skip to main |
skip to sidebar
2) Nasceu em Faro, em 1965.

De Eça a Saramago, de Camilo a Cardoso Pires, da literatura brasileira às literaturas africanas de expressão portuguesa, da crítica à teoria, da periodização aos estudos bíblicos, quarenta e cinco ensaios em homenagem a um dos nomes mais marcantes da universidade portuguesa das últimas década“Sónia Cravo surge agora com uma narrativa surpreendente a todos os títulos: original quer a nível do tema central e dos motivos que lhe dão consistência e complexidade, quer a nível da sua riqueza vocabular, tão inusual que deixa quem lê suspenso entre o arcaísmo e o neologismo, entre o achado escritural e o acaso tipográfico (tão joyceano), fazendo a frase explodir perante os nossos olhos suspensos. E isto acontece quase continuamente, num ritmo que não deixa sossegar o mais prevenido dos leitores. (…) Mateus, o narrador de toda esta estória de que é personagem nuclear, começa por nos surgir como alguém que não vê senão sexo em cada mulher que o rodeia, e disso faz obsessão central do seu dia-a-dia; mas que, por um acaso que a seu tempo o leitor descobrirá, vê-se obrigado, entre dois assassinatos que balizam os acontecimentos, a enveredar por caminhos e a viver situações de todo inusitadas, num terror constante em que «o silêncio multiplica ideias» que o vão dilacerando. (…) Eis um texto que, a todos os níveis, surpreenderá o leitor. E como uma boa estória (um bom romance aberto) é aquela que, no fim, nos confronta com múltiplos possíveis horizontes, assim acontece aqui: «E no silêncio ouço-me, há uma voz que sussurra: espera, espera só mais um pouco.» Espera: paciência e esperança. Que futuro estará reservado a Mateus?” | José Ferraz Diogo | Excerto das Palavras de a
"O Dia em que Perdemos o Amor" de Javier Castillo
"Mas por outro lado, isto não é mentir. É agir de forma verdadeira em circunstâncias imaginárias." - Acredita em Mim de JP Delaney
Pages
Mostrar mensagens com a etiqueta Esfera do Caos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Esfera do Caos. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Convite Esfera do Caos
terça-feira, 19 de março de 2013
Divulgação Esfera do Caos
terça-feira, 5 de março de 2013
Convite Esfera do Caos
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Convites Esfera do Caos & Porto Editora
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Novidades Esfera do Caos
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Convite Esfera do Caos
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Convite Esfera do Caos
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Convite Esfera do Caos
domingo, 18 de novembro de 2012
Resultado de "Amor e Liberdade de Germana Pata-Roxa"
E chegou ao fim mais um passatempo!
Quero agradecer imenso à Editorial Esfera do Caos pelo apoio e a todos que publicitaram este passatempo nos seus blogs e fóruns.
As respostas são:
1) Num final surpreendente.2) Nasceu em Faro, em 1965.
E o vencedor, escolhido através do site random.org, é:
30 - Andreia Isabel Oliveira da Silva
Parabéns ao vencedor! Irá receber dentro de pouco tempo um email. Espero que goste deste livrinho ;)
sábado, 17 de novembro de 2012
Convite Esfera do Caos
domingo, 11 de novembro de 2012
Passatempo "Amor e Liberdade de Germana Pata-Roxa"
Com o precioso apoio da Editora Esfera do Caos vimos oferecer um exemplar do livro "Amor e Liberdade de Germana Pata-Roxa" de Fernando Évora.
Se querem ter a oportunidade de ganhar este maravilhoso exemplar é só responder às pequenas e simples questões que se seguem. Todas as respostas podem ser encontradas pela internet. Boa sorte e boas leituras!!
Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 17 de Novembro (sábado).
2) Só é válida uma participação por pessoa e residência.
3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será contactado por email e o resultado será anunciado no blogue.
5) O envio do prémio será realizado por mim, via CTT.
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Livro "Palavras Nossas - Colectânea de Novos Poetas Portugueses, Volume II", a 23 de novembro nas livrarias
Prefácio
Um ano após a publicação de Palavras Nossas Volume I,
que deu a conhecer trinta “novos poetas” ao país, eis que aparece já Palavras
Nossas Volume II, com vinte “novos poetas” para Portugal conhecer.
