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quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Autora: Lucinda Riley
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 496
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789892323619

Sinopse:
Côte d’Azur, 1998. Émilie lutou sempre contra o seu passado aristocrático. Agora, com a morte da mãe, é obrigada a confrontá-lo pois é a única herdeira do imponente castelo da família. Mas com a casa vem uma pesada dívida e muitas interrogações: qual era a finalidade do quarto secreto que descobre por baixo da adega? Quem é a misteriosa Sophia, que assina um comovente caderno de poemas? Quem foram os protagonistas da trágica paixão que mudou o curso da história da família?

Londres, 1943. Em plena Segunda Guerra Mundial, a inexperiente Constance Carruthers é recrutada pelos serviços de espionagem britânicos e enviada para Paris. Um incidente separa-a do seu contacto na Resistência Francesa, obrigando-a a refugiar-se junto de uma família aristocrata que entretém membros da elite de Hitler ao mesmo tempo que conspira para libertar o país. Numa cidade repleta de espiões e no auge da ocupação nazi, Constance vai ter de decidir a quem confiar o seu coração.
Constance e Émilie estão separadas por meio século mas unidas por laços que resistiram à força demolidora do tempo. Os segredos que o passado encerra pulsam ainda em busca de redenção.


Opinião:
Nunca li nada desta autora. Acabei por "cair na tentação" através das diversas críticas positivas ao primeiro livro da autora que fora publicado em Portugal. Um livro que todos os que o leram acabaram por querer ler este mal ele saiu no mercado, o que apenas pode significar que valerá a pena.

Émilie nunca quis ter nada haver com a sua família rica e sem preocupações. O que ela mais queria era viver sossegada e atingir os seus diversos objectivos pela sua própria mão, através do seu esforço. Mas quando a sua mãe morre, ela é a única herdeira de toda a fortuna e terrenos da família. Acaba dessa forma por de um momento para o outro de ter que pagar as dívidas da família com alguns dos terrenos e por ter que recuperar os restantes. Desesperada e sem saber como o fazer, acaba por receber a ajuda de Sebastian, alguém que afirma ser neto de Constance, amiga da família de Émilie. Num dos passeios pelas propriedades herdadas acaba por encontrar um quarto escondido no fundo de uma das propriedades. Um quarto com condições desumanas, mas que parecia ter sido habitado... O que acontecera ali?

A segunda guerra mundial já começou. Constance acaba por ser contratada para os serviços secretos, depositando estes muitas esperanças nas suas habilidades. Habilidades essas que acabam por ser desperdiçadas quando tem que se esconder na casa de um homem devido a uma falha na missão, ficando aí conhecida por grandes patentes nazis. De forma a não ser morta e a não comprometer a família que a acolheu, Constance tem que fingir que é uma pessoa como qualquer outra, além de ter que se fingir apaixonada por um dos oficiais nazis... Um oficial que apenas tem dentro de si ódio.

Duas história que parecem tão longínquas uma da outra acabam por se juntar e por estar mais relacionadas do que pareciam.

Fiquei surpreendida com este livro. Uma história sobre duas mulheres, que não podiam ser mais diferentes uma da outra mas que acabam por estar ligadas. Adorei conhecer Constance, uma mulher que sofreu imensa na vida e que viu imenso, acabando por viver para contar a história. Uma pessoa muito diferente de Émilie, que acabou se revelar alguém fraco de mente. Sim é uma caracterização forte, mas foi o que pensei. A maneira fácil com que ela aceitou casar com Sebastian. Como nunca desconfiou do facto de a partir de terem casado nunca estarem juntos uma única noite. Achei que era suposto termos pena da personagem, mas acabei por achar que esta era muito fraca de espírito e não gostei muito dela. Mas apesar disso adorei o irmão de Sebastian e foi só a partir dessa parte que comecei a gostar um pouco da personagem de Constance.

Um livro que recomendo e que me surpreendeu.

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