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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Convite Esfera do Caos

terça-feira, 19 de março de 2013

Divulgação Esfera do Caos


terça-feira, 5 de março de 2013

Convite Esfera do Caos


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Convites Esfera do Caos & Porto Editora


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Novidades Esfera do Caos



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Convite Esfera do Caos


terça-feira, 27 de novembro de 2012

Convite Esfera do Caos


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Convite Esfera do Caos


domingo, 18 de novembro de 2012

Resultado de "Amor e Liberdade de Germana Pata-Roxa"

E chegou ao fim mais um passatempo!

Quero agradecer imenso à Editorial Esfera do Caos pelo apoio e a todos que publicitaram este passatempo nos seus blogs e fóruns.

As respostas são:
1) Num final surpreendente.
2) Nasceu em Faro, em 1965.

E o vencedor, escolhido através do site random.org, é:
30 - Andreia Isabel Oliveira da Silva

Parabéns ao vencedor! Irá receber dentro de pouco tempo um email. Espero que goste deste livrinho ;)

sábado, 17 de novembro de 2012

Convite Esfera do Caos


domingo, 11 de novembro de 2012

Passatempo "Amor e Liberdade de Germana Pata-Roxa"

Com o precioso apoio da Editora Esfera do Caos vimos oferecer um exemplar do livro "Amor e Liberdade de Germana Pata-Roxa" de Fernando Évora.

Se querem ter a oportunidade de ganhar este maravilhoso exemplar é só responder às pequenas e simples questões que se seguem. Todas as respostas podem ser encontradas pela internet. Boa sorte e boas leituras!!

Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 17 de Novembro (sábado).
2) Só é válida uma participação por pessoa e residência.
3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será contactado por email e o resultado será anunciado no blogue.
5) O envio do prémio será realizado por mim, via CTT.
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Livro "Palavras Nossas - Colectânea de Novos Poetas Portugueses, Volume II", a 23 de novembro nas livrarias


Prefácio
Um ano após a publicação de Palavras Nossas Volume I, que deu a conhecer trinta “novos poetas” ao país, eis que aparece já Palavras Nossas Volume II, com vinte “novos poetas” para Portugal conhecer. 
Foi como muita satisfação e outra tanta dose de empenho e dedicação que abracei a coordenação de Palavras Nossas, cuja razão principal de ser consiste em dar a conhecer poetas que publicam pela primeira vez os seus poemas, poemas quase sempre escritos sem pensar na publicação, poemas tantas vezes escritos para não ser dados a conhecer, a não ser num grupo muito restrito de familiares e amigos, poemas, dizia eu, que até aqui estavam guardados no baú das coisas significativas e significantes dos seus autores, ou então que tinham apenas sido postos a circular por entre as “redes sociais”, poemas que, enfim, os seus autores escreveram e só eles poderão dizer como, porquê, ou para quê. 
Naturalmente, é também com alguma dose de orgulho, não tanto por mim, mas mais pelos “novos poetas” que aqui se dão a conhecer pela primeira vez ao país – daí o epíteto de “novos poetas” –, que vejo este projecto concluído com êxito.
E ontem, como hoje, levantam-se as mesmas circunstâncias… 
Ao mesmo tempo que a obra poética parece definhar sob a ameaça da falta de leitores e das regras editoriais, aqui, como em todo o lado, cada vez mais controladas e comprometidas com as apertadas exigências da rentabilidade e do lucro que expulsa os livros de poesia das livrarias, os poetas insistem…
Ao mesmo tempo que a obra poética parece fadada a morrer por virtude das exigências pragmáticas de um “mundo desencantado” – de onde, segundo a fórmula do grande poeta alemão Friedrich Hölderlin [1770-1843], “os deuses se retiraram” –, cada vez mais dominado por uma racionalidade científica e económica que se estende sobre todas as esferas da vida humana e transforma a cultura num mero jogo de aparências fugazes e efémeras, ligadas à diversão e ao entretenimento, os poetas resistem e persistem…
E ontem, como hoje, levantam-se as mesmas questões… 
Tratar-se-á de viver ou de sobreviver? Tratar-se-á de quê, afinal? Proponho que cada um resolva por si próprio as questões, porque aquilo que se passa hoje com a poesia – e não será uma questão recorrente e persistente, que se arrasta no tempo? – não difere em nada da nossa própria situação real e existencial.
“Para quê os poetas, em tempo de indigência?”, perguntava já Hölderlin na sétima estrofe da sua celebérrima elegia “Pão e Vinho”, uma pergunta que desde então nunca mais deixou de ecoar sob o panorama da poesia moderna. Para que é que serve a poesia?, poderíamos perguntar nós, ainda hoje. 
Palavras Nossas Volume I não responde a nenhuma das questões levantadas. Tampouco o faz agora o Volume II. Pelo menos não o fazem de forma frontal e directa. Mas também não é esse o objectivo.
Publicar poesia nos dias de hoje, arriscar publicar poesia nos dias que correm – porque é de risco que aqui se trata – é ter a coragem de sonhar e de lutar pela realização do nosso próprio sonho. Vivemos? Sobrevivemos? Eu diria antes que somos e, porque somos, sonhamos. 
Para que é que serve a poesia hoje? Eu perguntaria antes: porque é que ainda há quem faça poesia hoje? E, mais uma vez, a resposta reconduz-me ao sonho. Contra todas as circunstâncias reais, nós, os poetas, continuamos a sonhar; contra todas as dificuldades do presente, nós, os poetas, ainda temos a coragem de querer continuar a sonhar.
Palavras Nossas Volume II é uma “obra comum”, que nasce da capacidade de sonhar. É uma Colectânea de Novos Poetas Portugueses, que aqui assumem a coragem de sonhar e de querer continuar a revelar os seus próprios sonhos. Mas Palavras Nossas Volume II também é fruto da ousadia da Esfera do Caos Editores, que agora viabiliza a realização dos sonhos de vinte “novos poetas”, que aqui se vêem publicados pela primeira vez.
“Deus quer, o homem sonha e a obra avança”, deixou-nos Fernando Pessoa em legado, numa mensagem que ainda hoje continuo a encarar como sendo de encorajamento a sonhar e a lutar sempre pela realização do nosso próprio sonho. “Pelo sonho é que vamos, comovidos e mudos”, dizia-nos também Sebastião da Gama, num poema fantástico, que, a meu ver, sintetiza o essencial do espírito de Palavras Nossas Volume II e de todos aqueles se viram envolvidos na realização deste corajoso projecto literário.

Miguel Almeida

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Convite Esfera do Caos


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Novidades Esfera do Caos


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Convite Ordem dos Médicos/Esfera dos Caos


terça-feira, 19 de junho de 2012

Novidade Esfera do Caos


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Convite Esfera do Caos


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Convite Esfera do Caos

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Convite

sábado, 24 de setembro de 2011

Novidades Esfera do Caos para Outubro


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De Eça a Saramago, de Camilo a Cardoso Pires, da literatura brasileira às literaturas africanas de expressão portuguesa, da crítica à teoria, da periodização aos estudos bíblicos, quarenta e cinco ensaios em homenagem a um dos nomes mais marcantes da universidade portuguesa das últimas década