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sábado, 4 de fevereiro de 2012
Carlos Reys é natural da Figueira da Foz- 1937- onde iniciou os seus estudos e despertou o gosto pelo desenho. Na juventude teve como professor o mestre pintor beirão Óthão Luís.
Frequentou, mais tarde, o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra para complemento dos estudos necessários à sua vida profissional.
Licenciado em “Design” Industrial pelo ISDOM, trabalha na Indústria de Moldes para Plásticos estando há vários anos radicado na Marinha Grande, como “designer” dirigindo o seu próprio Gabinete de Projectos. Tem-se destacado na criação e desenvolvimento de produtos em grande parte adquiridos para a linha “Regaline” da Companhia Americana Del Rey Plastic Corp., em New York.
Desde cedo começou também a dedicar-se às Artes Plásticas e a partir dos anos 60 iniciou a sua participação em manifestações culturais na região, através da ilustração de poesia e fez parte das Exposições dos Artistas de Leiria, organizadas pela Galeria Diedro em 1972 e 1973.
Aprofundando, fundamentalmente, o Desenho como meio de expressão, de temperamento inovador na distorção da forma natural dos elementos, Carlos Reys procura novos estilos, novas formas — na busca do momento de viragem entre o figurativo e o abstracto — impondo um certo realismo que é apreciado pela sua originalidade.
Frequentou os Cursos de Formação Artística da Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa e procura identificar-se no estudo da Estética e da História da Arte.


Quem tem ideais na vida terá, certamente, um ou mais mentores que como faróis, lhe indicarão rumos certos de rota e escolhos a evitar. Raramente o mentor será um modelo de conduta tão abrangente que se ajuste a todas as facetas da vida. Assim podemos ter mentores no campo da vida familiar, da vocação profissional, da vida artística, da vida amorosa e até na vida religiosa. O autor, Carlos Reys, adaptou um mentor ficcional, Guilherme Esteves, que o terá inspirado para a vida e que ele escolheu como personagem condutor de uma saga de pessoas que preenchem o tempo que vai do após a Primeira Guerra Mundial até aos nossos dias e cujas existências vão colorir uma cidade portuguesa, banhada por um rio que é fonte de sustento e de evasão de um Portugal oprimido até à libertação do 25 de Abril de 1974. Não sendo um livro histórico o retrato das personagens que o habitam é pelas suas características uma referência da sociedade média de Portugal do século XX.

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