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terça-feira, 25 de agosto de 2020

Novidade Suma de Letras

 

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Novidade Suma de Letras

 

domingo, 12 de julho de 2020

Novidade Suma de Letras

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Novidade Suma de Letras

domingo, 21 de junho de 2020

Novidades Suma de Letras

domingo, 8 de março de 2020

Novidade Penguin Random House


sábado, 15 de fevereiro de 2020

Novidades Suma de Letras

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Novidade Suma de Letras

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Novidade Suma de Letras

domingo, 5 de janeiro de 2020

Acredita em Mim

Autor: J. P. Delaney 
ISBN: 9789896657871
Edição ou reimpressão: 05-2019
Editor: Suma de Letras
Páginas: 424

Sinopse:
Claire Wright gosta de se pôr na pele de outras pessoas.
Mas quem é o isco… e quem é a presa?
Claire é uma inglesa estudante de teatro em Nova Iorque. Sem o green card, não tem outra saída senão aceitar o único emprego que consegue: trabalhar para uma firma de advogados especializados em casos de divórcio. A sua missão é fingir que é uma rapariga fácil, em bares de hotel, para desmascarar maridos infiéis. Quando um dos seus alvos se transforma no objecto de uma investigação por assassinato, a Polícia pede a Claire que use todas as suas habilidades para ajudar a atrair o suspeito para uma confissão. Mas, desde o início, ela tem dúvidas. Patrick Fogler é realmente um assassino? Ou o único marido decente que conheceu? E… será que lhe estão a ocultar alguma informação relevante para o caso? Depressa Claire percebe que está a desempenhar o papel mais perigoso da sua vida.


Opinião:
Comecei este ano com o objetivo de tentar ler um livro por semana. Não sei se serei bem sucedida, mas foi um decisão de ano novo que começou com este livro. Depois de ler um romance e de nem me ter sentido muito presa na narrativa, achei que um thriller poderia ser mesmo aquilo que eu necessitava. 

Claire é uma excelente atriz. Ela sabe disso. Sempre quis representar, para ela representar é vida e é o que quer fazer no futuro. Mas praticamente destroi essa opotunidade antes sequer de a agarrar. Bonita, sensual e com uma presença que leva a que todos tenham o olhos sob si, esses atributos físicos levaram a que, numa audição, tenham recebido uma callback. Um excelente sinal pensava ela... até o produtor lhe fazer uma proposta indecente que ela recusou de imediato.

Tendo dificuldade em arranjar emprego desde então, arranja um num escritório de detetives, atuando para descobrir infielidades, de forma a ter capacidade de pagar a renda e o curso de teatro numa das melhores escolas do país. Algo que parecer ser extremamente boa a fazer. De tal forma que é chamada pela polícia para fazer esse papel num dos seus casos, tornando-se uma agente infiltrada...

Foi um livro que na minha cabeça se divide em 4 metades. O antes de conhecer Patrick (protagonista masculino do  livro), o durante o contacto Patrick e polícia, o enquanto a relação com Patrick crescia e o final. A primeira foi morna, lenta masque me conseguiu prender, assim como a segunda parte, que parecia um jogo em que estavamos constantemente a tentar compreender em que lado do campo iria cair a bola. Comecei a ter problemas na terceira parte. Nesta achei tudo tão confuso, rápido, ténue e um tanto ou quanto mais aprofundado. Apareceram personagens de que já nem me lembro bem e ações que acho que não contribuiram nada para a narrativa. O final, surpreendeu-me e gostei muito deste.