Foi como muita satisfação e outra tanta dose de empenho
e dedicação que abracei a coordenação de Palavras Nossas, cuja razão principal
de ser consiste em dar a conhecer poetas que publicam pela primeira vez os seus
poemas, poemas quase sempre escritos sem pensar na publicação, poemas tantas
vezes escritos para não ser dados a conhecer, a não ser num grupo muito
restrito de familiares e amigos, poemas, dizia eu, que até aqui estavam
guardados no baú das coisas significativas e significantes dos seus autores, ou
então que tinham apenas sido postos a circular por entre as “redes sociais”,
poemas que, enfim, os seus autores escreveram e só eles poderão dizer como,
porquê, ou para quê.
Naturalmente, é também com alguma dose de orgulho, não
tanto por mim, mas mais pelos “novos poetas” que aqui se dão a conhecer pela
primeira vez ao país – daí o epíteto de “novos poetas” –, que vejo este
projecto concluído com êxito.
E ontem, como hoje, levantam-se as mesmas
circunstâncias…
Ao mesmo tempo que a obra poética parece definhar sob a
ameaça da falta de leitores e das regras editoriais, aqui, como em todo o lado,
cada vez mais controladas e comprometidas com as apertadas exigências da
rentabilidade e do lucro que expulsa os livros de poesia das livrarias, os
poetas insistem…
Ao mesmo tempo que a obra poética parece fadada a morrer
por virtude das exigências pragmáticas de um “mundo desencantado” – de onde,
segundo a fórmula do grande poeta alemão Friedrich Hölderlin [1770-1843], “os
deuses se retiraram” –, cada vez mais dominado por uma racionalidade científica
e económica que se estende sobre todas as esferas da vida humana e transforma a
cultura num mero jogo de aparências fugazes e efémeras, ligadas à diversão e ao
entretenimento, os poetas resistem e persistem…
E ontem, como hoje, levantam-se as mesmas questões…
Tratar-se-á de viver ou de sobreviver? Tratar-se-á de
quê, afinal? Proponho que cada um resolva por si próprio as questões, porque
aquilo que se passa hoje com a poesia – e não será uma questão recorrente e
persistente, que se arrasta no tempo? – não difere em nada da nossa própria
situação real e existencial.
“Para quê os poetas, em tempo de indigência?”,
perguntava já Hölderlin na sétima estrofe da sua celebérrima elegia “Pão e
Vinho”, uma pergunta que desde então nunca mais deixou de ecoar sob o panorama
da poesia moderna. Para que é que serve a poesia?, poderíamos perguntar nós,
ainda hoje.
Palavras Nossas Volume I não responde a nenhuma das
questões levantadas. Tampouco o faz agora o Volume II. Pelo menos não o fazem
de forma frontal e directa. Mas também não é esse o objectivo.
Publicar poesia nos dias de hoje, arriscar publicar
poesia nos dias que correm – porque é de risco que aqui se trata – é ter a
coragem de sonhar e de lutar pela realização do nosso próprio sonho. Vivemos?
Sobrevivemos? Eu diria antes que somos e, porque somos, sonhamos.
Para que é que serve a poesia hoje? Eu perguntaria
antes: porque é que ainda há quem faça poesia hoje? E, mais uma vez, a resposta
reconduz-me ao sonho. Contra todas as circunstâncias reais, nós, os poetas,
continuamos a sonhar; contra todas as dificuldades do presente, nós, os poetas,
ainda temos a coragem de querer continuar a sonhar.
Palavras Nossas Volume II é uma “obra comum”, que nasce
da capacidade de sonhar. É uma Colectânea de Novos Poetas Portugueses, que aqui
assumem a coragem de sonhar e de querer continuar a revelar os seus próprios
sonhos. Mas Palavras Nossas Volume II também é fruto da ousadia da Esfera do
Caos Editores, que agora viabiliza a realização dos sonhos de vinte “novos
poetas”, que aqui se vêem publicados pela primeira vez.
“Deus quer, o homem sonha e a obra avança”, deixou-nos
Fernando Pessoa em legado, numa mensagem que ainda hoje continuo a encarar como
sendo de encorajamento a sonhar e a lutar sempre pela realização do nosso
próprio sonho. “Pelo sonho é que vamos, comovidos e mudos”, dizia-nos também
Sebastião da Gama, num poema fantástico, que, a meu ver, sintetiza o essencial
do espírito de Palavras Nossas Volume II e de todos aqueles se viram envolvidos
na realização deste corajoso projecto literário.
