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"O Dia em que Perdemos o Amor" de Javier Castillo
"Mas por outro lado, isto não é mentir. É agir de forma verdadeira em circunstâncias imaginárias." - Acredita em Mim de JP Delaney
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quinta-feira, 11 de junho de 2020
terça-feira, 14 de maio de 2019
quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
domingo, 20 de maio de 2018
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Encantamento
Autora: Alice Hoffman
Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 160
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895575534
Sinopse:
Estrella deMadrigal pensava que sabia quem era: filha, neta, irmã, melhor amiga, amada. Ela é a Estrela no Céu Nocturno, a Verdade no meio da Escuridão. Mas, em Espanha, neste século cruel e impiedoso, a verdade é um bem precioso e raro. Os judeus que recusam a conversão ao Cristianismo arriscam tudo o que têm: o amor, a vida, a família e a fé. A certa altura, uma descoberta espantosa abala profundamente a existência de Estrella. E no entanto, esta mudança devastadora é provocada por algo pequeno e doce. Um beijo. O beijo de alguém que Estrella está proibida de amar. À medida que uma nova rapariga emerge do casulo de segredos no qual foi criada, a paixão desponta e a amizade desmorona-se - a traição acaba por libertar um monstro maligno das profundezas da terra. Estrella dá por si numa situação que nunca julgou ser possível; é alguém que nunca imaginou ser.
Opinião:
Este livro tem uma capa que aponta para um livro de fantasia e admito que foi isso que me chamou inicialmente a atenção. Mas a verdade é que, após ler a sinopse percebi que o livro não era nada relacionado com magia, o que ainda me despertou mais a atenção.
Estrella sempre tivera uma boa vida. Uma família estável, uns pais, avós e irmãos que a adoravam. A sua mãe era conhecida por toda a cidade como alguém que sabia como cuidar dos outros, algo que havia herdado do seu pai e avô de Estrella que também era conhecido entre muitas pessoas. Estrella vivia no lado "bom" da cidade. O outro lado era onde moravam famílias judias que se haviam convertido mas que continuavam a ser olhadas de lado e com desconfiança. Pessoas que não faziam mal a ninguém mas que todos julgavam que traziam o diabo no corpo.
A primeira prova dessa distinção que Estrella observara foi quando um homem estava, em desespero, a implorar pelos seus livros. Livros que estavam em pilha a serem queimados. O povo em redor gritava que tal era o castigo menos severo e que o acusado merecia pior e Estrella inicialmente não percebera o porque, afinal de contas, na sua família, havia aprendido que todos eram iguais. Mas se todos os católicos sabiam que tais livros eram incorrectos, porque é que Estrella não percebia o porquê dessa incorreção? Porque é que o seu avô tinha livros perigosos escondidos... Porque é que a mãe continuava a visitar pessoas no lado "mau" da cidade?
Este foi um livro que me surpreendeu. Quase que pode ser considerado um conto devido ao seu tamanho, afinal de contas o livro tem 160 páginas com letras bem grandinhas. Estrella era uma rapariga muito inteligente que vivia feliz e sossegada e que tinha como melhor amiga uma rapariga vingativa e que queria tudo apenas para ela. Uma rapariga que levada pelos ciúmes acusa a família de Estrella de algo que, apesar de verdade, lhe destrói toda a família e acaba por matar todos em seu redor. Este foi um livro que me atingiu imenso. Atingiu porque o motivo para a morte ter atingido aquela família fora não apenas a loucura da II Guerra Mundial mas também a inveja... A inveja é um veneno poderoso e é isso que visualizamos neste livro.
Nele sofremos com Estrella, sofremos com a morte de todos aqueles que ela amava e sofremos quando esta descobre quem fora a causadora de todo aquele mal... Um livro que me surpreendeu e tive pena de não ser mais longo!
Este livro tem uma capa que aponta para um livro de fantasia e admito que foi isso que me chamou inicialmente a atenção. Mas a verdade é que, após ler a sinopse percebi que o livro não era nada relacionado com magia, o que ainda me despertou mais a atenção.
Estrella sempre tivera uma boa vida. Uma família estável, uns pais, avós e irmãos que a adoravam. A sua mãe era conhecida por toda a cidade como alguém que sabia como cuidar dos outros, algo que havia herdado do seu pai e avô de Estrella que também era conhecido entre muitas pessoas. Estrella vivia no lado "bom" da cidade. O outro lado era onde moravam famílias judias que se haviam convertido mas que continuavam a ser olhadas de lado e com desconfiança. Pessoas que não faziam mal a ninguém mas que todos julgavam que traziam o diabo no corpo.
A primeira prova dessa distinção que Estrella observara foi quando um homem estava, em desespero, a implorar pelos seus livros. Livros que estavam em pilha a serem queimados. O povo em redor gritava que tal era o castigo menos severo e que o acusado merecia pior e Estrella inicialmente não percebera o porque, afinal de contas, na sua família, havia aprendido que todos eram iguais. Mas se todos os católicos sabiam que tais livros eram incorrectos, porque é que Estrella não percebia o porquê dessa incorreção? Porque é que o seu avô tinha livros perigosos escondidos... Porque é que a mãe continuava a visitar pessoas no lado "mau" da cidade?
