Quem sou eu?

A minha fotografia

Anteriormente conhecida como v_crazy_girl, a 30 de Agosto de 2014 essa conta foi apagada, tendo assim decidido criar algo mais pessoal e próprio para o blogue literário de longa data.

Na Mesa de Cabeceira...

Na Mesa de Cabeceira...
"Se Conhecessem a Minha Irmã..." de Michelle Adams

Passatempo

Passatempo
Até 3 de Setembro

Seguidores

Com tecnologia do Blogger.

Facebook

Arquivo do Blogue

sábado, 10 de agosto de 2013
 
Fala-nos um pouco sobre ti.
Hum, a pergunta difícil, não é? Se perguntares a 100 pessoas diferentes todas elas dirão uma imensidão de verdades e algumas ideias erradas. Nenhuma dirá o mesmo. Por isso a minha versão será sempre deturpada aos olhos dos outros. Sou só um gajo que escreve melhor do que ontem e pior do que amanhã.

Como surgiu a escrita na tua vida?
As ideias e a mentalidade desde sempre, a vontade desde que soube que ia ser pai.

Identificas-te em algumas das tuas personagens?
Nem por isso, embora as pessoas que me conheçam bem me vejam nalgumas delas.

Quais são as tuas referências e inspirações enquanto escreves? 
Referências são muitas, é tudo o que me rodeia e assimilo. Confesso que se deus existisse na forma literária, veria Jonathan Coe como o grande criador. Ultimamente tenho apreciado imenso Murakami, Afonso Cruz, Jack London ou Charles Bukowski. A inspiração vem do dia-a-dia, das situações vividas e daquelas que gostaria, recearia ou detestaria de experimentar.

E qual é que achas que é o papel da blogosfera em geral na divulgação literária?
É importante para chegar a um público bem definido mas que tem potencial para crescer todos os dias.

Tens recebido feedbacks dos teus leitores, sejam eles mais antigos ou novos na descoberta da tua escrita?
Sim, tenho recebido, através do facebook e dos blogues. É sempre bom saber que as pessoas leram as minhas coisas e principalmente que se importam em transmitir o que sentiram.

Tens planos literários futuros?
Os planos passam por escrever. Até ao final do ano terminarei as ‘Crónicas de um Portugal demasiado português’ no Destante (http://destante.blogspot.pt/2013/06/cronicas-de-um-portugal-demasiado_27.html), e acerca das quais reservarei uma grande surpresa para quem retira prazer em segui-las. Tirando isso, concluí este mês uma ficção, a oitava que desenvolvi, e certamente não tardarei a iniciar outra. Quanto a publicações, honestamente não tenho pensado nisso.

2 devaneios :

helena frontini disse...

E lá ficámos a conhecer melhor o Vasco. Bom domingo, boas leituras.

Guiomar Ricardo disse...

Conheço-o muito bem,mas surpreende-me permanentemente.É determinado,culto,ambicioso e perfeccionista.
Se este país desse mais apoio à cultura, o Vasco poderia vir a ser um nome de destaque na nossa Literatura porque escreve bem e o que escreve é muito interessante.