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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Novidades Bertrand

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Novidade Bertrand

sábado, 9 de janeiro de 2016

Novidade Bertrand

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Novidade Bertrand

sábado, 5 de setembro de 2015

Novidades Bertrand


quinta-feira, 30 de julho de 2015

Bolha

Autor: Anders De La Motte
Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 424
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722529174

Sinopse:
O Jogo foi uma experiência perigosa para Henrik «HP». Encontra-se agora no meio de uma crise profunda, numa vida de grande isolamento, convencido de que está sob constante vigilância da polícia e do Mestre do Jogo. Vê sistematicamente pessoas das suas missões passadas e não tarda a que a sua paranoia se transforme em loucura. Já não sabe em quem ou em que acreditar e a fronteira entre o Jogo e a vida real é cada vez mais ténue. Ainda assim, está determinado a concluir uma derradeira missão que irá tornar o Jogo mais claro e desvendar a verdade que se esconde por detrás dele, sejam quais forem as consequências.
A vida de Rebecca mudou radicalmente desde que o irmão se envolveu no Jogo. Deixou a Polícia e começou a trabalhar numa empresa privada de IT. A sua relação está por um fio e ela tenta salvá-la. Quando se depara com um cofre que em tempos pertenceu ao seu pai e que contém uma arma e vários passaportes, começa a sua própria investigação em busca da verdade. Pode haver uma relação entre o passado do seu pai, o Jogo e aquilo que está a acontecer ao seu irmão, HP…


Opinião:
Esta é uma trilogia que me desperta diferentes sentimentos. Os dois primeiros livros têm uma ação rápida e por vezes perdia-me a meio da narrativa, mas apesar disso adorava cada momento, cada reviravolta e cada susto. Queria saber quem estava por trás de tudo, quem era o culpado do que estava a acontecer e porque é que estava a acontecer. Admito que este era o meu grande desejo do início ao fim e foi por isso que decidi terminar a trilogia.

HP estava medido num grande sarilho! Um sarilho que já lhe matou bons amigos e que está prestes a destruir o que lhe resta da família. Apesar de ser preguiçoso por natureza, se há algo mais que HP é, é ser inteligente e usa esse intelecto para fugir ao Jogo. Mas o Mestre do jogo também é inteligente e parece estar sempre um passo à frente. HP já sabe o que irá fazer dali a mais de um mês mas o mestre do jogo já sabe o que ele quereria fazer dali a um ano, o que acaba por diminuir o número de escapatórias possíveis.

Mas agora o jogo não o tem apenas a ele. Tem-no a ele e à irmã, e sendo esta uma pessoa que ele ama acima de tudo, HP não tem outra opção senão regressar ao jogo, tentando a todo o custo não morrer durante a viagem... Uma viagem que começa na empresa para a qual a irmã agora trabalha após ter deixado a polícia. Uma empresa que quer criar um sistema de alarmes infalível e para isso recorre a alguém que percebe do assunto.

Mais uma vez foi um livro que se leu muito bem mas que não me disse nada por aí além. Não achei um livro especial, achei-o mais um. Não me entendam mal, eu não detestei, mas é um daqueles livros que sei que, daqui a um mês, quando me perguntarem pormenores já não sei nada de nada para vos dizer... É uma narrativa rápida, e em cada página há um novo desenvolvimento. Cada página tem uma nova aventura, uma nova pedra que se colocou no caminho e não dá para perder muito tempo porque brevemente algo irá, de novo, acontecer.

Apesar deste ritmo louco ser interessante e nos prender do início ao fim, pelo menos a mim leva-me a perder certos factos, a confundir um pouco o que se passava e onde, porque diversos acontecimentos estavam a ocorrer em simultâneo. A certas alturas já não sabia quem era a pessoa x de quem todos estavam a falar e já não me lembrava de certos pormenores que haviam sido descritos anteriormente. Pode ser de mim e não acontecer a muitos leitores, mas no meu caso a velocidade da narrativa fez-me confundir muitos acontecimentos.

