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Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 25 de Agosto (segunda-feira).
2) Só é válida uma participação por pessoa e residência.
3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será contactado por email e o resultado será anunciado no blogue.
5) O envio do prémio será realizado pela editora, via CTT.
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 2 de Janeiro (quinta).
2) Só é válida uma participação por pessoa e residência.
3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será contactado por email e o resultado será anunciado no blogue.
5) O envio do prémio será realizado por mim, via CTT.
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
"O Dia em que Perdemos o Amor" de Javier Castillo
"Mas por outro lado, isto não é mentir. É agir de forma verdadeira em circunstâncias imaginárias." - Acredita em Mim de JP Delaney
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terça-feira, 25 de outubro de 2016
sábado, 24 de setembro de 2016
terça-feira, 11 de novembro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
domingo, 31 de agosto de 2014
Resultado Passatempo Alfarroba
E aqui estão os resultados deste passatempo!
Quero agradecer imenso à Editora Alfarroba pelo apoio e a todos que publicitaram este passatempo nos seus blogs e fóruns.
E a resposta é:
1) "Lar, Doce Lar" de Jéssica Rocha
E o vencedor, escolhido através do site random.org, é:
112 - Rosa Maria Salgueiro Marques
Parabéns ao vencedor e boas leituras!
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Alfarroba,
Especial 4º Aniversário,
Passatempos 2014
terça-feira, 26 de agosto de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
[Especial 4º Aniversário] Passatempo Alfarroba
Como o outro passatempo do género funcionou, vamos tentar mais uma vez... CAPA DISTORCIDA! Espero que gostem!
Desta vez temos o grande apoio da Editora Alfarroba, em que será oferecido um romance de uma autora nacional que foi publicado em Abril deste ano (procurem-no aqui)! Qual será o livro oferecido? E quem será a autora? É a estas perguntas que terão que responder através da capa distorcida.
Boa Sorte!
Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 25 de Agosto (segunda-feira).
2) Só é válida uma participação por pessoa e residência.
3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será contactado por email e o resultado será anunciado no blogue.
5) O envio do prémio será realizado pela editora, via CTT.
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
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Alfarroba,
Especial 4º Aniversário,
Passatempos 2014
terça-feira, 12 de agosto de 2014
[Especial 4º Aniversário] Entrevista a Jéssica Rocha
Tendo apenas 19 anos, Jéssica Rocha publicou o seu primeiro livro "Lar, Doce Lar" pela Editora Alfarroba. Estudante do curso de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, garante que irá continuar a escrever, não conseguido "(...) estar sem escrever, sem imaginar novos enredos e novas situações para novas histórias.".
Como surgiu a escrita na tua vida?
Antes de começar propriamente a escrever as minhas histórias, e como lia bastante já aos 11 e 12 anos, comecei por reinventar finais de alguns livros que lia, como os da colecção “Os Cinco”. Foi precisamente com um desses, cujo final não me agradou, que surgiu o primeiro impulso para o transformar, porque decidi que podia reescrevê-lo só para mim... essa foi a primeira experiência, mas já só nos 12 anos avançados e nos 13 é que comecei realmente a inventar enredos do princípio ao fim, a criar as minhas próprias personagens, a ser capaz de lhes atribuir características sem estar presa às de outras que já existissem e tivessem sido criadas por outros autores. A partir daí, não consegui parar.
O que é que te levou a escrever este livro?
A ideia inicial para o Lar, Doce Lar surgiu quando eu já tinha alcançado os 15 anos e já olhava para a realidade de uma maneira um bocadinho diferente. Até aí tinha escrito histórias muito fantasiadas, basicamente aquelas com que cada menina sonha naquela fase da vida, mas aos 15 já começava a ler livros mais reais, a ver filmes e séries que me inspiravam de outra maneira, por isso surgiu a vontade de criar uma história mais adulta, com mais “cabeça, tronco e membros”, e que falasse de temas mais fortes e mais próprios “do mundo dos adultos”. Foi, até à altura, o livro que me deu mais trabalho a escrever, que demorou mais tempo e que incluiu mais pesquisa dos factos de que estava a tratar, porque gosto sempre de criar enredos o mais próximos possível à realidade, mesmo que não se passem em Portugal e sim em lugares onde nunca fui, por isso pesquiso sempre imenso sobre o local onde vou criar a história, sobre os hábitos de vida e as tradições desses sítios, e, neste caso, também procurei informar-me bastante sobre o mundo das drogas, uma vez que esse é um elemento importante no livro.