Um livro que me surpreendeu, mas o que me prendeu e surpreendeu no início da narrativa ficou um pouco para trás quando li confusão da terceira parte da narrativa. Quero ler algo mais da autora (tenho outro livro dela cá em casa, talvez o leia ainda este ano), para conseguir perceber se realmente gosto da escrita dela ou se há algo ali que me falta.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Novidade Suma de Letras

domingo, 23 de junho de 2019

Uma Gaiola de Ouro

Autora: Camilla Läckberg
ISBN: 9789896657420
Edição ou reimpressão: 04-2019
Editor: Suma de Letras
Páginas: 408

Sinopse:
Uma história dramática sobre fraude, redenção e vingança.
Aparentemente, Faye parece ter tudo. Um marido perfeito, uma filha que muito ama e um apartamento de luxo na melhor zona de Estocolmo. No entanto, algumas memórias sombrias da sua infância em Fjällbacka assombram-na e ela sente-se cada vez mais como se estivesse presa numa gaiola de ouro.
Antes de desistir de tudo pelo marido, Jack, era uma mulher forte e ambiciosa. Quando ele a engana, o mundo de Faye desmorona-se e ela tudo perde, ficando completamente devastada. É então que decide retaliar e levar a cabo uma cruel vingança…
Uma Gaiola de Ouro é um romance destemido sobre uma mulher que foi usada e traída, até tomar conta do próprio destino.


Opinião:
Sim... admito... Nunca li nada de Camilla Läckberg, apesar de ter diversos dos seus livros, uns em ebooks e outros em livro físico. Mas este não consegui resistir. As críticas pela internet dispararam de repente e não existia nem uma negativa! Só lia boas críticas em blogues e ouvia falarem bem no booktube, por isso soube de imediato que tinha que ler este livro!

Faye tinha o que se pode denominar de vida perfeita. Melhor casa das redondezas, na zona rica da cidade, marido lindíssimo e com um negócio milionário. Todos viam-nos como um excelente casal. Um a máquina de fazer dinheiro, o outro quem cuidava de tudo para essa máquina conseguir respirar. O que ninguém sabe é que Faye é um cérebro em negócios e tudo o que o marido construiu deveu-se e muito a ela, fator que Faye guarda para si mesma... Até ao dia em que encontra o marido com a parceira de negócios! Tudo o que Faye guardara para si mesma vem ao de cima e decide que quer voltar a ter voz e que se irá vingar a todo o custo.

Cria assim um novo negócio, Revenge (Vingança). Perfumes que irão torná-la rica e que a irão ajudar a destruir o marido de uma vez por toda, mostrando finalmente a todos quem era o verdadeiro cerébro por trás do negócio.

Pelo que sei da autora, este livro sai um pouco do registo a que nós, em Portugal, estamos habituados, não sendo um policial mas mais um thriller psicológico, que a autora escreve de forma crua e sublime, conseguindo-nos fazer torcer por Faye mesmo nos momentos em que o que esta faz é tudo menos correto. Mas nós apenas queremos vê-la vencer no seu jogo e ficamos de tal formas envolvidas na personagem que é como se nós é que tivessemos sido traídas.

A história que nos guia ao longa da narrativa não tem uma base totalmente nova, mulher traída quer-se vingar, mas a forma como a autora coloca pequenos entraves durante o percurso a Faye, como esta consegue contorná-los e as ações dela para conseguir chegar ao seu objetivo final, tornam este livro em algo estupendo!

Um livro que li em apenas um dia e que não consegui largar enquanto não soube como ia terminar. Uma narrativa que adorei e recomendo sem reserva alguma, que autora estupenda!

sábado, 11 de maio de 2019

O Homem das Castanhas

Autor: Søren Sveistrup
ISBN: 9789896657390
Edição ou reimpressão: 02-2019
Editor: Suma de Letras
Páginas: 450

