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segunda-feira, 6 de maio de 2013
Autora: Beth Kery
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 320
Editor: Saída de Emergência
ISBN: 9789896374815

Sinopse:
A autora bestseller do New York Times, Beth Kery, agarra-nos com um romance inebriante como nenhum outro — onde as regras do desejo são quebradas, noite após noite…
No instante em que Francesca e Ian se conhecem, a atração é mútua; uma carga requintadamente física incendeia ambos. Para Ian, ela é o tipo de mulher a que ele não resiste: inocente e pura. Para Francesca, ele é o tipo de homem que ela mais teme e deseja: sombrio, extremo, autoritário, e interdito. O que se passa entre eles não pode ser ignorado — apenas acatado, evoluindo para um inevitável vínculo.
De um jato particular para um interlúdio em Paris, de um ousado encontro num museu público para a intimidade de um hotel de luxo, Francesca e Ian estão um com o outro sempre que o desejo se torna premente. Mas à medida que a relação deles fica mais intensa, Francesca descobre algo a respeito de Ian — e dela própria — que altera para sempre o jogo e os jogadores. É algo com que eles nunca contaram, algo que lhes faz girar as vidas, delirantemente fora de controlo…


Opinião:
Sim eu sei, mais um romance erótico pensam vocês. Embora muitos dos que me tenham parado às mãos sejam demasiado para mim, continuo a lê-los, porque acabam por me enfeitiçar e sendo eu, admito, muito de modas, e sendo esta a última moda (embora agora esteja a acalmar), não resisti.

Francesca é apaixonada por arte. Decidindo apostar no seu talento e concorrendo para um concurso de arte de forma a pagar o curso de artes que está a tirar na faculdade, esta acaba por o ganhar! Feliz, acaba por ser convidada para uma festa em honra da iniciativa, pois tendo vencido-o era a convidada de honra. Aí acaba por ser apresentada a Ian, a pessoa que organizara e financiara a iniciativa. Este mostra-se de imediato uma pessoa distante e que nem sequer se dá ao trabalho de olhar para ela. Irritada por ter sido totalmente ignorada e pensando que o primeiro instinto de não ir à festa era o correcto, acaba por se ir embora. Mas acaba por ser convidada por Ian a pintar uma tela especial para ela para preencher as paredes da sua casa.

Mas Ian não quer a apenas a pintura e não esconde isso de Francesca de forma alguma, acabando estes por se envolverem de uma forma selvagem e crua.

Muito sinceramente e de forma directa? Não gostei. Odiei a linguagem do livro e isso fez-me automaticamente não gostar do livro. Sim, eu sei que isso é algo muito forte de se dizer, mas eu odeio livro com linguagem porca e não me venham dizer que se não gosto então não devia ler este género de livros, pois já li imensos dentro do género cuja escrita é fantástica e nem um pouco porca. Neste livro encontram-se diversas palavras que simplesmente faziam-me perder o fascínio pela história. Até quando estava a ser romântico o personagem masculino, Ian, conseguia utilizar um discurso porco. Como é possível? Não sei se é da tradução, se é mesmo a autora que escreve assim, mas de uma forma ou outra isso mexeu imenso comigo e impediu-me de aproveitar o livro.

Além disso o próprio livro não tem uma história muito profunda. O início pode ter um pouco de história, ele adora o lado artístico dela, o seu olhar perdido quando pinta. E é assim que o fascínio dos dois começa. Mas depois até às últimas partes a história é só sexo no sentido literal da palavra e ainda por cima com a tal linguagem porca. O final do livro acaba por compensar um pouco a história, pois mostra-nos um lado mais sensível e verdadeiro e não apenas sexual de Ian, o que lhe dá uns pontos, mas nem essa parte da história me valeu para gostar a sério do livro.

Um livro que, infelizmente, não recomendo.

2 devaneios :

Merit disse...

Concordo a 100% com esta opinião. Falta história ao livro e a linguagem para mim foi determinante para não gostar do livro.
Tirou-me qualquer vontade de ler mais livros dentro desta colecção.
Estes livros estão agora muito na moda, gosto muito de livros eróticos e já os leio há alguns anos mas o facto de agora se terem tornado tão populares fez com que aparecessem livros que parecem ter apenas o interesse de aproveitar a fama dos já publicados.

v_crazy_girl disse...

Mesmo Merit! Há uns recentes que até gosto, por exemplo li o "Valentina" da Presença há pouco tempo e gostei muito. Tinha história e muito boa escrita. Mas este... não deu. E eu até me esforcei por gostar dele, mas desde o vocabulário à história (ou falta dela) nada me chamou a atenção...