skip to main |
skip to sidebar
"O Dia em que Perdemos o Amor" de Javier Castillo
"Mas por outro lado, isto não é mentir. É agir de forma verdadeira em circunstâncias imaginárias." - Acredita em Mim de JP Delaney
Pages
Mostrar mensagens com a etiqueta Círculo de Leitores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Círculo de Leitores. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Novidade Círculo dos Leitores
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Segunda Campa à Esquerda
Autora: Darynda Jones
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 270
Editor: Círculo de Leitores
ISBN: 9789724248288
Sinopse:
Charley é acordada a meio da noite pela sua melhor amiga, Cookie, alertando-a que Mimi (amiga de Cookie) está desaparecida há cinco dias. Depois de uma breve investigação num café frequentado por ela, Charley encontra uma mensagem na casa de banho. Mimi tinha deixado uma pista: o nome de uma mulher.
Opinião:
Já tinha lido o primeiro livro desta saga e fiquei imensamente curiosa por saber mais sobre a relação entre Charley e Reyes. Adorei descobrir no final do livro anterior quem era Reyes e parte do porquê de este estar constantemente a perseguir Charley e a protegê-la, mesmo que isso implique matar (a sangue frio, é importante frisar) outras pessoas, mas queria saber mais.
A nova amiga de Charley, sua vizinha e secretária, tem um novo carro que comprara em segunda mão e oferece-lhe boleia, quando Charley necessita. Claro que com Charley no carro esta viagem não poderia ser apenas uma boleia, não é? E o que acaba por ser uma pequena viagem acaba por ser a descoberta de um espírito de alguém que nem tinha noção que estava morto no porta bagagens do carro. Um homem que quando compreende que está num carro com mais duas pessoas decide atacá-las. Mas quando Charley se prepara para contra-atacar o espírito desaparece do nada e no seu lugar encontramos Reyes. Chateatíssimo e sem paciência alguma para aturar as ironias de Charley.
É assim que a nossa detective tem, de um momento para o outro, um novo caso em mãos. Mas isso não é o que a preocupa mais. Afinal de contas, de cada vez que Reyes aparece, Charley nota que este está mais fraco, chegando inclusive a ver este a ser torturado. Uma tortura tal que se transmitia no seu espírito, o que aflige imenso Charley. Apesar disso Reyes proíbe-a de o procurar de qualquer forma. Avisa-a que isso ainda o colocará em maior perigo e que até agradece se o seu corpo morrer e ficar a viver apenas como um espírito. Mas Charley é uma cabeça dura e não está habituada a acatar ordens, o que leva a que esta faça de tudo para encontrar Reyes. Como se a procura pelo seu salvador e pelo assassino do espírito do porta bagagens não chegasse, ainda a ameaçam de morte inúmeras vezes...
Eu já tinha referido na crítica ao livro anterior que este livro me faz lembrar as aventuras de Mercy, uma saga publicada pela Saída de Emergência. Esta é uma heroína irónica que faz tudo, sem pensar duas vezes, pelo bem daqueles que ama. É uma pessoa que embora não pareça ter muitos amigos tem um magnetismo tal que acaba por prender as pessoas e fazê-las adorá-la do fundo do coração. A sua relação com Reyes acaba por ser um pouco desenvolvida neste livro, mas apenas a questão sentimental, que demonstra o quanto Charley quer estar com Reyes e como o quer conhecer ainda mais.
A relação continuidade da história/novo caso é sempre uma boa técnica, pois enquanto a história continua lentamente, deixando-nos curiosidade para saber mais desenvolvimentos que apenas serão revelados nos próximos livros, temos sempre um novo caso de homicídios, o que tornam o livro emocionante. A velocidade alucinante a que acontece toda a acção prende o leitor do inicio ao fim e tal como já referi, a personagem irónica de Charley torna tudo muito melhor.
Um bom livro e uma saga a acompanhar.