Sinopse:
Uma tempestuosa manhã de Outubro. Num tranquilo subúrbio de Copenhaga, a Polícia faz uma descoberta terrível. No recreio de um colégio, uma jovem é encontrada brutalmente assassinada, e falta-lhe uma das mãos. Pendurado por cima dela, um pequeno boneco feito com castanhas.
A jovem e ambiciosa detective Naia Thulin é designada para desvendar o caso. Com o seu colega Mark Hess, um investigador que acabou de ser expulso da Europol, descobrem uma misteriosa prova sobre «o homem das castanhas», nome com que os media baptizaram o assassino. Existem evidências que o ligam a uma menina que desapareceu um ano antes e foi dada como morta: a filha da ministra Rosa Hartung.
Mas o homem que confessou o assassínio da menina, um jovem que sofre de uma doença mental, já está atrás das grades e o caso há muito tempo fechado. Quando uma segunda mulher é encontrada morta e, junto dela, mais um boneco de castanhas, Thulin e Hess suspeitam de que possa haver uma ligação entre o caso Hartung e as mulheres assassinadas.
Mas qual é a relação entre as duas mortes? Thulin e Hess entram numa corrida contra o tempo. O assassino tem uma missão e está longe de a terminar.


Opinião:
Fiquei curiosa com este livro graças à campanha de marketing levanda a cabo pela editora, mas admito que não comecei de imediato a lê-lo pois é um livro ainda grandinho e com um tamanho de letra muito pequeno. Mas comecei a ler tantas críticas excelentes a este novo título que não resisti a ir atrás da maré e a ler também eu este livro. E a gostar mais do que esperava, tenho que admitir.

Naia é uma excelente detetive que está prestes a mudar de departamento, mas antes dessa mudança é chamada para investigar um novo crime, a morte de uma jovem que fora encontrada morta e mutilada. A juntar ao macabro de toda a cena, ao pé da jovem assassinada encontrava-se um pequeno boneco feito de castanhas, uma tradição antiga que muitas das crianças da terra continuavam a fazer. Uma tradição assustadora quando essas castanhas têm as impressões digitais de uma criança desaparecida há um ano, a filha de uma ministra.

A juntar-se a Naia para a investigação deste crime temos Hess, um polícia mais qualificado que muitos, que acabara de vir da Europol por razões desconhecidas. Um homem muito cabisbaixo e frio, mas muito bom naquilo que fazia.

Um livro que me surpreendeu! Esta narrativa é qualificada de policial, mas acaba por ter também um pouco de drama familiar e drama político, o que adicionou "realidade" a toda a narrativa. As personagens são extremamente reais e facilmente criamos laços com todas elas e apenas queremos saber como elas estão, o que se passou na sua vida...

O que achei engraçado é que apesar de ser um policial, não é em redor do "polícia principal" que a ação é narrada, mas sim de todos os intervenientes, daí eu dizer que também tem uma parte de drama familiar. Acabamos por conhecer todas as personagens de igual modo, ligando-nos a todos da mesma forma. 

É um livro imprevisível, cheio de reviravoltas e com personagens fortes com quem criamos uma grande ligação. Um livro muito bom que tive pena de não ler com mais calma e cabeça, mas que mesmo assim gostei imenso! Experimentem!

sexta-feira, 3 de maio de 2019

O Dia em que Perdemos a Cabeça

Autor: Javier Castillo
ISBN: 9789896657376
Edição ou reimpressão: 01-2019
Editor: Suma de Letras
Páginas: 456

Sinopse:
Centro de Boston, 24 de Dezembro, um homem caminha nu, trazendo nas mãos a cabeça decapitada de uma jovem mulher.
O Dr. Jenkins, director do centro psiquiátrico da cidade, e Stella Hyden, agente do FBI, vão entrar numa investigação que colocará em risco as suas vidas e a sua concepção de sanidade. Que acontecimentos fortuitos ocorreram na misteriosa Salt Lake City há dezassete anos? E por que estão todos a perder a cabeça agora?
Com um estilo ágil e cheio de referências literárias- Garcia Márquez, Auster e Stephen King - e imagens impactantes, Javier Castillo contruiu um thriller romântico narrado a três tempos que explora os limites do ser humano e rompe com a estrutura tradicional dos livros de suspense.
Amor, ódio, estranhas práticas, intriga e acção trepidante inundam as páginas deste thriller romântico, que se converteu num fenómeno editorial antes da sua publicação em papel.


