Quem sou eu?

A minha fotografia

Anteriormente conhecida como v_crazy_girl, a 30 de Agosto de 2014 essa conta foi apagada, tendo assim decidido criar algo mais pessoal e próprio para o blogue literário de longa data.

Na Mesa de Cabeceira...

Na Mesa de Cabeceira...
"A Química do Amor" de Emily Foster

Passatempo

Passatempo
Até 24 de dezembro

Seguidores

Com tecnologia do Blogger.

Facebook

Arquivo do Blogue

terça-feira, 30 de agosto de 2011
Tradução de Eugénia Antunes
PVP: 12,50 € • 174 Páginas

Pequeno no número de páginas mas enorme no que à aclamação popular diz respeito, este segundo romance de Penelope Fitzgerald foi o primeiro a figurar entre os finalistas do Booker Prize. A autora venceu o prémio em 1979 com Offshore.

Em 1959, Florence Green, uma viúva com uma pequena herança, arrisca tudo para abrir uma livraria na vila costeira de Hardborough. Depois de comprar o espaço, um velho edifício com fama de estar assombrado, e de vencer a resistência inicial, Florence decide colocar à venda o livro Lolita, de Nabokov, desencadeando um terramoto subtil mas devastador na pequena localidade.

A Livraria marca a estreia de Penelope Fitzgerald em Portugal.


Sobre Penelope Fitzgerald:
Penelope Fitzgerald é uma das mais notáveis vozes da ficção britânica. Autora tardia, publicou o primeiro livro, uma biografia sobre o pintor Edward Burne-Jones, em 1975, a que se seguiu, dois anos depois, o seu primeiro romance, quando já tinha sessenta anos.
Depois de se licenciar em Somerville College, Oxford, trabalhou na BBC; durante a guerra, foi editora de um jornal literário, geriu uma livraria e ensinou em várias escolas, incluindo uma de teatro.
Autora de nove romances, três dos quais — A Livraria, The Beginning of Spring e The Gate of Angels — estiveram na shortlist para o Booker Prize, Fitzgerald foi finalmente distinguida com o Booker Prize em 1979, com Offshore. O seu último romance, A Flor Azul, o mais admirado de 1995, foi repetidamente eleito pela imprensa internacional como «Livro do Ano». Ganhou ainda o Circle Award, atribuído pela America’s National Book Critics, contribuindo para que se tornasse conhecida de um público mais vasto.
Reconhecida biógrafa e crítica, Penelope Fitzgerald escreveu ainda acerca da vida da poetisa Charlotte Mew e publicou a obra The Knox Brothers sobre o seu extraordinário pai — Edmund Knox, editor da revista Punch — e irmãos.

Fitzgerald faleceu em Londres em Abril de 2000, aos oitenta e três anos.

Tradução de Teresa Patrício Gouveia
PVP: 11,95 € • 208 Páginas

 «Um clássico é um livro que nunca acaba de dizer o que tem para dizer». Italo Calvino

Proclamado pela revista Time como um dos cem melhores romances em língua inglesa do século XX, Mrs. Dalloway é a grande obra de Virginia Woolf, o primeiro dos seus romances a sair dos cânones tradicionais, adoptando a técnica da corrente de pensamentos com maestria.

Romance sobre o tempo e a desconexão da existência humana, Mrs. Dalloway faz coexistir, não só na mente das personagens que integram a obra mas também nas suas páginas, o passado, o presente e o futuro, lembrando o leitor que o tempo actual é influenciado pelo que o antecedeu e pelo que lhe sobrevirá.

Centrado em Clarissa Dalloway e ambientando no período pós Primeira Guerra Mundial, o livro eleito por Teresa Patrício Gouveia reflecte, na verdade, a história da crise de um indivíduo, de uma classe, de uma sociedade e do próprio romance.

Não obstante o facto de ter sido publicado pela primeira vez em 1925, logo nas primeiras páginas, refere Teresa Patrício Gouveia no prefácio desta edição, «constatamos como o seu olhar (de Virginia Woolf) e a sua escrita são totalmente modernos».

Mrs. Dalloway é o quarto título da colecção «Os Livros da Minha Vida». Esta é uma colecção que visa destacar alguns dos livros que ao longo dos séculos marcaram a sua época, entraram para a História da Literatura e, por qualquer razão, se tornaram especiais para determinada personalidade pública.

0 devaneios :