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quarta-feira, 15 de junho de 2016
Autora: Marianne Kavanagh 
ISBN: 989898831484
Edição ou reimpressão: 2016
Editor: TopSeller
Páginas: 288

Sinopse:
Unidos pelo amor, separados por segredos e preconceitos, só na dor se irão encontrar.
As irmãs Kim e Eva tiveram de aprender a cuidar de si próprias muito cedo, desde que os pais se separaram e cada um foi para seu lado. Kim é desconfiada e não gosta de aceitar ajuda de ninguém, ao contrário da irmã que aceita e agradece todo o apoio que lhe é oferecido.
Quando Harry surge nas suas vidas, conquista Eva de imediato, com o seu charme irresistível, mas Kim não o aceita e não compreende o que é que um espírito livre como a irmã vê num banqueiro orgulhoso e convencido. Além disso, ele parece ter como passatempo favorito provocar Kim.
Então, Eva adoece, e tudo muda: Kim e Harry são forçados a passar mais tempo juntos. Os mal-entendidos que os separam e os segredos há muito escondidos começam a vir à superfície, alterando para sempre a vida de ambos.
Uma história encantadora e cativante, Os Sinais do Amor desenha um retrato comovente sobre os laços complexos da família, da amizade e do amor.


Opinião:
Li este livro apenas porque sim. Admito que nada nele me chamara especial atenção. Nem a capa, nem a sinopse. Não sei bem, foi simplesmente um daqueles livros que li porque estava na mesa de cabeceira e pensei porque não? Mas a verdade é que foi um livro que não me prendeu e em que faltava algo. Apenas fiquei presa na história no final da narrativa, e para mim isso não chega.

Kim e Eva são irmãs, mas não podiam ser mais diferentes. Eva sempre fora o espírito livre da família. E também a mais rebelde. Andava de festival em festival, terra em terra e fazia amigos com uma facilidade perturbadora. Mas por mais que esse número de amigos aumentasse, a verdade é que um amigo nunca a abandonava e conheciam-se como ninguém. Harry é esse amigo, alguém que sempre esteve com Eva em todas as suas fases de rebeldia e liberdade e por quem Kim não nutria uma grande simpatia.

Como a "outra" irmã, Kim sempre estivera mais escondida. Era mais tímida e menos efusiva, não chamando tanto a atenção, não fosse ela uma mulher que gostava era do sossego e da organização. Era uma pessoa que sempre tivera em mente o futuro, não vivendo de imediato o presente. Uma pessoa que odiava o melhor amigo da irmã e que não compreendia o que esta via nele.

Por seu lado temos Harry, um homem que nos é sempre retratado como alguém correto e em quem se pode confiar, e com quem simpatizei desde o início do livro. Mas por algum motivo, Kim odeia Harry. Não o suporta e culpa-o por todos os erros que a irmã fizera, incluindo o filho da irmã. Uma criança que Eva não quer dizer quem é o pai, mas que Kim acredita que é Harry...

Não sei bem, para mim foi um livro a que faltou alma. Havia alguma coisa que não me chamava a atenção. Uma relação que podia ser tão interessante (entre Harry e Kim), acaba por ser uma mistura de memórias, de acusações e de culpa a saltitar de pessoa para pessoa. Durante todo o livro vemos como Kim acha que a irmã só cometia erros, erros e mais erros, mas por alguma razão esta continuava a ser a simpática e querida da família.

É uma narrativa que não me dá nada mais para criticar, porque achei que, como já referi, foi um livro confuso, que tinha muitos assuntos para falar mas ao mesmo tempo tinha muitos poucos. Um livro que infelizmente não me prendeu e não achei nada de especial.

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