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segunda-feira, 9 de julho de 2012
Autor: Dean Koontz
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 248
Editor: Contraponto
ISBN: 9789896660802

Sinopse:
Em Frankenstein - O Filho Pródigo e Frankenstein - A Cidade das Trevas, Dean Koontz começou a contar uma nova versão do clássico da literatura gótica, na qual o demoníaco Victor Frankenstein continua a tentar criar uma raça de seres perfeitos, e apenas Deucalião, o seu primeiro «monstro», parece ser capaz de lhe fazer frente. 
Com Frankenstein - Morto e Vivo, a saga do criador e da criatura continua. Com a cidade de Nova Orleães ameaçada por um furacão devastador e também pelo caos causado pelas infernais criaturas de Victor Helios (antes conhecido como Dr. Victor Frankenstein), o futuro da humanidade parece estar em perigo. Deucalião preparara-se para confrontar o seu criador, mas antes que isso possa acontecer, ambos terão de fazer frente a uma criatura saída dos piores pesadelos coletivos do ser humano, com poderes - e objetivos - inconcebivelmente cruéis…


Opinião:
Após os dois primeiros volumes desta saga que adorei, a minha curiosidade para a continuação desta maravilhosa história era enorme e o tempo de espera para ter este livrinho nas minhas mãos nem foi muito, mas eu queria tanto lê-lo que pareceu-me uma eternidade!!

Neste livro começamos a ver um Victor diferente. Sem saber como, as suas brilhantes criações parecem estar a endoidecer, tendo comportamentos estranhos que por muito que ele tente não consegue explicar! O nosso vilão bem se tenta acalmar, recorrer ao seu brilhante intelecto para descobrir o que se passa de errado com as suas criações e controlar o problema. Mas o problema é que não compreende o que se passa de errado, não percebe as estranhas ações dos seus "bebés", o porquê de eles estarem a voltar de repente à vida e o pior é que estes estão a começar a ajudar Deucalião, a sua primeira experiência.

Este livro tem os mesmos ingredientes que os livros anteriores. Uma ação contagiante, humor mórbido e feroz, inteligência e surpresas que não esperamos ver. Neste livro a personagem que me atrai mais a atenção é a nova Erika, aliás, como tem sido nos últimos livros. Sempre gostei da personagem das diferentes Erikas, talvez porque são as que mais comunicam com Victor, as que vivem mais próximas do perigo e mesmo tendo sido programadas para serem dóceis e afáveis, acabam sempre por ter uma grande curiosidade que as leva sempre a algo perigoso e a novas descobertas! Eu adorei a Erika Quatro dos livros anteriores, uma criação que descobriu o seu amor na literatura e que isso (supostamente) a levou à sua morte. Mas como a nova Erika (Erika Cinco) descobre, tal não aconteceu e a sua antecedente não desapareceu do mapa simplesmente pela grande curiosidade, mas sim porque esta curiosidade a levou a descobrir o tirano que tinha como criador e marido.

Aliás, grande parte das descobertas neste volume estão relacionadas com as Erikas e com todas as criações que Victor decide dispensar e desprezar, acabando por ter sem ele próprio saber, demasiados inimigos para se preocupar e não apenas Deucalião.

Através de todos os ingredientes a que já nos habituou, Dean Koontz continua uma saga fantástica que adorei e visto que descobri que afinal esta coleção é uma saga (como refiro ao longo da crítica) já com 5 volumes e não uma trilogia como inicialmente eu pensava (nem sei porque é que pensava tal coisa), quero imenso ler os próximos livros!!

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