Miguel Almeida
Costa de Caparica, 4 de Outubro de 2012. — com Maria
Madalena Santos, Manoel Hélio, Tina Dores, Palavras Poesia, Maria
Silveria Martires, Amo Poesia, Poesia E Outros Escritos, Jorge Nuno, Clube Dos
Escritores Portugueses, Marta Limbado Limbado, Vitor
Fernandes, Poesia Encontrada, Teresa
Almeida, Ana
Chessa, Maria
Luisa Silva, Maria Gomes, Fernanda
Freitas, Manuel
Rosa, Ana Maria Calado, Voar Na
Poesia, Rúben De Brito, Poesia de
Vida, Acácio Costa,
Manuela Simão Pombo, João
Pedro Duarte, Maria De Lurdes Cunha, Manuela Silva, Isaura
Moreira, Jorge Treno Corvanjo, Jorge Reis-Sá, Antonio
Atalaia, Anya Pinheiro,
Carlos Palhau, Arnaldo
Santos, Ana Rita Leone e Céu Biscaia.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Convite Esfera do Caos
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Novidades Esfera do Caos
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Convite Ordem dos Médicos/Esfera dos Caos
terça-feira, 19 de junho de 2012
Novidade Esfera do Caos
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Convite Esfera do Caos
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Convite Esfera do Caos
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
sábado, 24 de setembro de 2011
Novidades Esfera do Caos para Outubro
Presente na fase derradeira do Concílio de Trento, como teólogo do rei D. Sebastião, a participação de Diogo de Paiva de Andrade foi determinante, não só pelas opiniões que verbalmente emitiu em várias sessões, mas também pela redacção e publicação (em Veneza, em 1564) de Orthodoxarum explicationum libri decem, obra que poderemos qualificar como o primeiro breviário ou manual da doutrina contra-reformista.
Manejando a língua do Lácio com inegável elegância e eficácia persuasivas, Diogo de Paiva de Andrade deixou-nos também, em vernáculo, um legado literário que nos autoriza a qualificá-lo como o paradigma da parenética portuguesa do século XVI e um clássico da nossa língua, hoje total e injustamente esquecido.
Com a organização desta ampla Antologia pretendeu-se contribuir para colocar no lugar cimeiro que lhe cabe no quadro da Cultura Portuguesa uma figura cuja fama foi bem notória entre os teólogos e oradores sagrados seus contemporâneos e que prestigiou o nome de Portugal na Europa culta dos séculos XVI e XVII — bastará lembrar que Leibniz não poupou elogios ao seu vasto saber e à sua argúcia intelectual.Durante mais de uma dezena de anos, as terças-feiras foram aguardadas com ansiedade por muitos jovens criadores portugueses. Escritores, fotógrafos, ilustradores e cartoonistas em início de jornada contavam as horas para verificar se os trabalhos enviados para o DN Jovem haviam sido seleccionados.
Mas subitamente tudo se alterou. O suplemento juvenil do Diário de Notícias migrou para uma Internet então inacessível à maioria dos portugueses. O anúncio da mudança, feito no próprio DN Jovem a poucos dias do seu 13º aniversário, foi acolhido com indignação.
Levantaram-se vozes de protesto, circulou um manifesto e aqueceram os ânimos no interior do jornal, mas nada travou a medida, que fracturou a existência do suplemento e marcou o acentuar de um desinvestimento que culminaria na sua extinção.
Esta é a primeira “biografia” daquele que foi, seguramente, o mais memorável suplemento de colaboração juvenil na imprensa do Portugal democrático.
Tens-me na tua mão, totalmente desprotegido, à mercê dos teus olhos que me vão consumindo as letras. À medida que me vais lendo, vou ocupando sem pedir um lugar no teu peito, para lá das portas do teu coração. Bem sei que não passo de um livro, mas tenho escondido entre a minha capa um grande segredo. Tenho fragmentos da tua vida que, quando colados aos meus, dão uma história que já foi vivida em uníssono .

Manejando a língua do Lácio com inegável elegância e eficácia persuasivas, Diogo de Paiva de Andrade deixou-nos também, em vernáculo, um legado literário que nos autoriza a qualificá-lo como o paradigma da parenética portuguesa do século XVI e um clássico da nossa língua, hoje total e injustamente esquecido.
Com a organização desta ampla Antologia pretendeu-se contribuir para colocar no lugar cimeiro que lhe cabe no quadro da Cultura Portuguesa uma figura cuja fama foi bem notória entre os teólogos e oradores sagrados seus contemporâneos e que prestigiou o nome de Portugal na Europa culta dos séculos XVI e XVII — bastará lembrar que Leibniz não poupou elogios ao seu vasto saber e à sua argúcia intelectual.Durante mais de uma dezena de anos, as terças-feiras foram aguardadas com ansiedade por muitos jovens criadores portugueses. Escritores, fotógrafos, ilustradores e cartoonistas em início de jornada contavam as horas para verificar se os trabalhos enviados para o DN Jovem haviam sido seleccionados.
