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Autora: Mary Shelley
Edição/reimpressão: 2009
Sinopse:
"O Dia em que Perdemos o Amor" de Javier Castillo
"Mas por outro lado, isto não é mentir. É agir de forma verdadeira em circunstâncias imaginárias." - Acredita em Mim de JP Delaney
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domingo, 28 de abril de 2019
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quarta-feira, 14 de novembro de 2018
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segunda-feira, 22 de outubro de 2018
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segunda-feira, 2 de julho de 2018
Um gato e uma duquesa do século XVIII entre as novidades de Julho
quinta-feira, 3 de maio de 2018
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
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sexta-feira, 11 de julho de 2014
O Teu Rosto Será o Último
Autor: João Ricardo Pedro
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 208
Editor: Leya
ISBN: 9789896602093
Sinopse:
Tudo começa com um homem saindo de casa, armado, numa madrugada fria. Mas do que o move só saberemos quase no fim, por uma carta escrita de outro continente. Ou talvez nem aí. Parece, afinal, mais importante a história do doutor Augusto Mendes, o médico que o tratou quarenta anos antes, quando lho levaram ao consultório muito ferido. Ou do seu filho António, que fez duas comissões em África e conheceu a madrinha de guerra numa livraria. Ou mesmo do neto, Duarte, que um dia andou de bicicleta todo nu.
Através de episódios aparentemente autónomos - e tendo como ponto de partida a Revolução de 1974 -, este romance constrói a história de uma família marcada pelos longos anos de ditadura, pela repressão política, pela guerra colonial.
Duarte, cuja infância se desenrola já sob os auspícios de Abril, cresce envolto nessas memórias alheias - muitas vezes traumáticas, muitas vezes obscuras - que formam uma espécie de trama onde um qualquer segredo se esconde. Dotado de enorme talento, pianista precoce e prodigioso, afigura-se como o elemento capaz de suscitar todas as esperanças. Mas terá a sua arte essa capacidade redentora, ou revelar-se-á, ela própria, lugar propício a novos e inesperados conflitos?
Opinião:
Falam muito bem deste autor... Admito que nunca me havia chamado a atenção e que a minha curiosidade para o ler não era nada por aí além. Não sei, há algo na sinopse que aponta para um género literário que não é nada o meu tipo e por isso fiquei com algum receio de o ler. Mas como este livro chegou-me às mãos pelo grupo BookCrossing pensei que não me faria mal algum experimentar e apostar no autor. O que concluí? Não é mesmo o meu género.
Este é um livro difícil de fazer resumo. Baseia-se no quotidiano de uma família ao longo do tempo e de diversas gerações, apontando de uma forma muito bem escrita e floreada as ações que estes fazem. Ações muitas delas banais mas que quando escritas pelo autor ganham outra forma. Uma coisa que me apercebi enquanto lia o livro é que este não tinha uma história assim tão distinta quando isso. Simplesmente era diferente pela forma como o autor retratava essa história, acabando assim por escrever sobre algo muito comum essencialmente em terras portuguesas.
Sim, sem dúvida alguma que o livro apenas existe pela escrita do autor. Consegue, como referido, transferir o dia a dia de personagens portuguesas comuns e transformar isso em algo mais. Esta escrita acaba por ser um pouco crua e muito directa, como se autor estivesse a falar diretamente connosco, olhos nos olhos, sem falinhas mansas e contado as coisas como são na realidade.
Já tinha lido livros de outros autores portugueses com este tipo de escrita crua ao retratarem o quotidiano português e admito que não é o meu género favorito. Eu juro que tento entrar no ritmo da história mas não consigo... Acho que apenas entrei verdadeiramente no espírito durante a narrativa do piano. Não quero revelar muito, pois o especial no livro são estes pequenos pormenores mas adorei a descrição que Duarte faz de não ter sido ele a escolher o piano, mas o piano a escolhê-lo a ele, a forma como ele explica a sua paixão e o porquê de ter desistido dela.
