Quem sou eu?

A minha fotografia

Anteriormente conhecida como v_crazy_girl, a 30 de Agosto de 2014 essa conta foi apagada, tendo assim decidido criar algo mais pessoal e próprio para o blogue literário de longa data.

Na Mesa de Cabeceira...

Na Mesa de Cabeceira...
"A Química do Amor" de Emily Foster

Passatempo #1

Passatempo #1
Até 24 de dezembro

Passatempo #2

Passatempo #2
Até 27 de dezembro

Seguidores

Com tecnologia do Blogger.

Facebook

Arquivo do Blogue

domingo, 14 de julho de 2013
Autora: Dorothy Koomson
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 544
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04447-1

Sinopse:
Todas as histórias de amor sofrem reviravoltas.
Depois de quinze anos de um grande amor e um casamento perfeito, Scott, marido de Tamia, é acusado de algo impensável.
De repente, tudo aquilo em que Tamia acreditava - amizade, família, amor e intimidade - parece não ter qualquer valor. Ela não sabe em quem confiar, nem sonha o que o futuro lhe reserva.
Então, uma estranha chega à cidade, para lançar pétalas de rosas ao mar, em memória de alguém muito querido e há muito perdido. Esta mulher transporta consigo verdades chocantes que transformarão as vidas de todos, incluindo Tamia que será obrigada a fazer a mais dolorosa das escolhas.


Opinião:
Dorothy Koomson deve ser uma das autora mais adoradas entre o público feminino em Portugal. É uma autora que consegue encantar qualquer um, com as suas histórias profundas e que tocam o coração. Embora eu não seja daquelas leitoras da autora que vá a correr adquirir um dos seus livros mal estes saem no mercado, a verdade é que para mim embora sejam um leitura sempre agradável, não é autora que eu leia de imediato. Mas esta capa é lindíssima, por isso acho que foi mais ela que me chamou e não propriamente a sinopse.

Tamia está em casa com as filhas pequenas e Scott, o seu marido e pai das suas filhas. Mas o que parecia ser a vida da família perfeita acaba por se desmoronar totalmente quando a polícia entra na sua casa e prende o seu marido. As acusações? Tamia não as sabe pois a polícia, de forma a não ferir a admiração das crianças pelo pai acaba por não dizer o crime em voz alta. O que é ainda mais estranho é o facto de Scott saber qual o crime por que está a ser acusado mesmo antes de a polícia o acusar! Desesperada para saber o que se passa, Tamia vai à polícia, onde descobre que o crime de que o marido estava acusado era muitíssimo grave! E ainda pior. Quem o acusa é uma das suas melhores amigas. Alguém das suas corridas matinais, alguém que neste momento estava a tomar conta das sua filhas enquanto ela ia à esquadra.

Sem saber em quem confiar, nas suas melhores amigas ou no seu marido, Tamia acaba por descobrir que o seu casamento não era nem perto de perfeito e apenas ela é que não o compreendia. Além disso descobre também que nem todos são aquilo que parecem.

Eu admito, ainda não li muitos livros desta autora. Aliás, com este fico a conhecer três dos seus romances e por alguma razão este foi o que me "atingiu" menos. Estive a ver e é dos que tem maiores classificações positivas, mas por alguma razões dos três que li foi o que me atingiu menos. Achei a personagem de Tamia muito pouco determinada e perdida em todo o livro. No final descobrimos que teve sempre as provas de tudo à sua frente mas enganou-se a si mesma durante inúmeros anos a fim e isso em vez de me fazer sentir pena pela personagem fez-me sentir um certo descontentamento pela falta de força interior dela. Sim, é verdade que houveram imensos factores que a puderam fazer agir daquela forma, mas mesmo assim.

Por outro lado gostei da personagem de Mirabelle. Achei-a determinada e uma pessoa que sabe o que quer. Totalmente o contrário de Tamia, se pensar bem nisso. Aliás, provavelmente essa foi a razão para eu gostar assim tanto dela. O final atou todas as pontas soltas mas apesar disso achei-o de alguma forma apresado. Houve algo nele que não me seduziu e acho que foi isso que me fez gostar menos deste livro do que dos outros dois que li da autora.

Mas atenção, quando eu refiro que gostei menos não estou a indicar que é um mau livro, antes pelo contrário. É um livro que se lê de um fôlego. De rápida acções, com uma escrita fluída e que prendera qualquer leitor. Aconselho.

2 devaneios :

Liliana Lavado disse...

Nunca li nada da Dorothy Koomson… penso sempre em histórias deprimentes quando ouço o nome dela… talvez esteja errada, mas… :P

v_crazy_girl disse...

depende. Tem umas deprimentes, outras mais alegres. Mas sim, tem cenas que por vezes nos deixam um pouco deprimidos xp