Quais foram as tuas referências e inspirações enquanto escrevias?
Posso afirmar que uma das maiores inspirações foi um livro que tinha acabado de ler pouco antes de começar o Lar, Doce Lar, e que ainda hoje é um dos meus livros preferidos: Os Filhos da Droga, de Christiane F. Tem uma história muito profunda e muito potente a nível de sentimentos e lições de vida, e quando terminei de o ler senti que aquele mundo me tinha fascinado tanto que gostaria de poder incluir uma parte da visão que tinha dele numa história minha... além disso, também andava a ver alguns filmes e séries do género policial, e tudo isso me ajudou a construir uma ideia. Depois foi uma questão de a desenvolver, de inventar personagens que tentei que não se assemelhassem em demasia a outras já existentes, e de tentar que soasse minimamente credível. O romance é sempre uma parte importante, e quanto a essas lições, para além das que tinha das pessoas que me rodeavam, também tenho como referência um dos meus autores preferidos na altura, Nicolas Sparks. Eu devorava os livros dele, uns atrás dos outros, e acabei por desejar que o meu livro tivesse uma parte romântica tão cativante como os dele.
Identificas-te em alguma das personagens? E tens alguma que te é mais querida?
Quanto a identificar-me em alguma das personagens, não o consigo fazer por completo, mas há, sem dúvida, uma parte de mim na personalidade da protagonista, a Rachel. Não na história de vida dela, nem na maioria das acções que tomou, mas na maneira de olhar para as pessoas que a rodeiam, como o irmão, a cunhada e as novas pessoas que vai conhecer quando chegar a Moore. Eu também tenho um irmão – mais novo no meu caso, e não mais velho como o Mark é em relação à Rachel – e consegui inspirar-me no modo como olho para ele e transpô-lo para a relação dos personagens, mas além disso não peguei realmente em características de ninguém que conheça para criar uma personagem que lhes fosse completamente fiel. Existem certas parecenças com algumas, claro, mas não foi minha intenção inventá-las à imagem de alguém que já exista. Aliás, muitas das decisões que a Rachel toma eu não me imaginaria a tomar, mas tenho verificado que várias pessoas que já leram o livro afirmam que conseguem relacioná-la facilmente comigo.
Quanto a ter uma personagem mais querida, é muito difícil escolher de entre elas, uma vez que as criei todas com o mesmo empenho e carinho, mas se tivesse de eleger pelo menos uma feminina e uma masculina, as minhas escolhas recairíam sobre a Rachel e o Jerrod. A Rachel porque é sob a sua visão que acompanhamos toda a história e são com os seus sentimentos com que nos identificamos e as suas escolhas que vamos apoiar ou não, e foi a personagem à qual dei mais de mim, e o Jerrod porque eu sempre tive uma maior queda pelos “maus rapazes” das histórias. É muito mais divertido criar um personagem que tenha uma aura má e tentar torná-lo, ainda assim, cativante para o público, e com o Jerrod penso que consegui isso mesmo. Ele não é um verdadeiro vilão, claro que não, mas o seu passado e as suas atitudes do presente foram um óptimo desafio de escrever, por isso ele é um dos meus preferidos.
Não sei se se poderão classificar como “estranhos”, mas não consigo escrever sem estar a ouvir música e sem estar sozinha nalgum lugar. A proximidade a outras pessoas distrai-me, e a música ajuda-me a entrar no espírito de cada cena, mais divertida ou mais tensa, por isso tenho sempre uma playlist associada a cada personagem e a cada momento para me inspirar melhor para escrever. Além disto, se estivermos no Inverno, não há nada melhor do que ter uma chávena de chá preto bem quente ao pé de mim enquanto estou a escrever. Adoro a bebida e mantém-me cheia de energia para continuar a escrever!
Qual é que achas que é o público-alvo do teu livro?
