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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Autora: Elizabeth Hoyt
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 340
Editor: Quinta Essência
ISBN: 9789897261046

Sinopse:
O solitário Sir Alistair Munroe tem estado escondido no seu castelo desde o regresso das Colónias, com cicatrizes interiores e exteriores. Porém, quando una misteriosa beldade se apresenta à sua porta, a paixão que manteve controlada durante anos começa a ganhar vida.
Para fugir a erros passados, a lendária beldade Helen Fitzwilliam afastou-se do luxo da sociedade e vai para um castelo escocês semi abandonado… onde aceita o cargo de governanta. Contudo, Helen está decidida a começar uma nova vida e não permitirá que nem o pó nem um homem ríspido com cicatrizes a afugentem.
Sob o belo exterior de Helen, Alistair descobre uma mulher cheia de coragem e sensualidade. Uma mulher que não recua diante do seu mau génio ou das suas cicatrizes. Porém, quando começava a acreditar na existência do amor verdadeiro, o passado secreto de Helen ameaça separá-los. Agora a bela e o monstro devem lutar pela única coisa que não julgavam possível encontrar: um final feliz.


Opinião:
Esta foi uma das poucas sagas que continuo a achar o primeiro livro muito mais fraco que os restantes. Enquanto que o primeiro livro da saga não me prendeu, embora tenha algum romance que me chamara imenso a atenção, o segundo livro encantou-me e este terceiro foi o melhor dos três livros que li desta colecção composta por quatro títulos.

Helen Fitzwilliam é conhecida nos grandes círculos pela sua beleza, eloquência e acima de tudo por ser a amante de um duque muitíssimo rico. Duque esse que lhe dera dois filhos, pagava-lhe todas as suas despesas e dava-lhe milhões em jóias como presentes. Afinal de contas este duque tinha que compensar o facto de manter a sua amante praticamente prisioneira, sem a deixar ver outros homens e sem a ver e estar com ela há mais de três anos. Farta de ser um brinquedo na mão deste homem e com a ajuda de Melisande, vai para uma mansão longe de tudo e todos. Uma mansão onde deverá ser governanta, um trabalho que esta vê ser mesmo necessário havendo em todos os cantos da tal casa teias de aranha e pó.

Alistair Munroe é o dono da mansão. Um naturalista muitíssimo conhecido, sendo inclusive admirado pelo rei, mas que durante a guerra fora apanhado e torturado de tal forma que lhe faltavam dois dedos, tinha metade da cara queimada e um olho a menos. Um homem que não sai do seu castelo pois odeia que todos olhem para ele à sua passagem, havendo por vezes desmaios e gritos bem altos incluídos. Mas o duque não desiste de encontrar Helen e nem neste local longe de tudo e todos ela está segura.

Até agora o melhor livro desta saga. No livro anterior tinha ficado curiosa em ler este livro devido a ambas as personagens. Afinal de contas Alistair é um simples naturalista, totalmente desfigurado e não um conde lindíssimo. E Helen embora seja lindíssima é uma famosa amante, uma mulher com uma fama nada desejável e não uma mulher de baixa classe, pobre que se apaixona pelo duque/conde/etc. Estas personagens diferentes do normal deste romance foi o grande ponto positivo de todo ele e é graças a estas que encontramos um romance excepcional com personagens fantásticas.

O romance entre estas também não acontece do anda, antes pelo contrário, visto que inicialmente Helen achava Alistair um brutamontes. Alistair, por seu lado, achava Helen uma mulher demasiado determinada e até mesmo chata. O que quebrou o gelo entre estas personagens foram os dois filhos de Helen, especialmente o mais novo, um rapaz que nunca se assustara com a cara de Alistair e que o tratava como qualquer outra pessoa e não um monstro. Já a filha de Helen, embora tenha gritado a primeira vez que vira Alistair, encantara-o pela sua estranheza, pois tal como ele parecia não pertencer a lado algum.

Este livro é como que inspirado na história da Bela e o Monstro. Um livro que nos demonstra como o exterior não é tudo e que através de personagens interessantes e adoráveis (adorei os filhos de Helen) nos leva a um final muitíssimo querido, tornando este, como já referi, o melhor livro da saga (pelo menos até agora, falta-me ler o último da mesma). Aconselho a todos! Uma boa surpresa.

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