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Anteriormente conhecida como v_crazy_girl, a 30 de Agosto de 2014 essa conta foi apagada, tendo assim decidido criar algo mais pessoal e próprio para o blogue literário de longa data.

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sábado, 9 de agosto de 2014

Pode falar um pouco sobre si?
Sou canadiana e estou casada há 35 anos, tendo dois filhos já adultos e dois gatos. Um dos nossos gatos chama-se Conde de Monte Cristo, o outro foi batizado em honra ao ator Luis Guzman que apareceu na adaptação cinematográfica mais recente de “O Conde de Monte Cristo”. É uma longa história!

De onde vêm as suas ideias?
Normalmente começo por um período histórico e um herói e depois imagino uma mulher que lhe dê imensos problemas, mas que ele ache muitíssimo atrativa.

Identifica-se em alguma das suas personagens? E tem alguma que lhe seja mais querida?
Não, na realidade não me identifico com nenhuma das minhas personagens. Tenho sim algumas personagens em que penso com um carinho especial. O herói de “The Overlord’s Bride” (ainda não publicado em Portugal) era tão real para mim, que foi muitíssimo fácil escrever sobre ele. “Buggy” Bromwell da saga Kiss é alguém muitíssimo divertido e o herói e a heróina do meu primeiro livro, “A Warrior’s Heart” (ainda não publicado em Portugal), ainda são especiais para mim.

Tem algum hábito “estranho” enquanto escreve?
Estranho? Acho que não! Na realidade prefiro silêncio. Acho difícil escrever se estiver demasiado barulho, por isso trabalho sempre em casa ou na minha casa de campo.

Admito que é uma questão com ratoeira, mas que acha das capas portuguesas dos seus livros?
Ah! Porque (por norma) usam as mesmas da América do Norte, certo? Normalmente gosto das minhas capas, mas verifico sempre se eles escreveram o meu nome correctamente.

Desde que se tornou uma autora publicada, qual foi a coisa mais fantástica e ao mesmo tempo estranha que lhe aconteceu?
Estava numa sessão de autógrafos com outros autores, quando uma mulher repentinamente aparece à frente da minha mesa, olha-me fixamente e anuncia em voz alta “Pensava que estavas morta!”. Isso foi muito estranho.

Que pensa da comunidade bloguer? Acha que de alguma forma ela ajudou quando lançou o seu primeiro livro?
O que quer que seja que promova a leitura é bom. O meu primeiro livro saiu em 1992, quando não existiam bloguers ou mídias sociais. Foi fácil escrever sem distracções, mas não haviam tantas oportunidades para “conhecer” os leitores, especialmente de outros países.

E finalmente, tem alguma mensagem para os seus leitores portugueses?
Fico sempre maravilhada ao receber as versões estrangeiras dos meus livros, e ao aperceber-me que pessoas noutros países estão a ler as histórias que eu imaginei. Dada a história rica que Portugal tem, é especialmente emocionante e gratificante pensar que os meus romances históricos estão a ser lidos e desfrutados (espero eu) por lá.

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Entrevista em Inglês

Could you talk a little bit about yourself?
I’m Canadian, I’ve been married for 35 years, I have two grown children, and two cats. One of our cats is named for the Count of Monte Cristo, the other for the actor Luis Guzman who appeared in the most recent movie adaption of The Count of Monte Cristo. That’s a long story!

From where did you get your ideas?
I usually start with a time period and the hero, and then imagine a woman who’s going to give him lots of trouble, but that he also finds very attractive.

Do you identify yourself in your characters? And have you got some character that is special to you?
No, I don’t really identify myself with my characters. I do have some characters that I think of with special fondness. The hero of THE OVERLORD’S BRIDE was so vivid to me, he was easy to write, “Buggy” Bromwell from the Kiss series was lots of fun, and the hero and heroine of my first book, A WARRIOR’S HEART, are still special to me.

Do you have any "weird" habits while writing?
Weird? I don’t think so! I do prefer silence, though. I find it difficult to write if it’s noisy, so I always work at home or the cottage.

I admit this is a trick question, but what do you think about the portuguese covers of your books?
Ha! Because they use the same ones as North America (usually), right? I generally like my covers, but I always check to make sure they’ve spelled my name right.

Since you became a published author, what was the most amazing and at the same time weird thing that has hapenned to you?
I was at a book signing with several other authors when a woman came to a sudden stop in front of my table, stared at me and announced, “I thought you were dead!” That was pretty weird.

What do you think about the bloguers community? Do you think they were of any help when your first book was realeased?
Anything that promotes reading is fine by me! My first book came out in 1992, when there were no bloggers or social media. It was easier to write without distractions, but there weren’t nearly so many opportunities to “meet” readers, especially in other countries.

And finally, do you have any message for your portuguese readers?
It’s always delightful to get the foreign editions of my books, and realize that people in other countries are reading the stories I imagine. Given the rich history of Portugal, it’s especially thrilling and gratifying to think that my historical novels are being read and (hopefully) enjoyed there.

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