Quem sou eu?

A minha fotografia

Anteriormente conhecida como v_crazy_girl, a 30 de Agosto de 2014 essa conta foi apagada, tendo assim decidido criar algo mais pessoal e próprio para o blogue literário de longa data.

Na Mesa de Cabeceira...

Na Mesa de Cabeceira...
"Se Eu Fosse Tua" de Meredith Russo

Passatempo

Passatempo
Resultado!!

Seguidores

Com tecnologia do Blogger.

Facebook

Arquivo do Blogue

domingo, 14 de julho de 2013
Autora: Dorothy Koomson
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 544
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04447-1

Sinopse:
Todas as histórias de amor sofrem reviravoltas.
Depois de quinze anos de um grande amor e um casamento perfeito, Scott, marido de Tamia, é acusado de algo impensável.
De repente, tudo aquilo em que Tamia acreditava - amizade, família, amor e intimidade - parece não ter qualquer valor. Ela não sabe em quem confiar, nem sonha o que o futuro lhe reserva.
Então, uma estranha chega à cidade, para lançar pétalas de rosas ao mar, em memória de alguém muito querido e há muito perdido. Esta mulher transporta consigo verdades chocantes que transformarão as vidas de todos, incluindo Tamia que será obrigada a fazer a mais dolorosa das escolhas.


Opinião:
Dorothy Koomson deve ser uma das autora mais adoradas entre o público feminino em Portugal. É uma autora que consegue encantar qualquer um, com as suas histórias profundas e que tocam o coração. Embora eu não seja daquelas leitoras da autora que vá a correr adquirir um dos seus livros mal estes saem no mercado, a verdade é que para mim embora sejam um leitura sempre agradável, não é autora que eu leia de imediato. Mas esta capa é lindíssima, por isso acho que foi mais ela que me chamou e não propriamente a sinopse.

Tamia está em casa com as filhas pequenas e Scott, o seu marido e pai das suas filhas. Mas o que parecia ser a vida da família perfeita acaba por se desmoronar totalmente quando a polícia entra na sua casa e prende o seu marido. As acusações? Tamia não as sabe pois a polícia, de forma a não ferir a admiração das crianças pelo pai acaba por não dizer o crime em voz alta. O que é ainda mais estranho é o facto de Scott saber qual o crime por que está a ser acusado mesmo antes de a polícia o acusar! Desesperada para saber o que se passa, Tamia vai à polícia, onde descobre que o crime de que o marido estava acusado era muitíssimo grave! E ainda pior. Quem o acusa é uma das suas melhores amigas. Alguém das suas corridas matinais, alguém que neste momento estava a tomar conta das sua filhas enquanto ela ia à esquadra.

Sem saber em quem confiar, nas suas melhores amigas ou no seu marido, Tamia acaba por descobrir que o seu casamento não era nem perto de perfeito e apenas ela é que não o compreendia. Além disso descobre também que nem todos são aquilo que parecem.

Eu admito, ainda não li muitos livros desta autora. Aliás, com este fico a conhecer três dos seus romances e por alguma razão este foi o que me "atingiu" menos. Estive a ver e é dos que tem maiores classificações positivas, mas por alguma razões dos três que li foi o que me atingiu menos. Achei a personagem de Tamia muito pouco determinada e perdida em todo o livro. No final descobrimos que teve sempre as provas de tudo à sua frente mas enganou-se a si mesma durante inúmeros anos a fim e isso em vez de me fazer sentir pena pela personagem fez-me sentir um certo descontentamento pela falta de força interior dela. Sim, é verdade que houveram imensos factores que a puderam fazer agir daquela forma, mas mesmo assim.

Por outro lado gostei da personagem de Mirabelle. Achei-a determinada e uma pessoa que sabe o que quer. Totalmente o contrário de Tamia, se pensar bem nisso. Aliás, provavelmente essa foi a razão para eu gostar assim tanto dela. O final atou todas as pontas soltas mas apesar disso achei-o de alguma forma apresado. Houve algo nele que não me seduziu e acho que foi isso que me fez gostar menos deste livro do que dos outros dois que li da autora.

Mas atenção, quando eu refiro que gostei menos não estou a indicar que é um mau livro, antes pelo contrário. É um livro que se lê de um fôlego. De rápida acções, com uma escrita fluída e que prendera qualquer leitor. Aconselho.

2 devaneios :

Liliana Lavado disse...

Nunca li nada da Dorothy Koomson… penso sempre em histórias deprimentes quando ouço o nome dela… talvez esteja errada, mas… :P

v_crazy_girl disse...

depende. Tem umas deprimentes, outras mais alegres. Mas sim, tem cenas que por vezes nos deixam um pouco deprimidos xp