Já tinha lido o primeiro livro desta saga e fiquei imensamente curiosa por saber mais sobre a relação entre Charley e Reyes. Adorei descobrir no final do livro anterior quem era Reyes e parte do porquê de este estar constantemente a perseguir Charley e a protegê-la, mesmo que isso implique matar (a sangue frio, é importante frisar) outras pessoas, mas queria saber mais.
A nova amiga de Charley, sua vizinha e secretária, tem um novo carro que comprara em segunda mão e oferece-lhe boleia, quando Charley necessita. Claro que com Charley no carro esta viagem não poderia ser apenas uma boleia, não é? E o que acaba por ser uma pequena viagem acaba por ser a descoberta de um espírito de alguém que nem tinha noção que estava morto no porta bagagens do carro. Um homem que quando compreende que está num carro com mais duas pessoas decide atacá-las. Mas quando Charley se prepara para contra-atacar o espírito desaparece do nada e no seu lugar encontramos Reyes. Chateatíssimo e sem paciência alguma para aturar as ironias de Charley.
É assim que a nossa detective tem, de um momento para o outro, um novo caso em mãos. Mas isso não é o que a preocupa mais. Afinal de contas, de cada vez que Reyes aparece, Charley nota que este está mais fraco, chegando inclusive a ver este a ser torturado. Uma tortura tal que se transmitia no seu espírito, o que aflige imenso Charley. Apesar disso Reyes proíbe-a de o procurar de qualquer forma. Avisa-a que isso ainda o colocará em maior perigo e que até agradece se o seu corpo morrer e ficar a viver apenas como um espírito. Mas Charley é uma cabeça dura e não está habituada a acatar ordens, o que leva a que esta faça de tudo para encontrar Reyes. Como se a procura pelo seu salvador e pelo assassino do espírito do porta bagagens não chegasse, ainda a ameaçam de morte inúmeras vezes...
Eu já tinha referido na crítica ao livro anterior que este livro me faz lembrar as aventuras de Mercy, uma saga publicada pela Saída de Emergência. Esta é uma heroína irónica que faz tudo, sem pensar duas vezes, pelo bem daqueles que ama. É uma pessoa que embora não pareça ter muitos amigos tem um magnetismo tal que acaba por prender as pessoas e fazê-las adorá-la do fundo do coração. A sua relação com Reyes acaba por ser um pouco desenvolvida neste livro, mas apenas a questão sentimental, que demonstra o quanto Charley quer estar com Reyes e como o quer conhecer ainda mais.
A relação continuidade da história/novo caso é sempre uma boa técnica, pois enquanto a história continua lentamente, deixando-nos curiosidade para saber mais desenvolvimentos que apenas serão revelados nos próximos livros, temos sempre um novo caso de homicídios, o que tornam o livro emocionante. A velocidade alucinante a que acontece toda a acção prende o leitor do inicio ao fim e tal como já referi, a personagem irónica de Charley torna tudo muito melhor.
Um bom livro e uma saga a acompanhar.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Primeira Campa à Direita
Autora: Darynda Jones
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 272
Editor: Círculo de Leitores
ISBN: 9789724248271
Sinopse:
Charley Davidson, investigadora privada a tempo parcial e ceifeira negra a tempo inteiro. Quer dizer que vê os mortos. Vê mesmo. E a função dela é convencê-los a "irem para a luz". Mas quando esses mortos muito mortos morreram em circunstâncias pouco ideais, querem que Charley entregue os maus à justiça. Para complicar, tem andado a ter uns sonhos muito sensuais com um ser que a tem seguido toda a vida...
Com tensão ao rubro e humor a rodos, Primeira Campa à Direita é o passaporte para momentos de suspense da melhor qualidade.
Num enredo repleto de humor, sensualidade e suspense, Darynda Jones criou uma série de cinco audaciosos thrillers. Primeira Campa à Direita, o primeiro da série, coloca-nos face a uma ambiguidade constante entre o bem e o mal, entre a vida e a morte, entre o desejo de ajudar e a força maligna que sempre acompanha (e tenta) Charley, a protagonista.