Este foi um livro que me surpreendeu. Quase que pode ser considerado um conto devido ao seu tamanho, afinal de contas o livro tem 160 páginas com letras bem grandinhas. Estrella era uma rapariga muito inteligente que vivia feliz e sossegada e que tinha como melhor amiga uma rapariga vingativa e que queria tudo apenas para ela. Uma rapariga que levada pelos ciúmes acusa a família de Estrella de algo que, apesar de verdade, lhe destrói toda a família e acaba por matar todos em seu redor. Este foi um livro que me atingiu imenso. Atingiu porque o motivo para a morte ter atingido aquela família fora não apenas a loucura da II Guerra Mundial mas também a inveja... A inveja é um veneno poderoso e é isso que visualizamos neste livro.
Nele sofremos com Estrella, sofremos com a morte de todos aqueles que ela amava e sofremos quando esta descobre quem fora a causadora de todo aquele mal... Um livro que me surpreendeu e tive pena de não ser mais longo!
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quinta-feira, 9 de maio de 2013
Criaturas Maravilhosas
Autores: Margaret Stohl e Kami Garcia
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 480
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895577576
Coleção: 1001 Mundos
Sinopse:
Lena Duchannes é diferente de qualquer pessoa que a pequena cidade sulista de Gatlin alguma vez conheceu. Ela luta para esconder o seu poder e uma maldição que assombra a família há gerações. Mas, mesmo entre os jardins demasiado crescidos, os pântanos lodosos e os cemitérios decrépitos do Sul esquecido, há um segredo que não pode ficar escondido para sempre. Ethan Wate, que conta os meses para poder fugir de Gatlin, é assombrado por sonhos de uma bela rapariga que ele nunca conheceu. Quando Lena se muda para a mais infame plantação da cidade, Ethan é inexplicavelmente atraído por ela e sente-se determinado a descobrir a misteriosa ligação que existe entre eles. Numa cidade onde nada acontece, um segredo poderá mudar tudo.
Opinião:
Tinha este livro cá em casa há imenso tempo, pois a minha irmã começou a fazer a coleção da saga, mas embora curiosa nunca me senti suficientemente impelida para o ler. Mas com o filme aí à porta não resisti e decidi lê-lo antes de ver o filme, um costume que já tenho há imenso tempo.
Lena Duchannes é demasiado diferentes de todas as outras pessoas. Calada, reservada e com uma estranha tatuagem com números que mudam diariamente, Lena tenta passar despercebida, mas ao tentar fazê-lo tem um efeito totalmente contrário. Mudando de escola para ir ter com familiares mais próximos, acaba por ir para casa do seu tio e para uma nova escola, onde espera que ninguém a conheça. Mas o tio mora numa terra demasiado pequena para haver privacidade e a notícia de uma nova adolescente a viver na pequena cidade e ainda por cima sendo sobrinha de quem é, acaba por a colocar nunca posição mais desconfortável do que seria de esperar.
Ethan é um dos rapazes populares. Simpático, inteligente e divertido, é uma personagem que acaba por desenvolver um fascínio especial por Lena, uma rapariga diferente de todas as que ele conheceu. Misteriosa e muitíssimo estranha. Ethan sempre sonhou em sair daquela cidade. Sempre sonhou em viver aventuras, em descobrir o mundo e é ao travar conhecimento com Lena que ele sente que começa a expandir um pouco os seus horizontes, pois afinal ela não era dali. Mas esse fascínio acaba por se desenvolver algo mais e quando se apercebem, Ethan e Lena não conseguem estar separados, apoiando-se em tudo o que está para vir.
Muito sinceramente, estava à espera de algo melhor. Não digo que seja um mau livro, nem pensar, achei a história muito interessante e fiquei curiosa com o que irá acontecer no próximo livro (que já está cá em casa), mas simplesmente senti falta de algo que me colasse mais ao livro. Achei graça ao livro se passar do ponto de vista do rapaz e não da rapariga, algo de muito invulgar no mundo literário, mas notou-se claramente que eram duas mulheres a escrever como um rapaz e não alguém do sexo masculino. Porquê? O rapaz era tão maduro para a idade. E era demasiado... sensível? Acho que está é a palavra certo. Não estou a dizer que não existam rapazes com aquela idade maduros e sensíveis, mas no livro é um pouco demasiado de tal forma que sentia-me um pouco enganada ao ler as coisas do ponto de vista dele. É como se fosse o adolescente perfeito. Além de que sentia falta de intensidade em algumas das suas descrições, o que tive pena.