Sem dúvida um livro que não é para todos, mas que é muito especial à sua maneira, essencialmente devido à escrita do autor.
Falam muito bem deste autor... Admito que nunca me havia chamado a atenção e que a minha curiosidade para o ler não era nada por aí além. Não sei, há algo na sinopse que aponta para um género literário que não é nada o meu tipo e por isso fiquei com algum receio de o ler. Mas como este livro chegou-me às mãos pelo grupo BookCrossing pensei que não me faria mal algum experimentar e apostar no autor. O que concluí? Não é mesmo o meu género.
Este é um livro difícil de fazer resumo. Baseia-se no quotidiano de uma família ao longo do tempo e de diversas gerações, apontando de uma forma muito bem escrita e floreada as ações que estes fazem. Ações muitas delas banais mas que quando escritas pelo autor ganham outra forma. Uma coisa que me apercebi enquanto lia o livro é que este não tinha uma história assim tão distinta quando isso. Simplesmente era diferente pela forma como o autor retratava essa história, acabando assim por escrever sobre algo muito comum essencialmente em terras portuguesas.
Sim, sem dúvida alguma que o livro apenas existe pela escrita do autor. Consegue, como referido, transferir o dia a dia de personagens portuguesas comuns e transformar isso em algo mais. Esta escrita acaba por ser um pouco crua e muito directa, como se autor estivesse a falar diretamente connosco, olhos nos olhos, sem falinhas mansas e contado as coisas como são na realidade.
Já tinha lido livros de outros autores portugueses com este tipo de escrita crua ao retratarem o quotidiano português e admito que não é o meu género favorito. Eu juro que tento entrar no ritmo da história mas não consigo... Acho que apenas entrei verdadeiramente no espírito durante a narrativa do piano. Não quero revelar muito, pois o especial no livro são estes pequenos pormenores mas adorei a descrição que Duarte faz de não ter sido ele a escolher o piano, mas o piano a escolhê-lo a ele, a forma como ele explica a sua paixão e o porquê de ter desistido dela.
Sem dúvida um livro que não é para todos, mas que é muito especial à sua maneira, essencialmente devido à escrita do autor.
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O Teu Rosto Será o Último
sábado, 22 de março de 2014
terça-feira, 5 de março de 2013
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
ESCRYTOS - Apresentação da nova plataforma de autopublicação da LeYa
A LeYa apresenta a Escrytos, uma plataforma que permite que qualquer pessoa faça a autopublicação em formato digital dos seus livros e textos originais, e que os comercializa nas principais lojas online de todo o mundo.
A Escrytos (www.escrytos.com) entra em funcionamento neste dia 11 de dezembro e apresenta-se com claras vantagens, em termos de usabilidade e, sobretudo, ao nível dos serviços que disponibiliza e da rede de comercialização. Para o autor, a Escrytos é, não só, uma ferramenta valiosa que lhe permite divulgar o seu trabalho com ou sem a mediação da editora mas é, também, uma plataforma onde pode beneficiar de um conjunto de serviços editoriais e de uma rede de comercialização ímpares.
Ao criar o seu eBook na Escrytos o autor está automaticamente a disponibilizar a sua obra a milhões de leitores, através das mais significativas lojas online à escala planetária, aproveitando da melhor forma um fenómeno que tem vindo a ganhar milhões de adeptos em todo o mundo – e que se tornou uma fonte útil de conteúdos para maioria das editoras, dando inclusivamente origem a variados casos de sucesso.
Para a LeYa, esta plataforma vai ao encontro daquela que tem sido a sua estratégia no contexto da estimulação da criatividade editorial e até mesmo no da procura de novos talentos de língua portuguesa. A ESCRYTOS junta-se a outras iniciativas da LeYa que contribuem para a criação de uma verdadeira comunidade que permite a todos os que escrevem em português a expressão das suas ideias, do seu pensamento e da sua obra, dando assim novo e original uso à língua comum a centenas de milhões de pessoas por todo o planeta.