Um livro que para os amantes do género sem dúvida que será um delícia. No meu caso, deu para passar um bom bocado, mas não achei nada de especial.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Novidade Bertrand

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Vibração

Autor: Anders De La Motte
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 400
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722528061

Sinopse:
Henrik «HP» está em fuga. Passaram-se catorze meses desde que ele se tornou prisioneiro de um Jogo de Realidade Alternativa que quase lhe acabou com a vida. Agora tem tudo aquilo que deseja: dinheiro, liberdade e um mínimo de responsabilidades. Mas, apesar de tudo isto, não está satisfeito. Sente falta da adrenalina e o seu novo estilo de vida aborrece-o. Quando conhece a bonita e rica Anna Argos num hotel luxuoso do Dubai, a vida torna-se logo mais interessante. Mas há alguma coisa inquietante debaixo da superfície calma de Anna. E passa-se alguma coisa estranha com o telemóvel dela…
Para Rebecca, a vida devia ser mais fácil agora que o seu passado já não a persegue. Acaba de ser promovida novamente e está prestes a ir viver com o namorado. Mas, apesar disso, está com dificuldade em assentar. Tudo muda quando toma conhecimento de um fórum na Internet onde um detetive anónimo escreve histórias ameaçadora que são claramente acerca dela.
À medida que o cerco se vai fechando sobre HP e Rebecca, as questões vão surgindo. O que é real? Em quem se pode confiar? E como é que uma pessoa se protege de uma ameaça cuja existência não se pode provar?


Opinião:
Após ter lido o primeiro livro desta trilogia, um livro que se foi construindo lentamente mas cuja escrita leve e prática me prendera do início ao fim, queria imenso saber o que iria acontecer. Foi dessa forma que, após este livro sair, a curiosidade de o ler era muitíssimo grande. Ainda bem que o fiz, pois achei-o bem melhor do que o primeiro, mais emocionante, com mais ligação às personagens e uma narrativa com mais momentos engraçados e apesar de toda a pressão existente, momentos mais leves.

HP continua em fuga. Sabe que se o Jogo o apanhar há uma grande probabilidade de o matarem de imediato. E isto, claro, se tiver sorte, pois a tortura pode muito bem estar incluída no pacote. A sorte de HP é que no livro anterior conseguira ficar com os diversos milhões que lhe haviam sido prometidos, embora ele não tivesse feito o que era suposto para os receber. Aproveitado a boa vida enquanto pode, a verdade é que tal é muitas vezes estragado pelo facto de HP estar constantemente a olhar por cima do ombro, com medo de puder ser apanhado em qualquer momento.

Mas tal como no livro anterior, HP não consegue manter-se afastado do perigo e acaba por usar a identidade de um dos seus grande amigos, um homem com um grande prodígio e muito inteligente, entrando assim num negócio para o qual tem imenso jeito. Um negócio que mais uma vez não é apenas o que parece. Enquanto isso, a sua irmã, Rebecca, está a avançar na sua vida, indo viver com o namorado. Mas quando começam a acusá-la de mil e uma coisas diferentes, Rebecca decide saber o porquê de tudo o que lhe está a acontecer, o que te uma forma inesperada acaba por a levar ao seu irmão mais novo...

Sim, este livro está muito melhor do que o anterior. O drama aumenta drasticamente e vemos como o Jogo era apenas uma pequena parte de um todo. Uma parte muitíssimo pequena. Hoje em dia a tecnologia comanda a nossa vida e é através desta que o Jogo foi divulgado, tal como é através desta que uma maior operação estará a ser levada a cabo. Uma operação que mais uma vez acaba por envolver HP, que se mete literalmente na boca do lobo.

As próprias personagens estão mais cativantes, prendendo-nos mais à narrativa. Acho que como o autor já nos dera a conhecer HP e Rebecca no livro anterior, neste acabou por as fazer ter mais garra e gostei imenso de ver isso. O ritmo da narrativa é alucinante, passando a uma velocidade louca. De um momento para o outro há tantos acontecimentos que apenas queremos continuar a ler para saber que mais se passaria e a própria maneira de ser das personagens permite esse ritmo.