Opinião:
Com uma capa que gostei imenso este foi um livro que quis ler de imediato. E a vinda do autor a Portugal ainda me deu mais vontade, pois queria ir ter com o autor a conhecer a obra. E foi assim que comecei esta leitura, um policial de ritmo rápido, capítulos curto e diretos e uma nova revelação em cada um deles.

Tal como diz a sinopse este livro começa com um homem nu a correr pela rua com uma cabeça debaixo do braço. Uma cabeça humana... que fora cortada de algum corpo! De imediato o homem é preso e levado para interrogatório, mas durante todo esse processo o homem parecia louco, aluado e totalmente perdido. Apenas começa a abrir-se um pouco quando Stella Hyden, uma jovem agente do FBI, lhe aparece à frente, afirmando que ela estava destinada a ir falar com ele e que ele estava à sua espera.

O melhor para mim nesta narrativa foi os saltos temporais da mesma. Sempre gostei imenso dessa característica nos livros e este não foi excepção. Saltamos de 1996 até ao presente, e compreendemos o que acontecera, quem era este homem que parecia louco, a sua necessidade louca de falar com Stella e como todos estes pontos se acabam por ligar. 

Este livro é escrito em capítulos curtos, de ritmo rápido e com revelações que nos deixam sempre curiosos para saber mais e mais. Um curiosidade interessante é que o autor escreveu este livro em capítulos curtos porque desenvolveu a narrativa no percurso que fazia diariamente entre casa e o trabalho, o que achei deveras interessante e acho que apesar de não ter sido algo propositado, deu um bom ritmo à história.

A conclusão da narrativa deixa uma ponta solta que irá criar um novo livro, livro esse que estou deveras curiosa pois quero ver a mudança na escrita do autor ao ter escrito esta história enquanto tinha outro trabalho versus a escrita quando se dedica inteiramente à escrita.

Um livro que gostei, e que me deixou curiosa pela ver o desenvolvimento da história e do próprio autor.

domingo, 28 de abril de 2019

Resultado de "Passatempo de Fevereiro"

E aqui estão os resultados deste passatempo!

Quero agradecer imenso à Suma de Letras pelo apoio e a todos que publicitaram este passatempo nos seus blogs e fóruns.

As respostas são:
1) A cabeça decapitada de uma jovem mulher.
2) Stella Hyden.
3) Romântico.

E o vencedor, escolhido através do site random.org, é:
114 - Ana Patrícia Gabriel dos Santos

Parabéns ao vencedor e boas leituras!

terça-feira, 9 de abril de 2019

Novidade Suma de Letras

domingo, 3 de março de 2019

Novidade Suma de Letras

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Passatempo de Fevereiro

Vamos a meio de Fevereiro, mas ainda a tempo para o passatempo deste mês, com o livro "O Dia em que Perdemos a Cabeça" do autor Javier Castillo.


Se querem ter a oportunidade de ganhar este maravilhoso exemplar é só responder às pequenas e simples questões que se seguem. Todas as respostas podem ser encontradas no blogue ou após uma curta pesquisa pela internet. Boa sorte e boas leituras!!

Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 28 de fevereiro (quinta).
2) Só é válida uma participação por pessoa.
3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será contactado por email e o resultado será anunciado no blogue.
5) O envio do prémio será realizado por mim, via CTT.
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

"Um livro impressionante e brilhantemente concebido"


«Um livro impressionante e brilhantemente concebido. . . uma saga cheia de alegria e dor, humor e amargura, e uma série de personagens que vivem, respiram e iluminam o mundo das mulheres negras.» Publishers Weekly

«A cor púrpura é uma celebração exuberante de tudo o que significa ser mulher, ser uma mulher negra e gostar das melhores celebrações, é honesta. A honestidade de Alice Walker neste livro é combativa, implacável e redentora. É dessa honestidade que surge a amargura e, no entanto, a amargura nunca macula a humanidade da visão de Walker. Adoro que A cor púrpura não tente amenizar seus golpes, mas também seja corajoso o suficiente para manter uma fé maravilhosamente afirmativa na possibilidade, no perdão, na bondade e na esperança.» Chimamanda Ngozi Adichie