Opinião:
Primeira leitura "a sério" no meu lindo kobo. Já li através do kobo uns quantos contos, mas este foi o primeiro livro que li por lá, e devo dizer que se lê muitíssimo bem por lá :) Não estava à espera de gostar tanto, mas acabou por ser um bom negócio. Adquiro livros a um preço muito menor (por vezes até são gratuitos) e a qualidade de leitura é a mesma que um livro. Até dá mais jeito em certas situações, como por exemplo se levamos o livro connosco nos transportes ou assim. É menos peso e temos muitas opções de leitura. Mas passando para a opinião em si, este é um livro publicado em Portugal, pelo Círculo de Leitores, sendo que me havia captado imenso a atenção. Assim quando o consegui ler, não resisti a meter mãos à obra e chego a atrever-me a compará-lo um pouco com a saga de Mercy Thompson da autora Patricia Briggs, especialmente devido à personalidade da personagem principal.
Charley desde pequena que carrega um dom (ou será uma maldição?). É um anjo da morte, sendo a sua missão tentar levar os espíritos dos mortos para o "outro lado". Para estes espíritos ela é como uma grande bola de luz, uma bola de luz andante, falante e deveras respondona. Tendo esse dom desde criança, cedo aprendera a falar o menos possível dele, pois quando uma pessoa afirma que é um anjo da morte, especialmente em criança, a reacção é gozarmos e afastarmos-nos da pessoa. Não tendo muitos amigos humanos, acaba por tê-los em espírito, acabando assim por ser constantemente seguida por todos os lados por alguns espíritos e tendo inclusive alguns a morar em sua casa.
A única pessoa que sabe desde dom é o seu tio, que sempre a ajudou a escondê-lo, algo que é essencial, especialmente nos relatórios policiais. Porque sim, Charley é uma investigadora privada, especialmente boa em casos de assassinado, não fosse o caso de acabar sempre por ver e falar com o espírito da pessoa assassinada. Mas este novo caso acaba por a envolver mais que o habitual, apanhado-a inclusive numa altura mais frágil, em que a nossa detective descobre que tem um anjo protector assustador e que se apresenta com um uniforme da prisão. Quem será o misterioso homem que a salva sempre das piores situações? E porque é que estão a ocorrer vários homicídios em simultâneo cujas vítimas se ligam a apenas uma pessoa?
Devo dizer que gostei deste livro e me surpreendeu pela positiva. Como referi em cima, a personagem principal deste livro, Charley, fez-me lembrar de certo modo a Mercy da grande saga de Patricia Briggs. Uma personagem forte, decidida e que quer ultrapassar a toda a força os seus problemas sozinha, sem ajuda de ninguém. Tal como Mercy, acaba sempre por ter pessoas que a querem ajudar, especialmente homens. É verdade que Charley não é um ser sobrenatural da mesma categoria de Mercy, nem está rodeada por lobisomens, mas acaba por ser um anjo da morte e acabamos no final deste livro por descobrir que estava mais rodeada por personagens sobrenaturais do que a própria suspeitava. O livro está escrito num tom descontraído e irónico, sendo que mesmo nas piores situações há alguma coisa que nos faz soltar umas boas gargalhadas, especialmente porque o livro é escrito na primeira pessoa e os pensamentos de Charley são hilariantes.
Um livro que recomendo e uma saga que irei sem dúvida continuar a ler!
Primeira leitura "a sério" no meu lindo kobo. Já li através do kobo uns quantos contos, mas este foi o primeiro livro que li por lá, e devo dizer que se lê muitíssimo bem por lá :) Não estava à espera de gostar tanto, mas acabou por ser um bom negócio. Adquiro livros a um preço muito menor (por vezes até são gratuitos) e a qualidade de leitura é a mesma que um livro. Até dá mais jeito em certas situações, como por exemplo se levamos o livro connosco nos transportes ou assim. É menos peso e temos muitas opções de leitura. Mas passando para a opinião em si, este é um livro publicado em Portugal, pelo Círculo de Leitores, sendo que me havia captado imenso a atenção. Assim quando o consegui ler, não resisti a meter mãos à obra e chego a atrever-me a compará-lo um pouco com a saga de Mercy Thompson da autora Patricia Briggs, especialmente devido à personalidade da personagem principal.
