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terça-feira, 8 de novembro de 2011
Género: Ficção Literária
Tradutor: Miguel Batista
N.º de páginas: 480
Data de lançamento: 4 de novembro
PVP: 18,50 €

Um livro visionário, profético, de dimensões bíblicas, que põe a nu o mais ridículo e o mais sublime do ser humano, a nossa capacidade para a destruição e para a esperança. Negro, terno, inquietante, violento e hilariante, revela Margaret Atwood no seu melhor.

O sol já brilha no céu, dando ao cinzento do mar o seu tom avermelhado. Os abutres secam as asas ao vento. Cheira a queimado. O dilúvio seco, uma praga criada em laboratório pelo homem, exterminou a humanidade. Mas duas mulheres sobreviveram: Ren, uma dançarina de varão, e Toby, que do alto do seu jardim no terraço observa e escuta. Está aí mais alguém?

«Por detrás deste romance encontra-se uma acesa preocupação ambiental, bem como uma indagação, esta mais subtil, acerca daquilo que faz de nós humanos.» Telegraph


«A maior escritora viva do Canadá sabe, sem sombra de dúvida, contar uma história viciante.» The Washington Post

«Acima de tudo, Margaret Atwood é genuinamente inventiva, e não apenas inteligente… uma escritora com uma espirituosidade metafísica que consegue sempre distorcer os nossos preconceitos. A sua imaginação fértil e rica exerce um efeito de exuberância, e muitas vezes de comicidade, mas o seu espírito satírico e retorcido não a limitam nem a definem. Os horrores e as ameaças são reais e envolventes porque estão enraizados em personagens humanas.» Telegraph

«Personagens inesquecíveis, um ritmo minuciosamente controlado e cenas chocantes de tão verosímeis dão asas a este livro, até chegarmos a um final misterioso, de arrepiar.» The San Francisco Chronicle

«Inquietante, num tempo em que a escassez de recursos naturais, as espécies em vias de extinção, as experiências ao nível da genética e o aquecimento global são tudo menos ficção.» USA Today



Margaret Atwood nasceu em Otava em 1939. É a mais conhecida autora canadiana e publicou mais de quarenta livros de ficção, poesia e ensaio. Recebeu diversos prémios literários ao longo da sua carreira, incluindo o Arthur C. Clarke, o Booker Prize, o Governor General’s Award e o Giller Prize, bem como o prémio para Excelência Literária do Sunday Times (Reino Unido), a Medalha de Honra para Literatura do National Arts Clube (EUA), o título de Chevalier de l’ Ordre des Artes e des Lettres (França) e foi a primeira vencedora do Prémio Literário de Londres.
Os seus livros estão traduzidos para trinta e cinco línguas. Vive em Toronto com o escritor Graeme Gibson.
www.margaretatwood.ca

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