Um livro muito melhor do que o primeiro e que me deixou imensamente curiosa para ler o último da trilogia.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Novidades Bertrand


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Nunca Te Apaixones por Um Highlander

Autora: Maya Banks
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 272
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722529105

Sinopse:
O coração jovem e rebelde de Caelen McCabe quase destruiu o seu clã. Chegou a hora de colocar a lealdade à família acima de tudo o resto e casar com a noiva abandonada pelo irmão mais velho, salvando assim a frágil aliança entre dois clãs. Mas embora a bela Rionna McDonald seja uma mulher perfeitamente aceitável para qualquer homem, a verdade é que Caelen não confia em mulher nenhuma, especialmente nesta doce sedutora que ele tanto deseja. Claro que Rionna é uma vítima nos jogos de poder do seu pai, mas ela está determinada a cumprir o seu dever, ao mesmo tempo que jura proteger o seu coração e o seu orgulho de qualquer humilhação. Mas, apesar de tudo, o calor do toque de Caelen faz com que as suas defesas derretam e ela deseja intensamente as delícias sensuais de um marido que guarda as suas emoções com a mesma ferocidade com que guarda o seu clã. Quando explode a derradeira guerra pelo legado McCabe, o verdadeiro espírito guerreiro de Rionna vem ao de cima. Ela irá arriscar a ira do seu pai, a fúria dos seus inimigos e a própria vida para provar a Caelen que o seu amor é demasiado precioso para se perder.


Opinião:
Faltava-me este livro para dar por terminada esta trilogia. E devo dizer que de todos os livros este era o que mais me chamava a atenção. Afinal de contas conhecemos as personagens principais dos outros livros, sabemos como Rionna já tinha sido abandonada duas vezes, uma delas ao altar, devido a um aliança. Também sabíamos que Caelen tinha jurado a pés juntos que nunca se iria casar e que nada o poderia demover. Estes eram ingredientes que já conhecíamos dos outros livros e foram ingredientes que me fizeram, e muito, querer saber o que iria acontecer a estas personagens por quem já tinhamos desenvolvido um certo carinho.

Rionna era a herdeira do clã McDonald. Única filha de seu pai, é o seu único trunfo para acabar com a guerra que está prestes a assombrar aquelas terras. Pertencendo a um clã pobre, sendo que o seu chefe apenas se importava consigo mesmo, desde cedo Rionna tinha desenvolvido uma forte maneira de estar e pensar, decidindo que se o seu clã passava dificuldades, ela também.

Já Caelen pertencia ao clã McCabe. Um clã forte e que desde o casamento do seu irmão era também rico, eram conhecidos por ser uma grande força armada. Caelen ainda se culpava pelo que tinha acontecido ao seu clã, pois fora o seu jovem coração que permitira a morte da esposa do irmão e a morte do seu pai, embora ninguém o culpasse de tal. Decidido a compensar os erros do passado, quando percebera que era o único irmão a quem faltava esposa, apesar das promessas do passado, decidira dar um passo em frente e oferecer-se para casar com Rionna, que já estivera prometida aos seus dois irmãos.

Esta relação de imediato parece condenada. Rionna gosta da sua liberdade. Nada sabe sobre os deveres de uma mulher casada e apenas quer aprender a lutar com os homens enquanto estes treinam. Por outro lado Caelen não está disposto a aceitar tais liberdades. Sabe que tal não é próprio de uma esposa e quer que esta esteja em casa a tratar das tarefas domésticas enquanto os homens fazem o seu trabalhos. Além disso não é um homem propriamente afável como os seus irmãos, sendo que assusta Rionna que cria de imediato uma antipatia para com ele.

Como se não bastasse esta situação, Caelen tem que ser laird de um clã que nunca o vira na vida. Um clã que não leva nada a bem ter trocado de laird momentaneamente sem terem sido consultados. Um clã que sente estar a perder a identidade ao passar para um novo laird.

Este é um livro pequenino que se lê de uma só assentada. As personagens, sendo que já as conhecemos minimamente, não são novidade para o leitor, mas são mais aprofundadas e ficamos a conhecer melhor o seu passado e o que as leva a agir como agem. Ficamos a saber porque é que Rionna queria a todo o custo tornar-se das melhores guerreiras do clã. Ficamos a saber porque é que Caelen não queria casar mas aceitara se fosse Rionna. Ficamos a saber mais sobre o clã de Rionna e tudo pelo que tinham passado, sendo que esse acaba por ser um dos grandes fios condutores de toda a história. A ligação de Caelen para com o clã de Rionna, sendo que todos deste clã a adoram como se fosse a sua filha ou irmã.

