entre ambos...
Muito sinceramente estava com algum receio deste livro, pois o anterior que li nada autora não me marcou pela positiva, por isso estava um tudo ou nada receosa que não fosse gostar do que iria ler. Mas acontece que me enganei totalmente, sendo este, dos três livros que li da autora, o que mais gostei. É um livro que aprofunda mais as personagens não sendo tanto de meros encontros sexuais entre os personagens, acabando estes por desenvolver mesmo uma verdadeira relação.
Admito que acabei por encontrar alguns pontos no livro que me fizeram confusão, nomeadamente o ódio que Penelope sente pela irmã ao descobrir o acordo que esta fez com o conde. Um ódio que achei mal dirigido e cuja "vingança" foi uma verdadeira atitude de criança, decidindo Penelope que acabaria por casar com um homem que estava, praticamente, prestes a morrer. Claro que ela pode sentir como que desilusão pela atitude da irmã, mas daí à ação dela, achei algo injustificável. Mas apesar disso tal ação demonstrou a maneira de ser das irmãs e a força que as unia, o que acabou por ser algo positivo no livro.
Ethan foi uma personagem que me chamou imenso a atenção, embora por vezes me irritasse com o constante "ai o meu pai andou com tudo o que tinha saia por isso eu não vou casar senão farei no mesmo, o sangue fala mais alto". Estes nobres dos livros têm com cada ideia estranha. Mas apesar de tudo foi essa noção de Ethan que criou grande parte deste livro, por isso acabou por se demonstrar um mal necessário.
Dos livros que li da autora este foi o melhor até à data e sem dúvida que irei ler os próximo da autora publicados cá por Portugal!
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Jess Michaels,
Quinta Essência
segunda-feira, 1 de julho de 2013
O Tempo entre Nós
Autora: Tamara Ireland Stone
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 320
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789892323190
Sinopse:
Anna é uma jovem de 16 anos em 1995, ferozmente determinada a assegurar uma bolsa de estudo de desporto, para poder sair da sua cidade pacata e enfadonha e finalmente viajar pelo mundo. Bennett tem 17 anos em 2012, vive em São Francisco e tenta controlar a sua capacidade de viajar pelo tempo - um dom incrível mas também uma maldição imprevisível, que constantemente ameaça separá-lo das pessoas que ama.
Quando um pequeno erro de cálculo coloca em perigo a sua irmã Brooke, Bennett dá por si a três mil e duzentos quilómetros e dezassete anos de distância - no mundo de Anna. Enquanto procura por Brooke, Bennett é atraído de modo estranho e inevitável para Anna, mas, por mais desesperado que Bennett esteja para ficar com Anna, a sua incontrolável situação irá inevitavelmente mandá-lo de volta ao lugar a que pertence - e Anna ficará sozinha, presa no tempo que os separa.
Opinião:
Tinha ouvido falar tanto deste livro. Mas tentei manter-me afastada dele o máximo possível por duas razões, porque para além de não querer ser influenciada por outras opiniões, criando assim um livro perfeito na minha mente, a premissa fazia-me lembrar um tanto ou quanto de "A Mulher do Viajante do Tempo".
Anna adora correr e tem jeito para isso. É rápida e é um desporto que lhe liberta a mente dos problemas do dia a dia. Num dia como qualquer outro, quando está a correr no circuito da escola, vê um rapaz estranho a olhar para ela de uma forma muito perturbante. E as coisas ficam ainda mais estranhas quando Anna descobre que esse rapaz é um novo aluno na sua escola. Um aluno que jura a pés juntos que nunca estivera no circuito a olhar para ela a correr.
Bennett rapidamente fica o rapaz mais popular da classe. Bonito, simpático e inteligente, Bennett e Anna começam a criar uma ligação muito forte, que acaba por ficar em perigo quando Bennett revela a verdade sobre si mesmo, que consegue viajar no tempo e que se encontra ali porque, literalmente, perdeu a sua irmã durante uma viagem no tempo. Mas afinal como poderão estas duas personagens ter uma relação se estão separados por vários anos? Se quando Anna já é uma adolescente Bennett está a nascer?
Surpreendi-me muito com este livro. É um romance adolescente, um género de livro virado essencialmente para uma faixa etária não muito elevada, mas mesmo assim acho que é um livro que deliciará qualquer um. Porquê? Porque é um livro ternurento, que tem em si a receita da juventude e daquele grande primeiro amor e do que somos capazes de fazer para o manter e fazer crescer. Tanto Bennett como Anna são suficientemente desenvolvidos neste livro. Compreendemos a sua vida, os seus motivos, a sua maneira de ser.
