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quinta-feira, 13 de junho de 2013
Autora: Susana Fortes
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 224
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04437-2

Sinopse:
A descoberta do cadáver de uma jovem na Catedral de Santiago de Compostela cai como uma bomba na cidade. Ao mesmo tempo desaparece um manuscrito de Prisciliano, o grande herege galego. O comissário Castro ocupa-se de ambos os casos com a ajuda de dois jornalistas determinados: Laura Márquez, uma jovem bolseira que chega à cidade fugindo dos seus próprios fantasmas, e Villamil, um repórter veterano e meio anarca que já conheceu dias melhores na profissão.
Uma trama em ritmo crescente onde se cruzam ecologistas, peregrinos, professores universitários, tubarões das finanças e padres que fazem as suas próprias apostas de salvação numa cidade levítica. A Marca do Herege é um thriller viciante que nos convida a viajar no tempo, transferindo a atmosfera ameaçadora do melhor romance policial para as ruas inesquecíveis de Santiago de Compostela.


Opinião:
Capa interessante... Um thriller religioso, um género que não leio há imenso tempo. Foram estas as razões para começar a ler este livro, que para mim foi um autêntico falhanço e não cumpriu em nada as minhas expectativas.

Laura Márquez é uma jovem jornalista que está a fugir do seu passado e dos erros cometidos num Portugal distante, erros esses que a perseguem a todo o momento, assombrando-a. Mas são também esses erros que a tornaram melhor no seu trabalho, uma pessoa mais preventiva em relação ao que faz e preparada.

Do outro lado temos Villamil, um polícia que está a seguir a investigação de um assassinado, assassinado esse que promete ser muito mais difícil do que alguém poderia prever, tornando-se cada vez mais denso e difícil de resolver.

Muito sinceramente não tenho muito a dizer sobre este livro, porque simplesmente não me prendeu. Não achei que as personagens estivessem desenvolvidas, achei que a história era aborrecida e que não era nada de surpreendente e simplesmente não consegui gostar desta história. Não vou dizer que é dos piores livros que li, pois acredito que haja quem se consiga ligar à história, mas da minha parte isso não aconteceu, por muito que eu tenha tentado.

Uma coisa que me ajudou a avançar na história foram as referências a Prisciliano, algo que me interessou imenso e que tive curiosidade em continuar a pesquisar após terminar o livro.

Um livro que aconselho a lerem para "ver para crer", mas que aconselho a não esperar nada por demais.

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