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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Madeline May, a jovem viúva Lady Bewer, encontra-se num terrível dilema. Vítima de chantagem, que se transforma em homicídio, torna-se claro que só um homem a pode ajudar: Luke Daudet, o mal-afamado visconde Altea, que está habituado a lidar com homens de reputação duvidosa e que ela despreza com todas as suas forças.
Luke reconhece a atracção que Madeline exerce sobre ele e o perigo que representa. Desde o momento em que se conheceram – e após uma inesquecível noite de paixão –, que sabe que é diferente. 
E quando recebe o fatídico pedido que lhe enviou, apercebe-se de que não conseguirá manter-se afastado...


Emma Wildes cresceu a devorar livros e a escrita nasceu naturalmente. A autora costuma dizer que adora escrever porque adora ler. Estudou na Universidade de Illinois é e licenciada em Geologia. Vive em Indiana com o marido e três filhos.
Foi a autora n.º 1 do Fictionwise, WisRWA Reader’s Choice Award, vencedora na categoria de Romance Histórico em 2006, do Lories Best Published, e em 2007 vencedora do Eppie para o melhor romance erótico. 


Para muitos, o amor é um fardo pesado, uma doce e inevitável dor ou uma cruz que carregam às costas, porque não sabem, não podem ou não querem amar de uma forma saudável e inteligente.
Para quê um amor assim?, pergunta o psicólogo Walter Riso. 
A verdade é que nem todas as pessoas fortalecem e desenvolvem o seu potencial humano com o amor; muitas enfraquecem, anulam-se e deixam de ser elas próprias, na ânsia de querer manter uma relação tão irracional quanto angustiante.
Para amar não é preciso morrer de amor, sofrer, perder o norte, ou alterar a sua identidade: isso é intoxicação afectiva.
Não morrer de amor é rejeitar qualquer vínculo afectivo que nos sujeite a uma relação doentia e castrante.
Que podemos fazer, então? 
É possível amar sem nos enganarmos tanto e de modo a que o sofrimento seja a excepção e não a regra?  
É possível amar sem sofrer e, mais do que isso, amar com prazer e sentir a sua sempre arrebatadora paixão?
Para dar resposta a todas estas perguntas, o reconhecido psicólogo e especialista em relações de casais, Walter Riso dá-nos as soluções e as ferramentas para ajudar a superar os desgostos amorosos e a mudar o conceito de amor tradicional por um mais inovador e saudável.


Walter Riso nasceu em Itália, em 1951. Era ainda muito jovem, quando a família emigrou para a Argentina e aí cresceu num bairro multiétnico, no seio de uma comunidade de emigrantes italianos. 
Estudou psicologia na Universidade de Colômbia, movido pela sua constante curiosidade e inquietação. Especializou-se em terapia cognitiva e fez um mestrado em bioética. Desde há trinta anos, exerce psicologia clínica, actividade que alterna com o exercício da cátedra universitária e a realização de publicações científicas e de divulgação em diversos meios.
Os seus livros cumprem o objectivo a que se propôs: o de criar uma vacina contra o sofrimento humano, ao propor estilos de vida saudáveis nas diferentes etapas da vida. O êxito dos livros de Walter Riso é esmagador.
Actualmente reside em Barcelona. 


«Este livro fez-me rir com gosto [...] Acresce que sexo e humor são companheiros privilegiados de viagem, despertar o sorriso – e não o casquinar javardo, infelizmente habitual entre nós… –, despertar o sorriso, dizia, individual ou colectivo, estilhaça barreiras que impedem a simples troca de pontos de vista, a tão necessária informação ou até, objectivo mais ambicioso, a formação. [...]
Considero este um livro de formação em Sexologia? Não. Estou de acordo com toda a informação contida nas vinhetas? Não, aqui e ali é demasiado a preto e branco, mas nunca abafa a dúvida ou cala a necessidade de recorrer a quem de direito. Logo, tudo bem. O livro pode ser útil, como a Maleta Vermelha o é, de resto, para quem decidir acolhê-la. (Porque lhe apetece! Nada pior do que transformar uma hipótese válida em moda seguida em piloto automático…)
Conta a história de alguém que se bateu por um sonho e não se deixou abater pelos escolhos inevitavelmente encontrados; recusou tabus; permaneceu mulher como as outras, sem receio de legendas e rótulos que sabia à espreita em cada esquina. Gosto disso. Ninguém é sexualmente livre através do aumento do número das posições experimentadas ou «truques» aprendidos na revista berrante à venda no quiosque do bairro. A liberdade vem de dentro e é uma tarefa de pessoa inteira. O erotismo virá depois. E repararão que escrevi erotismo e não sexo, há um mundo a descobrir entre eles. Se a Maleta e o livro vos ajudarem nessa aventura, terão cumprido – e até ultrapassado! – as expectativas da autora.»  Júlio Machado Vaz, Prefácio


Alexandra Campos Leal não acredita numa biografia de feitos académicos. «Não são os títulos que me definem como pessoa!» Mãe de duas crianças que pretende que sejam úteis à sociedade e detentora dum projecto de acredita estar a mudar a vida das mulheres. 
Tem trabalhado por uma mentalidade mais livre de preconceitos e pelo fim dos tabus sexuais.

Paula Cosme Pinto é jornalista no jornal Expresso, onde assume a co-autoria do blogue A Vida de Saltos Altos, cujas crónicas sobre o universo feminino foram publicadas em livro no fim de 2011.
Conheceu A Maleta Vermelha em 2008, ao fazer a Grande Reportagem SIC/Expresso «Donas de Casa Desinibidas». Mais do que escritora ou jornalista, assume-se como uma mulher seriamente... atrevida. E sem tabus.


Muito mais do que um livro de receitas, o nutricionista Alexandre Fernandes propõe um autêntico manual de boas práticas ecológicas, nutricionais e de higiene e segurança alimentar para adoptarmos no dia-a-dia, com conselhos para a organização da cozinha, a racionalização dos gastos e ensinamentos úteis para melhor prepararmos e conservarmos os alimentos frescos. 
Um livro de cozinha indispensável para todos e ideal para cozinheiros principiantes, com instruções detalhadas, tabelas de conversão e mesmo um pequeno dicionário da alimentação. 


Alexandre Fernandes é licenciado em Nutrição e Engenharia Alimentar (2002) e em Ciências da Nutrição (2010). Realizou várias pós-graduações em diferentes áreas ligadas à saúde e nutrição e é orientador em diversas formações.
Presença habitual nos meios de comunicação social, tem sido convidado, ao longo dos últimos anos, a participar em programas de rádio e televisão. A sua colaboração estende-se a jornais e revistas.
A par da sua actividade clínica, Alexandre Fernandes é autor de vários livros sobre saúde e nutrição.

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