«Uma das escritoras americanas mais talentosas.» Isabel Allende

«Às vezes engraçado, principalmente comovente e ainda enfeitiçado com um encanto de conto de fadas, A cor púrpura aborda bravamente questões sociais e deve ser leitura obrigatória para todos, especialmente para aqueles que ainda optam por fechar os olhos aos abusos e violências cometidos por conta do sexismo e racismo.» Open Road Review Magazine

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Monteperdido - A Vila das Meninas Desaparecidas

Autor: Agustín Martínez
ISBN: 9789896655532
Edição ou reimpressão: 07-2018
Editor: Suma de Letras
Páginas: 464

Sinopse:
Um thriller psicológico absorvente e de ritmo cinematográfico.
Ana e Lucía, duas amigas de onze anos de uma pequena aldeia dos Pirenéus, abandonam a escola e vão para suas casas. Mas nunca chegam ao seu destino. 
Cinco anos mais tarde entre os despojos de um acidente de carro, num desfiladeiro próximo a Monteperdido, aparecem o corpo de um homem e uma adolescente gravemente ferida e desorientada. 
É Ana, uma das meninas que desapareceu há muito tempo. 
Enquanto toda a aldeia tenta assimilar o rumo dos acontecimentos, o caso é reaberto.


Opinião:
Recebi este livro cá em casa e admito que fiquei muitíssimo curiosa. Foi um livro que começou lentamente e que apenas a partir do últimos dois terços é que me começou a prender, pois começamos a reparar que as pontas estão muitíssimo soltas e apenas queria saber o que é que se passava naquela pequena vila.

Há cinco anos atrás duas raparigas, muito amigas e que costumavam estar sempre juntas, desapareceram sem deixar rasto. A polícia passou tudo a pente fino mas não conseguiu descobrir o verdadeiro paradeiro das duas crianças de 11 anos. Agora do nada uma das raparigas, Ana, surge de um acidente de automóvel viva. Mas onde está Lucía? Onde esteve Ana estes cinco anos? Viu quem a sequestrou?

Foi um livro que me começou a prender após, mais ou menos, o primeiro terço do livro. Inicialmente há muita coisa a acontecer em simultâneo, temos imensas personagens novas, nomes que são semelhantes e tudo a acontecer na mesma terrinha pequena com o mesmo propósito. Isto inicialmente confundiu-me e fez com que a leitura fosse mais lenta. Mas após ultrapassar essas partes, de reconhecer as personagens não só pelo nome mas para a ação em que estavam presentes, a leitura foi mais corrida. Além disso o facto de nada "bater bem", de existirem imensas histórias e de nenhuma parece interligar-se, ainda me deu mais vontade de continuar a ler este livro, pois queria a todo o custo saber o que tinha acontecido a estas duas raparigas naqueles cinco anos e onde é que estaria Lucía.

Acho importante referir-vos que este livro, com 464 páginas nem 10 capítulos tem, o que para mim, que leio antes de dormir e não consigo deixar um capítulo a meio me fez comichão, mas isso é uma mania minha.

É um livro com um excelente fio condutor, que podia ser mais pequeno pois existiam partes que considerei um pouco palha e personagens desnecessárias. Apesar disso, adoro estes thrillers que ocorrem em pequenas cidades pois para além do thriller em si, temos os desacatos porque todos se conhecem e sabem os segredos uns dos outros, algo que foi uma mais valia neste livro. O final, não estava totalmente à espera. Só nos "finalmentes" da narrativa começamos a perceber o que se passava e por isso o final foi uma surpresa para mim. Uma surpresa que gostei.

Um livro que me custou entrar, mas que acabou por entranhar-se e gostei.