Um livro que termina assim a história do clã McDonald e McCabe, sendo que adorei a ação final de Caelen, uma ação vinda do coração. Recomendo a qualquer sonhadora que adora highlanders, um bom romance e uma grande luta de fundo.

sábado, 12 de julho de 2014

Convite Bertrand

sábado, 28 de junho de 2014

Novidade Bertrand

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A Rapariga-Corvo

Autor: Erik Axl Sund
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 368
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722526159

Sinopse:
A psicoterapeuta Sofia Zetterlund está a tratar dois pacientes fascinantes: Samuel Bai, um menino-soldado da Serra Leoa, e Victoria Bergman, uma mulher que tenta lidar com uma mágoa profunda da infância. Ambos sofrem de transtorno dissociativo de personalidade.
A agente Jeanette Kihlberg, por seu lado, investiga uma série de macabros homicídios de meninos em Estocolmo. O caso está a abalar a investigadora, mas não tem tido grande destaque devido à dificuldade em identificar os meninos, aparentemente de origem estrangeira.
Tanto Jeanette como Sofia são confrontadas com a mesma pergunta: quanto sofrimento pode um ser humano suportar antes de se tornar ele próprio um monstro?
À medida que as duas mulheres se vão aproximando cada vez mais uma da outra, intensificam-se os segredos, as ameaças e os horrores à sua volta.


Opinião:
Esta capa está absolutamente fenomenal! Super misteriosa e até um pouco assustadora, promete que estamos perante um livro absolutamente fantástico com os ingredientes de um policial psicológico. E ao ler a sinopse confirmei precisamente isso, o que me aumentou ainda mais a curiosidade. Este foi daqueles livros que mal vi nas livrarias soube que tinha que o ler!

Jeanette Kihlber é uma agente da polícia conhecida pela sua eficiência naquilo que faz e por ser das poucas mulheres a ter um posto tão importante naquela esquadra. Casada com um artista plástico que não faz outra coisa senão começar quadros que acabam de algo forma por ficar sempre inacabados, este é um homem sonhador que acha que o dinheiro cresce das árvores e não repara no cansaço crescente bem visível em Jeanette devido a esta ter que sustentar sozinha a família, a que pertence mais um filho.

Sofia Zetterlund é uma psicoterapeuta muito boa naquilo que faz, devido à sua calma inerente e a um sentido de responsabilidade muito elevado. Vive com um homem que diz amar, embora esteja constantemente a pensar em outro amor antigo. Sofia tem pacientes muito interessantes que vamos conhecendo ao longo de todo o livro, especialmente Victoria Bergman e um rapaz da Serra Leoa, Samuel Bai, ambos tendo sofrido atrocidades quando eram simples crianças que deveriam brincar e ser felizes.

Quando um estranho e assustador assassino se encontra à solta, assassinando crianças de forma fria e sem coração, é Jeanette que quer provar que o assassino é o mesmo e que os casos das diversas mortes não são casos soltos. Mas é Sofia que poderá ter a chave para o mistério, através dos seus estranhos e peculiares doentes.

Adorei! Este é um livro frio e cru, onde o autor descreve de uma forma muito direta e sem floreados tudo o que acontece, inclusive atos que arrepiam qualquer um. É um livro que devido aos atos horripilantes descritos em junção com a escrita do autor, darão a volta ao estômago de muitos leitores, embora eu deva afirmar que apesar disso é um género que adoro. As personagens femininas principais estão muitíssimo bem descritas e acabamos por sentir uma grande afinidade por elas e pelas suas ações ao longo de todo o livro. As suas vidas pessoais acabam por ser as nossas vidas pessoais e os seus dramas acabam por nos deixar preocupados com elas.

Também adorei as personagens de Samuel e Victoria, dois dos doentes de Sofia. Dois doentes que sofrem de personalidade múltipla, uma doença que acabou por ser explorada de forma fantástica pelo autor, tornado estas personagens muitíssimo curiosas e fascinantes! O final... fantástico! Não estava nada à espera da reviravolta final embora quando esta aconteceu tudo começara a fazer sentido, tudo se começou a interligar.

