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Anteriormente conhecida como v_crazy_girl, a 30 de Agosto de 2014 essa conta foi apagada, tendo assim decidido criar algo mais pessoal e próprio para o blogue literário de longa data.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Fale-nos um pouco sobre si.
Eu sou uma eterna criança, que gosta de fazer doces e mais ainda de comê-los. Encontrei na escrita o portal para fugir do mundo real e é nas minhas imaginações que faço a festa e vivo vidas que nunca vivi antes. Sou formada em cinema e apaixonada por filmes, adoro ler livros e comer qualquer coisa que leva açúcar (já falei isso?). Não vivo sem música e sempre quis tentar tocar um instrumento, mas nunca consegui. Sou viciada em Disney! Mesmo! Tenho bichinhos espalhados pelo meu quarto e amo tudo que é fofo! 

Como surgiu a escrita na sua vida? 
Eu tive muitos diários quando mais nova, mas a escrita como romance só surgiu mesmo quando escrevi Carnaval. Como eu fui criada “dentro” do teatro, minha vida sempre foi rodeada por mundos fictícios e eu acabei crescendo gostando muito de viver dentro deles. E lembro-me de contar mentirinhas para as minhas amigas para impressioná-las. Depois eu contava que era tudo falso, claro! (Risos). Era só uma brincadeira, mas acho que foi aí que comecei a inventar histórias. 

O que é que a levou a escrever este livro? 
Uma insatisfação com “Crepúsculo”, acredita?! (Risos). Eu estava lendo a saga da Stephanie Meyer e me apaixonei pelo vampiro como toda fã do livro, mas o fato dele ser um personagem “fantasioso” me deixou muito angustiada. Eu sabia que nunca ia encontrar alguém como ele na rua. Daí surgiu o Felipe, um dos personagens principais de “Carnaval”. Ele é tão perfeito quanto, mas é humano, as leitoras podem se apaixonar por ele e encontrá-lo por aí. 

Quais foram as suas referências e inspirações enquanto o escrevia? 
Como expliquei anteriormente, Crepúsculo foi uma inspiração. Mas foi também a saudade que eu estava sentindo da minha família que mora em Recife (cidade brasileira onde o livro é situado). E acho que a minha referência mais forte é a Jane Austen. Apesar de não haver nada dela na minha escrita, sou romântica como ela e gosto de escrever sobre relacionamentos, então acho que a carrego dentro de mim. 

Tem recebido feedbacks dos seus leitores? 
Sim!!!!! (Com muitos pontos de exclamação – Risos). Essa é a melhor parte. Todos estão pedindo a continuação do livro! Não é legal? Eles já estão até “atormentando” a editora para sair logo. E no final do ano fui presenteada com uma linda homenagem deles, fizeram um fã-clube! Fiquei muito emocionada. O retorno deles é o que me faz continuar batalhando, correndo atrás e de cabeça erguida. 

Irá continuar esta aventura, premiando os seus leitores com outro livro seu? 
Sim! Meu sonho é viver dos livros e se eu pudesse, lançava um por ano. (Risos). Mas já tenho algumas histórias prontas e outras muitas na cabeça! 

Embora seja de nacionalidade brasileira, decidiu tentar, pelas suas próprias mãos, entrar no mercado português. O que a fez tomar tal decisão? 
Primeiro: eu amo Portugal, fui uma vez a Lisboa, mas foi o suficiente! Quero voltar sempre! Segundo: eu amo o sotaque de vocês e se eu pudesse ficar ao lado de um português com ele tagarelando ao meu lado, eu ia ficar derretida, quietinha, só escutando. (Risos) Imagina um português lendo meu livro! (Olhos brilhando). Terceiro: É um sonho de todo artista “virar” internacional. E acho que devemos começar por onde nos sentimos mais a vontade. É claro que a mesma língua também ajuda muito, pois como você mesma disse, estou fazendo pela minhas próprias mãos. 

Acha que será aceite neste mercado? 
Espero que sim. (Risos) Vemos pelos best sellers, por atingirem um público internacional, que os jovens do mundo todo gostam de ler e que quando encaram um livro, se dedicam mesmo. Então eu acho que tenho grandes chances. 

Qual é que acha que é o papel da blogosfera na divulgação literária? 
É um dos mais importantes. Eu acredito muito na divulgação “boca a boca”. Uma pessoa leu e contou para um amigo, que contou para outro amigo e assim vai. Essa é a melhor das divulgações. Mas um blog atinge muito mais pessoas que um leitor só. Primeiro porque já tem seguidores. Então é como se você estive contando para aquele número de pessoas sobre o livro; e segundo, aqueles seguidores estão ali porque querem saber dicas de livro, não são só amigos, são amigos super interessados. (Risos).

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