Apesar de não ser restritivo para esta faixa etária, acho que o livro será mais cativante para os jovens adultos e adultos, pela temática e pelo modo como a história é contada.
Sei que tens 19 anos. Achas que as pessoas poderão julgar o livro sabendo que és uma nova autora, ainda jovem?
Talvez o façam, talvez não... como o livro foi editado este ano, as pessoas não imaginam que eu o escrevi aos 15, e quando o descobrem ainda ficam mais surpreendidas. Claro que entretanto o livro foi revisto e algumas cenas foram alteradas, mas o núcleo mantém-se o mesmo, por isso poderá haver quem julgue estranho que uma história destas fosse imaginada por uma jovem de 15 anos. Muitos poderão julgar a história imaginando qual a minha experiência de vida e a minha mentalidade na altura em que o escrevi, mas acho que não é necessário que o façam. Aliás, acho que haverá também muitas impressões positivas, porque, até agora, não conheço muitos jovens que se dediquem à escrita e tenham gosto nela desde tão novos, por isso acho que o público também ficará agradado pela mudança e pela novidade.
O que esperas que as pessoas retirem do teu livro?
Acima de tudo, que a vida é feita de segundas oportunidades e de recomeços, e que o perdão é importante. Tudo isto, de certa forma, está concentrado no caminho que a Rachel percorre. Ela teve um passado muito complicado, e que talvez a pudesse ter levado a baixar os braços e a fechar o coração, impedindo-a de desenvolver novas relações com outras pessoas e de voltar a acreditar que podia ser feliz, mas a maneira como a história é conduzida mostra o contrário e dá-lhe novas oportunidades, e novos dilemas, que ela terá de ser capaz de ultrapassar. E mostra igualmente que fazermos as pazes com o nosso passado e dar a nós mesmos a oportunidade de seguirmos em frente também é essencial. Isto não foi tão linear em relação aos outros personagens, mas isso mostra que a vida não é um conto de fadas onde tudo termina sempre bem.
Estás a trabalhar em algum novo projecto?
Estou sempre a trabalhar em novos projectos, muitas vezes em simultâneo! Não consigo estar sem escrever, sem imaginar novos enredos e novas situações para novas histórias. Se passar muito tempo sem poder dedicar-me a um dos meus livros começo mesmo a sentir-me mal! Por vezes, durante as épocas de maior frequência de testes e exames na Faculdade, torna-se mais difícil arranjar tempo para me dedicar à escrita, mas quando não há nada de muito importante que necessite da minha concentração, aproveito sempre para escrever o mais que possa. Neste momento estou a dedicar-me a algo diferente do que tenho escrito até agora, a criar uma história passada pela primeira vez em Portugal... logo veremos se chegará à luz do dia ou não!
Que importância atribuis à blogosfera literária?
Acho que é cada vez mais importante. Hoje em dia vivemos na era das novas tecnologias, num mundo em constante expansão e diversificação, e as redes sociais e os blogs literários tornaram-se óptimas plataformas para dar maior relevância a novos livros, filmes, séries ou quaisquer outros assuntos acerca dos quais os fãs queiram dar as suas opiniões. A blogosfera literária propriamente dita tornou-se um espaço onde os novos autores poderão, na minha opinião, tornar-se mais facilmente próximos do público. Hoje em dia alguém que leia um livro pouco conhecido poderá fazer uma análise do mesmo, um comentário ou simplesmente chamar a atenção para ele no Facebook e nas outras redes sociais, ou num blog pessoal ou geral, e logo mais pessoas ficarão a saber da história e poderão interessar-se por ler também, o que ajuda a tornar a obra e o autor mais conhecidos.
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sexta-feira, 28 de março de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
As Gotas de Um Beijo
Autora: Carina Rosa
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 240
Editor: Alfarroba
ISBN: 9789898455833
Sinopse:
David é um homem pacato e solitário, desde que o seu casamento de vinte anos terminou. É no stand de automóveis que dirige que afoga as memórias do passado e a solidão do presente. Afastado de casa e dos filhos, é obrigado a gerir sozinho as acções e as escolhas que fez ao longo da vida, nas quais Diana, uma amiga de infância que considera irmã, tem um papel fundamental.