Mas subitamente tudo se alterou. O suplemento juvenil do Diário de Notícias migrou para uma Internet então inacessível à maioria dos portugueses. O anúncio da mudança, feito no próprio DN Jovem a poucos dias do seu 13º aniversário, foi acolhido com indignação.
Levantaram-se vozes de protesto, circulou um manifesto e aqueceram os ânimos no interior do jornal, mas nada travou a medida, que fracturou a existência do suplemento e marcou o acentuar de um desinvestimento que culminaria na sua extinção.
Esta é a primeira “biografia” daquele que foi, seguramente, o mais memorável suplemento de colaboração juvenil na imprensa do Portugal democrático.
Tens-me na tua mão, totalmente desprotegido, à mercê dos teus olhos que me vão consumindo as letras. À medida que me vais lendo, vou ocupando sem pedir um lugar no teu peito, para lá das portas do teu coração. Bem sei que não passo de um livro, mas tenho escondido entre a minha capa um grande segredo. Tenho fragmentos da tua vida que, quando colados aos meus, dão uma história que já foi vivida em uníssono .


De Eça a Saramago, de Camilo a Cardoso Pires, da literatura brasileira às literaturas africanas de expressão portuguesa, da crítica à teoria, da periodização aos estudos bíblicos, quarenta e cinco ensaios em homenagem a um dos nomes mais marcantes da universidade portuguesa das últimas década“Sónia Cravo surge agora com uma narrativa surpreendente a todos os títulos: original quer a nível do tema central e dos motivos que lhe dão consistência e complexidade, quer a nível da sua riqueza vocabular, tão inusual que deixa quem lê suspenso entre o arcaísmo e o neologismo, entre o achado escritural e o acaso tipográfico (tão joyceano), fazendo a frase explodir perante os nossos olhos suspensos. E isto acontece quase continuamente, num ritmo que não deixa sossegar o mais prevenido dos leitores. (…) Mateus, o narrador de toda esta estória de que é personagem nuclear, começa por nos surgir como alguém que não vê senão sexo em cada mulher que o rodeia, e disso faz obsessão central do seu dia-a-dia; mas que, por um acaso que a seu tempo o leitor descobrirá, vê-se obrigado, entre dois assassinatos que balizam os acontecimentos, a enveredar por caminhos e a viver situações de todo inusitadas, num terror constante em que «o silêncio multiplica ideias» que o vão dilacerando. (…) Eis um texto que, a todos os níveis, surpreenderá o leitor. E como uma boa estória (um bom romance aberto) é aquela que, no fim, nos confronta com múltiplos possíveis horizontes, assim acontece aqui: «E no silêncio ouço-me, há uma voz que sussurra: espera, espera só mais um pouco.» Espera: paciência e esperança. Que futuro estará reservado a Mateus?” | José Ferraz Diogo | Excerto das Palavras de aQuem sou eu?
Na Mesa de Cabeceira...
"O Dia em que Perdemos o Amor" de Javier Castillo
Seguidores
Blog Archive
Devaneios de 2020
Devaneios de 2019
- 16. A Fábrica de Bonecas
- 15. Levaram Annie Thorne
- 14. O Rapaz do Gueto de Varsóvia
- 13. Bem te Quero, Mal me Queres
- 12. Lago do Silêncio
- 11. A Rapariga Mais Sortuda do Mundo
- 10. Uma Gaiola de Ouro
- 9. O Homem das Castanhas
- 8. O Príncipe da Suécia
- 7. O Conde
- 6. O Playboy
- 5. O Dia em Que Perdemos a Cabeça
- 4. O Anjo da Morte
- 3. VOX
- 2. O Espadachim
- 1. Às Cegas
Devaneios no tempo
- Aquisições do mês do ano 2019
- Leituras 2018
- Aquisições do mês do ano 2018
- Leituras 2017
- Aquisições do mês do ano 2017
- Leituras 2016
- Aquisições do mês do ano 2016
- Leituras 2015
- Aquisições do mês do ano 2015
- Desafios Literários 2014
- Aquisições do mês do ano 2014
- Devaneios de 2013
- Desafios Literários 2013
- Aquisições do mês do ano 2013
- Devaneios de 2012
- Aquisições do mês do ano 2012
- Devaneios de 2011
Copyright ©
Bloco de Devaneios. Design by WPThemes Expert

























