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segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Autora: Cheryl Holt
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 340
Editor: Quinta Essência
ISBN: 9789897260797

Sinopse:
Com a família a atravessar uma grave situação financeira, Olivia Hopkins dispõe-se a conseguir uma proposta de casamento do já maduro conde de Salisbury. Contudo, o plano cai por terra quando ela descobre um livro erótico na biblioteca do conde. O livro incendeia o corpo de Olivia, que não consegue pô-lo de lado, até ser apanhada em flagrante pelo diabolicamente bonito filho do conde, um homem que lhe acelera o coração e lhe preenche o imaginário com pensamentos escaldantes…
Phillip Paxton não consegue acreditar na sua boa sorte. O facto de ter apanhado Olivia com aquele livro picante confere-lhe a maravilhosa oportunidade de humilhar o pai que despreza. Servindo-se do livro como isco, Phillip atrai Olivia para uma ligação eletrizante que resulta em ardentes lições de paixão. Phillip não esperava apaixonar-se pela sua encantadora aluna, mas o que começa como um esquema libertino em breve se transforma num romance genuíno e que Phillip protegerá a qualquer custo…


Opinião:
Li muito pouco desta autora, mas todas as suas capas cá em Portugal são fantásticas e por isso é uma autora que estou deveras curiosa sempre que sai algum livro seu, embora nem sempre os leia. A primeira coisa que pensei ao ver a capa deste livro é que este livro seria misterioso e fiquei ainda mais curiosa por o ler.

Olivia Hopkins é a filha mais velha da família Hopkins. Uma família da alta sociedade que quando o pai morre descobrem que estão completamente falidos, sendo a única opção possível para precaver esse problema o casamento de Olivia com um grande senhor da sociedade, que tenha dinheiro para pagar todas as dívidas da família e sustentá-la para o resto da sua vida. É assim que Olivia se vai apresentar a Edward, um grande senhor cuja ex-mulher havia morrido sem lhe deixar qualquer herdeiro, o que o levara a procurar uma nova esposa. Mas a realidade é que embora não tenha filhos do casamento, quando era mais novo tinha tido um caso com uma criada da casa, de onde resultaram dois filhos. Uma filha que nunca mais lhe quisera pôr a vista em cima e um filho que o procurara de forma a arranjar forma de sobreviver, arranjando emprego como chefe nos estábulos.

A regra era que Phillip, o seu filho, nunca dissesse a ninguém quem era o seu pai. Mas estes dois homens eram de tal forma parecidos que todos os empregados o tratavam com referência, embora Phillip se demonstrasse um deles.

Num dia como qualquer outro Phillip depara-se com Olivia olhando para um livro de nus. Muito curiosa e atenta ao que estava a ler, algo que surpreendeu Phillip que se aproveitou daquele momento para a fazer sentir-se envergonhada, ficando admirado quando ela lhe respondera na mesma moeda. Além disso ficara ainda mas surpreendido quando a vira desenhar, algo que não esperava de uma rapariga de tão alta posição social.

A escrita da autora é envolvente e chega mesmo a ser engraçado. Mas devo dizer que esperava algo mais. A partir da segunda metade do livro fiquei muitíssimo pressa ao livro e apenas queria continuar a ler e descobrir o que se passava no livro. Mas na primeira parte achei um pouco exagerado a velocidade com que os protagonistas se apaixonaram. Porque no início achei a chama entre eles muito superficial. Mas a realidade é que houveram outros pontos no livro que nos prendem. O relato da pedofilia que apesar de ser um tema forte se adequa ao tom do livro, a maneira de ser de Penelope, uma criança cruel e que apenas pensa em si mesma, envolvendo-se em coisas muitíssimo fortes e cruéis, que ninguém merece na realidade. Adorei ver o pequeno romance entre Edward e Winnifred, cujo início achei muito mais engraçado do que o romance entre Phillip e Olivia.

Um livro que é excelente para passar o tempo, com uma história que embora contenha temas fortes acaba por ser fácil de ler e que contem uma escrita fluída que prende qualquer um.

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