Opinião:
Embora a Alfarroba não seja um editora que publique muitos livros, devo dizer que já descobri uns quantos autores portugueses bem bons através deles, sendo um bom exemplo a autora Célia Loureiro. E acho que posso afirmar que com este livro descobri mais uma autora que quero acompanhar, pois o livro surpreendeu-me pela positiva, embora o final me tenha deixado um pouco confusa.
David é um homem divorciado que adora carros. Tendo tido sorte na vida, é dono do seu próprio stand de automóveis. Mas não de quaisquer automóveis, mas sim de grandes clássicos que deixariam água na boca de qualquer coleccionador. Diana é a sua grande amiga desde sempre. Tendo-se conhecido quando eram muito novos, acompanharam-se mutuamente até à idade adulta, ajudando-se quando David ultrapassava o divórcio e quando o mesmo acontecera a Diana. Dois bons amigos cuja amizade é colocada em jogo quando aparece Laura, uma mulher lindíssima e mais nova que David que começa a trabalhar na joalharia em frente ao seu stand de automóveis. Uma mulher que o diverte e encanta e que desde imediato lhe desperta sentimentos há muito adormecidos.
Mas Laura é uma mulher misteriosa. Uma mulher que não gosta de falar de si mesma, que não o quer perto de sua casa e que por muito encantadora que seja tem um lado negro de que só ela mesma sabe. Um lado negro que está prestes a engoli-la e a destruir tudo o que construíra.
Devo dizer que não esperava a abordagem a certos assuntos que se falaram neste livro, sendo o principal a violência doméstico, uma realidade que existe em todo o mundo mas que é muito pouco falada, embora seja algo que está a sair mais das sombras de ano para ano. Apesar da abordagem deste tema me ter surpreendido, estava à espera de uma abordagem mais aprofundada e teria gostado de ver esta parte da vida de uma das personagens ainda mais desenvolvido, pois de todo o livro as partes referentes a este assuntos foram as que mais me prenderam a atenção. Também adorei o início do romance entre David e Laura, mas quando esta última lhe conta o seu segredo, embora compreenda a atitude de David, estava à espera que este fosse mais compreensivo e não tão agressivo na forma de falar e pensar, sendo que a partir deste momento o livro foi uma avalanche de emoções que por vezes chegavam a ser contraditórias, embora levassem o leitor consigo, sentido este a mesma confusão sentimental que os personagens.
A escrita da autora é uniforme, sendo fluída e fácil de acompanhar, mas que peca pela descrição dos sentimentos entre as três personagens. No final acabei por compreender o porquê da decisão de David, mas foi algo que chegou a ser confuso pela descrição dos sentimentos deste tanto por Laura como por Diana. Apesar disso foi uma história de que gostei, que me prendeu e foi um livro que li num ápice, o que me surpreendeu, pois a primeira opinião que havia lido do livro não abonava a seu favor (embora pelo que vi uns tempos depois, esta era a única que não abonava a seu favor, sendo as seguintes muito mais positivas).
Um livro com assuntos fortes e controversos, mas escrito de uma forma fluída que nos permite lê-lo de forma rápida. Aconselho!
Embora a Alfarroba não seja um editora que publique muitos livros, devo dizer que já descobri uns quantos autores portugueses bem bons através deles, sendo um bom exemplo a autora Célia Loureiro. E acho que posso afirmar que com este livro descobri mais uma autora que quero acompanhar, pois o livro surpreendeu-me pela positiva, embora o final me tenha deixado um pouco confusa.
David é um homem divorciado que adora carros. Tendo tido sorte na vida, é dono do seu próprio stand de automóveis. Mas não de quaisquer automóveis, mas sim de grandes clássicos que deixariam água na boca de qualquer coleccionador. Diana é a sua grande amiga desde sempre. Tendo-se conhecido quando eram muito novos, acompanharam-se mutuamente até à idade adulta, ajudando-se quando David ultrapassava o divórcio e quando o mesmo acontecera a Diana. Dois bons amigos cuja amizade é colocada em jogo quando aparece Laura, uma mulher lindíssima e mais nova que David que começa a trabalhar na joalharia em frente ao seu stand de automóveis. Uma mulher que o diverte e encanta e que desde imediato lhe desperta sentimentos há muito adormecidos.