Sem dúvida alguma um excelente livro, que recomendo a todos sem reservas algumas, embora seja um livro muito forte do início ao fim.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Novidade Bertrand

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Sedução nas Highlands

Autora: Maya Banks
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 296
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722527767

Sinopse:
Alaric McCabe, inteiramente leal ao seu irmão mais velho, lidera o seu clã na luta pelo que lhes pertence por nascimento. E está também preparado para se casar por dever. Mas, quando vai a caminho de pedir a mão de Rionna McDonald, filha de um chefe das terras as mais próximas, sofre uma emboscada e é deixado como morto. A sua vida é milagrosamente salva pelo toque suave de um anjo das Highlands, uma beldade corajosa que porá á prova a lealdade de Alaric para com o seu clã, a sua honra e os seus desejos mais íntimos.
Keeley McDonald, uma pária do seu próprio clã, foi traída por aqueles que amava e em quem confiava. Quando o cavaleiro ferido cai do seu cavalo, ela sente-se atraída pelo seu corpo esbelto e forte. O brilho dos seus olhos verdes acende nela a chama da paixão, que os acompanhará até ao castelo de Alaric, onde o seu amor proibido os levará mais longe nos prazeres da carne. Mas à medida que a conspiração e o perigo se fecham à sua volta, Alaric vê-se obrigado a fazer uma escolha impossível: irá ele trair os seus laços familiares pela mulher que ama?


Opinião:
Admito que tenho uma paixão especial por Highlanders. São fortes, determinados, com grandes valores e muito sexys, o que é sempre bom num personagem masculino, daí ser um livro que tem tantas fãs femininas. Já conhecia a autora Maya Banks de outros livros, sendo um deles um livro erótico que admito, não gostei nada. Mas visto este livro ser um género diferente decidi arriscar, afinal de contas devemos sempre dar uma segunda oportunidade, não é?

Keeley já pertencera ao clã McDonald. Tinha sido amiga da filha do chefe do clã e era conhecida por muitos devido aos seus talentos como curandeira. Sendo uma órfã já há vários anos, não tinha ninguém que a protegesse e, quando menos espera, é mandada para fora do clã, uma pária. Embora esta saiba que a culpa não era sua, nada podia fazer contra a decisão final, tendo ido assim viver para longe das terras do clã, num terreno isolado e onde apenas recebia pessoas quando estas a procuravam devido aos seus talentos de curandeira.

Num dia como qualquer outro, surge do nada um cavalo com um homem em cima. Esse homem está demasiado magoado, estando à beira da morte. Visto que não está na natureza de uma curandeira deixar alguém ferido à sua sorte, não aguentou e levou o belo estranho para dentro da sua casa para o tratar... Esse estranho é nada mais nada menos do que o irmão do chefe de um outro clã que ia a caminho do seu casamento. Um homem de seu nome Alaric, alguém orgulhoso, determinado e muito forte.

Devo dizer que gostei imensamente deste livro e posso afirmar que a autora acabou por se desculpar do seu antigo livro, de que não gostei nada, através deste. Criou assim personagens fortes e determinadas, com uma personalidade e opinião própria, que gostei imensamente.

Keeley é alguém que está habituado a viver sozinha, sem ninguém a chatear, tendo como companhia apenas os seus pensamentos. Tal fé-la crescer e tornar-se alguém determinado, forte e muito inteligente. Por outro lado, temos Alaric. Um homem que sabe o seu lugar, e que para ajudar o seu povo fará tudo o que é necessário.

Através de uma escrita simples e fluída, que prende o leitor do início ao fim, acompanhamos o romance entre estas duas personagens. Um romance muito engraçado, sendo que o que mais gostava era a mão que ferro que Keeley tinha sobre Alaric e Caelen, o irmão mais velho de Alaric. Uma personagem que não fora muito desenvolvida no primeiro volume da trilogia e que aqui começa a ter um pequeno vislumbre. Um vislumbre que adorei e que sem dúvida alguma que o próximo livro será sobre ele, por isso vou mesmo ter que o ler, visto que o adorei a ele e aos seus fantasmas passados.