O que a Escrytos vem oferecer
Esta nova plataforma de autopublicação disponibiliza um completo manual de instruções para a conversão de ficheiros word para o formato mais comum de e-Book (ePub) e um vídeo tutorial que facilita a tarefa de inserção de conteúdos, paginação, aplicação de capas e finalização. A Escrytos sugere ainda o software necessário para esta conversão.
O site dispõe de uma área onde os autores podem criar gratuitamente a capa do seu livro, dando acesso a um programa de fácil utilização para que o próprio autor proceda à escolha de imagens, cores, formatos e fontes gráficas, concebendo assim a sua própria capa.
A Escrytos dá, também, acesso ao processo de criação do código ISBN, um serviço gratuito e um procedimento simples e obrigatório para todas as publicações.
Os autores que recorram à Escrytos podem pedir um Parecer Editorial, serviço pago que permite que seja feita, por editores profissionais, uma avaliação prévia da qualidade dos textos, sobretudo de poesia e ficção. Neste enquadramento, os autores podem ainda contratar serviços de Edição, para aprimorar o seu trabalho e fazer com que seja apresentado com mais qualidade. Seguindo a mesma lógica, o recurso a serviços de revisão de texto é outra das possibilidades desta plataforma.
No que diz respeito à conversão do texto em formato ePUB, se o autor preferir não optar pelo serviço gratuito disponibilizado na Escrytos, pode recorrer aos serviços de Conversão ePUB Profissional.
A Escrytos disponibiliza, igualmente, serviços que ajudam a promover os livros publicados tais como a elaboração e difusão de um press release e a criação de um booktrailer.
O autor dispõe de uma zona exclusiva reservada à publicação dos livros em formato digital, e onde poderá acompanhar a evolução da publicação, subscrever serviços editoriais e de promoção, acompanhar as vendas dos seus livros bem como atualizar os seus dados pessoais.
Como se publica na Escrytos?
Para publicar um eBook através da Escrytos o autor deve começar por se registar em www.escrytos.com e, no menu “autor”, seguir as instruções contidas na opção “publicar livro”. Qualquer pessoa que tenha um original escrito, e que detenha todos os direitos autorais sobre o mesmo, poderá aqui publicar um livro. Para isso, necessita apenas de ter um conteúdo em formato Word e registar-se na plataforma.
A publicação na Escrytos pode ser feita de forma totalmente gratuita. Os autores poderão, no entanto, utilizar os serviços editoriais ou de promoção da Escrytos cujos preços estão especificados no menu “serviços”. Uma vez terminado o processo de publicação e definido, pelo autor, o preço do seu livro digital, o mesmo ficará à venda em todas as lojas online parceiras da Escrytos (Almedina, Amazon, App Leya na App Store, Barnes & Noble, Bookwire, Fnac.pt, Gato Sabido, Google, IBA, iBook Store, Kobo, LeyaOnline, Livraria Cultura, Mundo Positivo, Mybooks, Numilog, Reader's Hub da Samsung, Submarino, Wook) e todos os parceiros com quem a Escrytos vier a estabelecer acordos de distribuição.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Sessão de lançamento do livro «A Minha Primeira AMÁLIA», de Maria do Rosário Pedreira (texto) e João Fazenda (ilustrações)
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Apresentação do livro "O Pecado e a Honra", de Maria João da Câmara - 27 de janeiro l 18h30 l El Corte Inglés de Lisboa
D. Manuel, ainda duque de Beja, perde-se de amores por uma noviça do convento de Odivelas, de seu nome Isabel. Dos seus encontros ocultos (desejados e ao mesmo tempo odiados por Isabel) nasce uma criança – Teresa - que é imediatamente entregue para criar a um homem da confiança do duque, o desembargador Brás Afonso.
Anos mais tarde, já com D. Manuel no trono, Teresa, viúva e com duas filhas, conta com o apoio do pai para refazer a sua vida com Rodrigo, escrivão da Fazenda. Dará, então, início a uma saga familiar que se irá prolongar por mais de um século, marcado por intrigas palacianas, campanhas militares, jogos de política internacional e pela sincera devoção a um Reino.