Mas Laura é uma mulher misteriosa. Uma mulher que não gosta de falar de si mesma, que não o quer perto de sua casa e que por muito encantadora que seja tem um lado negro de que só ela mesma sabe. Um lado negro que está prestes a engoli-la e a destruir tudo o que construíra.
Devo dizer que não esperava a abordagem a certos assuntos que se falaram neste livro, sendo o principal a violência doméstico, uma realidade que existe em todo o mundo mas que é muito pouco falada, embora seja algo que está a sair mais das sombras de ano para ano. Apesar da abordagem deste tema me ter surpreendido, estava à espera de uma abordagem mais aprofundada e teria gostado de ver esta parte da vida de uma das personagens ainda mais desenvolvido, pois de todo o livro as partes referentes a este assuntos foram as que mais me prenderam a atenção. Também adorei o início do romance entre David e Laura, mas quando esta última lhe conta o seu segredo, embora compreenda a atitude de David, estava à espera que este fosse mais compreensivo e não tão agressivo na forma de falar e pensar, sendo que a partir deste momento o livro foi uma avalanche de emoções que por vezes chegavam a ser contraditórias, embora levassem o leitor consigo, sentido este a mesma confusão sentimental que os personagens.
A escrita da autora é uniforme, sendo fluída e fácil de acompanhar, mas que peca pela descrição dos sentimentos entre as três personagens. No final acabei por compreender o porquê da decisão de David, mas foi algo que chegou a ser confuso pela descrição dos sentimentos deste tanto por Laura como por Diana. Apesar disso foi uma história de que gostei, que me prendeu e foi um livro que li num ápice, o que me surpreendeu, pois a primeira opinião que havia lido do livro não abonava a seu favor (embora pelo que vi uns tempos depois, esta era a única que não abonava a seu favor, sendo as seguintes muito mais positivas).
Um livro com assuntos fortes e controversos, mas escrito de uma forma fluída que nos permite lê-lo de forma rápida. Aconselho!
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Alfarroba,
As Gotas de Um Beijo,
Carina Rosa,
Crítica Literária
domingo, 5 de janeiro de 2014
Resultado do Passatempo Natalício
E chegou ao fim mais um passatempo!
Quero agradecer imenso à Publicações Europa-América e à Alfarroba Edições pelo apoio e a todos que publicitaram este passatempo nos seus blogs e fóruns.
As respostas são:
1) as drogas.
2) David e Diana.
E os vencedores são:
1º Filipa Maria Dionísio Monteiro "Não Deixes que Me Levem" da autora Catherine Ryan Hyde (Publicações Europa-América)
2º André Daniel Cerejo da Silva "As Gotas de um Beijo" de Carina Rosa (Alfarroba Edições)
3º Tânia Filipa Pêgas Malheiro da Silva Separador surpresa
Parabéns aos vencedores! Espero que gostem dos prémios!
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A gotas de um beijo,
Alfarroba,
Carina Rosa,
Catherine Ryan Hyde,
Europa-América,
Não deixes que me levem,
Passatempos 2013
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Passatempo Natalício
O Natal chegou e com ele o fim do ano. Dessa forma decidi fazer um último passatempo para o blogue em 2013. Um passatempo especial onde teremos 3 prémios!
1º lugar: "Não Deixes que Me Levem" da autora Catherine Ryan Hyde (Publicações Europa-América)
2º lugar: "As Gotas de um Beijo" de Carina Rosa (Alfarroba Edições)
3º lugar: Separador surpresa
Para ganharem estes prémios basta responderem a duas pequenas perguntas correctamente e escreverem uma pequena frase alusiva ao Natal. Cada uma das perguntas será sobre cada um dos livros sendo dessa forma a participação aceite. Seguidamente seleccionarei as melhores 3 frases e aí teremos os 3 vencedores.
Um grande obrigado à Publicações Europa-América e à Alfarroba Edições por tornarem este último passatempo possível!
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1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 2 de Janeiro (quinta).
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3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
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Passatempos 2013
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
domingo, 8 de dezembro de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Lançamento do livro "Deste e de outros reinos" de Maria José Barros
quarta-feira, 5 de junho de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
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