quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Farrell a par de Coetzee e Peter Carey

Título: HOTEL MAJESTIC
Autor: J. G. Farrell
Tradução: Fernando Dias Antunes
Págs: 416
Capa: mole com badanas
PVP: 17,90 €

Sinopse:
1919: Após o final da I Guerra Mundial, o Major Brendan Archer dirige-se até à Irlanda, na esperança de descobrir se de facto está comprometido com Angela Spencer, cuja família anglo-irlandesa é proprietária do em tempos famoso Hotel Majestic. Mas a sua noiva está estranhamente diferente e a fortuna familiar sofrera enormes perdas. As centenas de quartos do hotel deterioram-se a olhos vistos; os seus poucos hóspedes dedicam-se quase em exclusivo a pequenos boatos e a jogos de uíste; bandos de gatos tomaram positivamente conta do Bar Imperial e dos andares superiores; canas de bambu ameaçam as fundações do edifício; leitões brincam nos courts de squash.

Mas não são apenas as paredes do outrora grandioso hotel que prometem cair de vez. Lá fora, o império britânico enfrenta desafios vindos dos quatro cantos do mundo, incluindo da sua vizinha Irlanda.
 
Primeiras Páginas: Disponíveis aqui.

O Autor:
James Gordon Farrell nasceu em 1935 em Liverpool, no seio de uma família anglo-irlandesa. É considerado um dos mais importantes autores do séc. XX, apesar da sua actividade de escritor ter sido tragicamente interrompida por um acidente enquanto pescava na costa irlandesa.
Tendo escrito outras três novelas antes de 1970, ficou famoso sobretudo pela “Trilogia do Império”, que retrata a decadência do Império Colonial Britânico com uma ironia sagaz, evidente nas descrições e nas características das personagens, enquanto o pano de fundo é um cenário histórico baseado em acontecimentos reais.
Em 1971 Troubles, o primeiro volume da trilogia, ganhou o Faber Memorial Prize, e em 1988 foi adaptado a telefilme.
O segundo volume da trilogia, The Siege of Krishnapur, a ser publicado brevemente pela Porto Editora, ganhou o Man Booker Prize em 1973 e foi nomeado para o prémio Best of the Booker.

Imprensa:
Hotel Majestic tem tudo: uma bela história, personagens irresistíveis, diálogos verídicos e grandes ideias. É um livro que tem estofo para ganhar o Booker de qualquer ano, não só o de 1970. John Crace – The Guardian

Não há outra obra do mesmo calibre que tenha sido escrita acerca deste período de transição da história da Irlanda: constitui uma referência na literatura irlandesa do séc. XX. Kevin Myers – The Irish Independent

[J.G. Farrell] era um grande talento cuja vida foi interrompida. Acho que, naquela altura, ele estava a transformar-se em alguém de que todos ouviríamos falar e teríamos estudado na escola. Katie Derham – membro do júri do Lost Man Booker Prize

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