Reconstruindo de maneira rigorosa o quotidiano social da época e com uma trama brilhante onde coexistem lealdade e cobiça ou amor e perdão, O pecado e a honra é uma obra apaixonante, que não deixará de prender o leitor mais exigente.
Anos mais tarde, já com D. Manuel no trono, Teresa, viúva e com duas filhas, conta com o apoio do pai para refazer a sua vida com Rodrigo, escrivão da Fazenda. Dará, então, início a uma saga familiar que se irá prolongar por mais de um século, marcado por intrigas palacianas, campanhas militares, jogos de política internacional e pela sincera devoção a um Reino.
Reconstruindo de maneira rigorosa o quotidiano social da época e com uma trama brilhante onde coexistem lealdade e cobiça ou amor e perdão, O pecado e a honra é uma obra apaixonante, que não deixará de prender o leitor mais exigente.
domingo, 22 de agosto de 2010
Frankenstein
Autora: Mary ShelleyEdição/reimpressão: 2009
Páginas: 240
Editor: Leya
ISBN: 9789896530198
Colecção: BIS
Sinopse:
Frankenstein conta a história de Victor Frankenstein, um jovem estudante, que a partir de corpos de seres humanos que obtinha em cemitérios e hospitais consegue dar vida a um monstro que se revolta contra a sua triste condição e persegue o seu criador até à morte.
Frankenstein foi adaptado inúmeras vezes ao cinema, mas a mais memorável imagem do monstro foi encarnada pelo actor Boris Karloff, em 1931, fazendo ainda hoje parte da cultura popular.
Frankenstein foi adaptado inúmeras vezes ao cinema, mas a mais memorável imagem do monstro foi encarnada pelo actor Boris Karloff, em 1931, fazendo ainda hoje parte da cultura popular.
Opinião:
Um Capitão de um navio encontra um homem enregelado e assustado no meio do gelo. Curioso pelo aspecto estranho deste homem e também preocupado pelo seu aspecto tão mórbido, o capitão vai falando com o desconhecido, a fim de descobrir mais sobre este. Acaba assim por descobrir que o homem, de seu nome Victor Frankenstein é alguém extremamente inteligente e que era um apaixonado pelas químicas da vida. Mas que este homem, simplesmente com o intuito de querer criar algo extraordinário, acaba por criar um verdadeiro monstro.
Gostei muito deste livro. Lido inicialmente porque este ano é uma das obras obrigatórias na cadeia de Inglês que irei ter no meu curso da Universidade, chamou-me muito a atenção pois fala da bioquímica de uma forma a fazer-nos aperceber do seu lado bom, mas também do seu lado mau (e visto o meu curso ser bioquímica interessou-me), através de uma escrita simples, fluída e muito cuidada.
Para quem não sabe, em inglês o título desta obra é "Frankenstein: or the Modern Prometheus", ou seja em português, "Frankenstein: ou o Prometeu Moderno". Prometeu é um titã da mitologia grega, que teve a tarefa de criar os Homens e que roubou o fogo aos Deuses a fim de o demonstrar às suas criações, acabando por libertar todos os males contidos na Caixa de Pandora. Ao fazer tal coisa, os Deuses castigaram-no e durante 30 000, todos os dias, o seu fígado seria dilacerado por uma águia/corvo. Este acabou por ser salvo pelo famoso Hércules.
Assim a obra tem um certo valor mitológico, falando-nos muito sobre a morte, sobre o que ela nos pode fazer sentir e o que cada um de nós pode ou não contribuir para esta. O monstro que existe em cada um de nós também se encontra muito presente aqui. Até o protagonista Frankenstein, que no início da sua história é demonstrado como uma criatura sonhadora e alegre, acaba por transformar-se numa criatura vingativa e muito infeliz com a vida.
Aconselho a todos a leitura deste excelente livro!
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