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quarta-feira, 18 de abril de 2012

No cuidar da sua coleção de porcelanas de Meissen, Kaspar Joachim Utz encontrou um refúgio contra as adversidades do século XX. E apesar das restrições sentidas na Checoslováquia durante a Guerra Fria, Utz afirma a sua individualidade nesta devoção às preciosas peças.
Autorizado a sair do país uma vez por ano, Utz considera repetidamente a possibilidade de desertar. Porém, não podendo levar consigo as porcelanas, refém do regime e da colecção de Meissen, regressa sempre a casa – um microcosmo povoado de pequenas e frágeis figuras, que constituem para o seu proprietário um mundo mais real do que o próprio Mundo.


Bruce Chatwin nasceu em Sheffield, no Reino Unido, em 1940. Entre 1972 e 1975 trabalhou para o Sunday Times, antes de anunciar a sua rescisão por telegrama, em que se lia: “Fui para a Patagónia”. Esta viagem inspirou o seu primeiro livro, Na Patagónia, galardoado por prémios como o E.M. Forster e o Hawthornden Prize, e que marcou o início da sua carreira literária. Mais tarde, Canto Nómada ocupou o primeiro lugar da lista de best-sellers do Sunday Times.
A obra de Chatwin não se restringe, contudo, à literatura de viagem. Dois dos seus romances, por exemplo, foram adaptados ao cinema: Os Gémeos de Black Hill (On the Black Hill) e O Vice-Rei de Ajudá (com o filme Cobra Verde de Werner Herzog). Utz, agora em nova edição, foi finalista do Prémio Booker de 1988.
Bruce Chatwin morreu em janeiro de 1989.

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