Apesar deste livro ser escrito do ponto de vista de Anna, devo dizer que me liguei mais a Bennett, uma pessoa que deste muito novo carrega um grande fardo, o facto de viajar no tempo, algo que sempre o tornou um estranho onde vive e um renegado para a sua mãe, que considera que esse poder é uma maldição e algo que poderia ser curado com a medicina moderna. O oposto total do pai, que quer que ele se torne uma especie de super homem e salve tudo e todos viajando no tempo. Mas Bennett sabe que ao alterar algo no passado o presente pode ser ainda pior. Como prova disso tem o desaparecimento da sua própria irmã. Desaparecimento esse que ocorreu durante uma viagem no tempo, que o deixou deveras abalado, pois apesar de tudo a culpa acaba por ser sua. É a partir de todas estas informações que nos ligamos profundamente a Bennett, à sua maneira de ser e de ver as coisas, acabando inclusive por ter pena dele.
Anna acaba por me surpreender no final, ao ser livre, embora tal esteja relacionado em parte com o que ela julga que essa liberdade lhe acabara por dar.
Um livro que gostei e que recomendo aos mais românticos.
Tinha ouvido falar tanto deste livro. Mas tentei manter-me afastada dele o máximo possível por duas razões, porque para além de não querer ser influenciada por outras opiniões, criando assim um livro perfeito na minha mente, a premissa fazia-me lembrar um tanto ou quanto de "A Mulher do Viajante do Tempo".
Anna adora correr e tem jeito para isso. É rápida e é um desporto que lhe liberta a mente dos problemas do dia a dia. Num dia como qualquer outro, quando está a correr no circuito da escola, vê um rapaz estranho a olhar para ela de uma forma muito perturbante. E as coisas ficam ainda mais estranhas quando Anna descobre que esse rapaz é um novo aluno na sua escola. Um aluno que jura a pés juntos que nunca estivera no circuito a olhar para ela a correr.
Bennett rapidamente fica o rapaz mais popular da classe. Bonito, simpático e inteligente, Bennett e Anna começam a criar uma ligação muito forte, que acaba por ficar em perigo quando Bennett revela a verdade sobre si mesmo, que consegue viajar no tempo e que se encontra ali porque, literalmente, perdeu a sua irmã durante uma viagem no tempo. Mas afinal como poderão estas duas personagens ter uma relação se estão separados por vários anos? Se quando Anna já é uma adolescente Bennett está a nascer?
Surpreendi-me muito com este livro. É um romance adolescente, um género de livro virado essencialmente para uma faixa etária não muito elevada, mas mesmo assim acho que é um livro que deliciará qualquer um. Porquê? Porque é um livro ternurento, que tem em si a receita da juventude e daquele grande primeiro amor e do que somos capazes de fazer para o manter e fazer crescer. Tanto Bennett como Anna são suficientemente desenvolvidos neste livro. Compreendemos a sua vida, os seus motivos, a sua maneira de ser.
Apesar deste livro ser escrito do ponto de vista de Anna, devo dizer que me liguei mais a Bennett, uma pessoa que deste muito novo carrega um grande fardo, o facto de viajar no tempo, algo que sempre o tornou um estranho onde vive e um renegado para a sua mãe, que considera que esse poder é uma maldição e algo que poderia ser curado com a medicina moderna. O oposto total do pai, que quer que ele se torne uma especie de super homem e salve tudo e todos viajando no tempo. Mas Bennett sabe que ao alterar algo no passado o presente pode ser ainda pior. Como prova disso tem o desaparecimento da sua própria irmã. Desaparecimento esse que ocorreu durante uma viagem no tempo, que o deixou deveras abalado, pois apesar de tudo a culpa acaba por ser sua. É a partir de todas estas informações que nos ligamos profundamente a Bennett, à sua maneira de ser e de ver as coisas, acabando inclusive por ter pena dele.
Anna acaba por me surpreender no final, ao ser livre, embora tal esteja relacionado em parte com o que ela julga que essa liberdade lhe acabara por dar.
Um livro que gostei e que recomendo aos mais românticos.
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O Tempo entre Nós,
Tamara Ireland Stone
John Barth estreia-se em Portugal com o seu primeiro romance
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