Charley desde pequena que carrega um dom (ou será uma maldição?). É um anjo da morte, sendo a sua missão tentar levar os espíritos dos mortos para o "outro lado". Para estes espíritos ela é como uma grande bola de luz, uma bola de luz andante, falante e deveras respondona. Tendo esse dom desde criança, cedo aprendera a falar o menos possível dele, pois quando uma pessoa afirma que é um anjo da morte, especialmente em criança, a reacção é gozarmos e afastarmos-nos da pessoa. Não tendo muitos amigos humanos, acaba por tê-los em espírito, acabando assim por ser constantemente seguida por todos os lados por alguns espíritos e tendo inclusive alguns a morar em sua casa.
A única pessoa que sabe desde dom é o seu tio, que sempre a ajudou a escondê-lo, algo que é essencial, especialmente nos relatórios policiais. Porque sim, Charley é uma investigadora privada, especialmente boa em casos de assassinado, não fosse o caso de acabar sempre por ver e falar com o espírito da pessoa assassinada. Mas este novo caso acaba por a envolver mais que o habitual, apanhado-a inclusive numa altura mais frágil, em que a nossa detective descobre que tem um anjo protector assustador e que se apresenta com um uniforme da prisão. Quem será o misterioso homem que a salva sempre das piores situações? E porque é que estão a ocorrer vários homicídios em simultâneo cujas vítimas se ligam a apenas uma pessoa?
Devo dizer que gostei deste livro e me surpreendeu pela positiva. Como referi em cima, a personagem principal deste livro, Charley, fez-me lembrar de certo modo a Mercy da grande saga de Patricia Briggs. Uma personagem forte, decidida e que quer ultrapassar a toda a força os seus problemas sozinha, sem ajuda de ninguém. Tal como Mercy, acaba sempre por ter pessoas que a querem ajudar, especialmente homens. É verdade que Charley não é um ser sobrenatural da mesma categoria de Mercy, nem está rodeada por lobisomens, mas acaba por ser um anjo da morte e acabamos no final deste livro por descobrir que estava mais rodeada por personagens sobrenaturais do que a própria suspeitava. O livro está escrito num tom descontraído e irónico, sendo que mesmo nas piores situações há alguma coisa que nos faz soltar umas boas gargalhadas, especialmente porque o livro é escrito na primeira pessoa e os pensamentos de Charley são hilariantes.
Um livro que recomendo e uma saga que irei sem dúvida continuar a ler!
Quem sou eu?
Na Mesa de Cabeceira...
"O Dia em que Perdemos o Amor" de Javier Castillo
Seguidores
Blog Archive
Devaneios de 2020
Devaneios de 2019
- 16. A Fábrica de Bonecas
- 15. Levaram Annie Thorne
- 14. O Rapaz do Gueto de Varsóvia
- 13. Bem te Quero, Mal me Queres
- 12. Lago do Silêncio
- 11. A Rapariga Mais Sortuda do Mundo
- 10. Uma Gaiola de Ouro
- 9. O Homem das Castanhas
- 8. O Príncipe da Suécia
- 7. O Conde
- 6. O Playboy
- 5. O Dia em Que Perdemos a Cabeça
- 4. O Anjo da Morte
- 3. VOX
- 2. O Espadachim
- 1. Às Cegas
Devaneios no tempo
- Aquisições do mês do ano 2019
- Leituras 2018
- Aquisições do mês do ano 2018
- Leituras 2017
- Aquisições do mês do ano 2017
- Leituras 2016
- Aquisições do mês do ano 2016
- Leituras 2015
- Aquisições do mês do ano 2015
- Desafios Literários 2014
- Aquisições do mês do ano 2014
- Devaneios de 2013
- Desafios Literários 2013
- Aquisições do mês do ano 2013
- Devaneios de 2012
- Aquisições do mês do ano 2012
- Devaneios de 2011
Copyright ©
Bloco de Devaneios. Design by WPThemes Expert