Um livro muito bom e que adorei.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Novidade Bertrand

quarta-feira, 19 de março de 2014

O Jogo

Autor: Anders De La Motte
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 328
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722527453

Sinopse:
Henrik Pettersson, «HP», encontra acidentalmente um telemóvel que o convida a entrar num jogo de realidade alternativa. Passado o teste de admissão, começa a receber uma grande variedade de missões emocionantes, todas elas filmadas e avaliadas secretamente. HP deixa-se imediatamente conquistar por este jogo, mas não tarda a perceber que ele não é tão inocente como a princípio parecia. A inspetora da polícia Rebecca Normén é o oposto de HP. É uma mulher com perfeito controlo da sua vida e uma carreira ambiciosa em ascensão. Tudo seria perfeito não fosse o bilhete escrito à mão que ela encontra no seu cacifo. Seja quem for que o escreveu, sabe demais acerca do seu passado.
Os mundos de HP e Rebecca aproximam-se inevitavelmente um do outro. Mas se a realidade é apenas um jogo, então o que é real?


Opinião:
Um policial de vez em quando sabe-me imensamente bem, admito. Embora não seja o género literário que leia em maior quantidade, a verdade é que me sabe bem de vez em quando. Adoro o mistério, o suspense, as investigações. Este livro chamou-me a atenção pela capa. É uma capa estranha, mas que promete um bom thriller com uma excelente quantidade de aventura e emoção.

HP é assim conhecido pelos amigos. Não fazendo propriamente nada da sua vida, a não ser saltar de trabalho para trabalho a fim de conseguir ter dinheiro para sobreviver, esta é uma vida difícil, especialmente se se é um antigo prisioneiro que acabara de sair da cadeia. Num dia que parecia como qualquer outro encontra um telemóvel nos transportes públicos. Um telemóvel como ele nunca tinha visto e que lhe prometia um bom dinheiro se fosse vendido no mercado negro. O estranho é que repentinamente o telemóvel recebe uma mensagem. Passadas repetidas mensagens, estas começam a conter o nome de HP. Não a alcunha, mas sim o seu verdadeiro nome, Henrik Pettersson. Desesperado por novas aventuras não resiste a entrar no jogo. Um jogo que lhe dá uma enorme adrenalina ao mesmo tempo que recebe dinheiro sem fazer nada de especial.

Enquanto HP se envolve num perigoso jogo, a sua irmã e antiga confidente tenta ao máximo subir na carreira de polícia. Não é fácil ser-se uma polícia do sexo feminino e Rebecca sente isso na pele quando quer fazer trabalhos mais perigosos e não a deixam... Mas faz tudo por merecer o crédito que lhe dão, algo que acaba por valer a pena, sendo reconhecida pelo seu trabalho.

Este é um bom livro, com uma escrita rápida e fluída e com constante mistério. Foi um livro que me prendeu do início ao fim e gostei de saber a relação entre os dois personagens principais. Devo dizer que tive pena por não desenvolverem ainda mais a personalidade de Rebecca e os seus problemas passados, mas talvez isso ainda aconteça nos próximos títulos, quem sabe? Afinal de contas estamos a falar de uma trilogia. Por outro lado, HP foi muitíssimo bem desenvolvido e acabamos por o conhecer em profundidade, acabando este por nos introduzir a outras personagens secundárias que com o passar da acção começam a ganhar cada vez uma maior importância.

Não é um livro do outro mundo, apesar de prender o leitor e de este não resistir a lê-lo do início ao fim. O grande problema foi que o autor quis tornar o mistério demasiado profundo para o tipo de resolução que tinha preparado. O final acaba dessa forma por enganar um pouco o leitor e o que se revelava um esquema mirabolante e uma descoberta fantástica, acabou por provar ser algo menos imaginativo do que esperava, e muito sinceramente foi isso que me desanimou no livro.

Apesar disso é um livro que leva o leitor a entrar numa aventura eloquente e cuja escrita prende-o do início ao fim, sendo que o grande problema do livro é o final, que eu esperava ser bem melhor.

sábado, 15 de março de 2014

Novidades Bertrand

sábado, 22 de fevereiro de 2014

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sábado, 11 de janeiro de 2014

Novidade Bertrand