Mas atenção, embora tenha achado isto não posso afirmar que não gostei do livro, pois achei-o curioso. Adorei essencialmente as descrições das cenas com a prima de Lena. A família de Lena é uma família de feiticeiros que a uma certa idade são puxados ora para a luz ora para a escuridão, e Ridley, prima de Lena, foi puxada para a escuridão, mesmo tendo sido uma menina querida e pacífica quando era mais nova. Esta personagem para mim foi a melhor de todo o livro e quero tanto vê-la mais desenvolvida. Mostra-se com a personagem irónica e negativa de toda a história que afirma se vergonhas que Lena pode muito bem segui-la e ir também para o lado negro. Mas diz isto de uma forma de tal modo descontraída que me faz adorá-la, mesmo sendo a má da fita.
Lena... Hmm... Não sei se foi por não ser ela a narrar a história, ou por a ter visto pelos olhos de Ethan, mas eu preciso de algo mais dela. Preciso de mais atitude ainda, preciso de mais determinação. E espero encontrar tudo isto no próximo livro, pois embora não seja uma obra prima, a história de fundo promete e estou curiosa para a continuar a seguir a saga.
Tinha este livro cá em casa há imenso tempo, pois a minha irmã começou a fazer a coleção da saga, mas embora curiosa nunca me senti suficientemente impelida para o ler. Mas com o filme aí à porta não resisti e decidi lê-lo antes de ver o filme, um costume que já tenho há imenso tempo.
Lena Duchannes é demasiado diferentes de todas as outras pessoas. Calada, reservada e com uma estranha tatuagem com números que mudam diariamente, Lena tenta passar despercebida, mas ao tentar fazê-lo tem um efeito totalmente contrário. Mudando de escola para ir ter com familiares mais próximos, acaba por ir para casa do seu tio e para uma nova escola, onde espera que ninguém a conheça. Mas o tio mora numa terra demasiado pequena para haver privacidade e a notícia de uma nova adolescente a viver na pequena cidade e ainda por cima sendo sobrinha de quem é, acaba por a colocar nunca posição mais desconfortável do que seria de esperar.
Ethan é um dos rapazes populares. Simpático, inteligente e divertido, é uma personagem que acaba por desenvolver um fascínio especial por Lena, uma rapariga diferente de todas as que ele conheceu. Misteriosa e muitíssimo estranha. Ethan sempre sonhou em sair daquela cidade. Sempre sonhou em viver aventuras, em descobrir o mundo e é ao travar conhecimento com Lena que ele sente que começa a expandir um pouco os seus horizontes, pois afinal ela não era dali. Mas esse fascínio acaba por se desenvolver algo mais e quando se apercebem, Ethan e Lena não conseguem estar separados, apoiando-se em tudo o que está para vir.
Muito sinceramente, estava à espera de algo melhor. Não digo que seja um mau livro, nem pensar, achei a história muito interessante e fiquei curiosa com o que irá acontecer no próximo livro (que já está cá em casa), mas simplesmente senti falta de algo que me colasse mais ao livro. Achei graça ao livro se passar do ponto de vista do rapaz e não da rapariga, algo de muito invulgar no mundo literário, mas notou-se claramente que eram duas mulheres a escrever como um rapaz e não alguém do sexo masculino. Porquê? O rapaz era tão maduro para a idade. E era demasiado... sensível? Acho que está é a palavra certo. Não estou a dizer que não existam rapazes com aquela idade maduros e sensíveis, mas no livro é um pouco demasiado de tal forma que sentia-me um pouco enganada ao ler as coisas do ponto de vista dele. É como se fosse o adolescente perfeito. Além de que sentia falta de intensidade em algumas das suas descrições, o que tive pena.
Mas atenção, embora tenha achado isto não posso afirmar que não gostei do livro, pois achei-o curioso. Adorei essencialmente as descrições das cenas com a prima de Lena. A família de Lena é uma família de feiticeiros que a uma certa idade são puxados ora para a luz ora para a escuridão, e Ridley, prima de Lena, foi puxada para a escuridão, mesmo tendo sido uma menina querida e pacífica quando era mais nova. Esta personagem para mim foi a melhor de todo o livro e quero tanto vê-la mais desenvolvida. Mostra-se com a personagem irónica e negativa de toda a história que afirma se vergonhas que Lena pode muito bem segui-la e ir também para o lado negro. Mas diz isto de uma forma de tal modo descontraída que me faz adorá-la, mesmo sendo a má da fita.
Lena... Hmm... Não sei se foi por não ser ela a narrar a história, ou por a ter visto pelos olhos de Ethan, mas eu preciso de algo mais dela. Preciso de mais atitude ainda, preciso de mais determinação. E espero encontrar tudo isto no próximo livro, pois embora não seja uma obra prima, a história de fundo promete e estou curiosa para a continuar a seguir a saga.
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quarta-feira, 1 de maio de 2013
O Apelo das Sombras
Autora: Karen Chance
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 376
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895578412
Coleção: 1001 Mundos
Sinopse:
Um recente legado tornou Cassandra Palmer herdeira do título de Pítia, a principal clarividente do mundo. É uma posição que costuma vir acompanhada de anos de treino, mas as circunstâncias de Cassie são um pouco… invulgares. E, agora, ela está presa a um forte poder que todos os vampiros, Elementais e magos da cidade querem monopolizar ou erradicar - e que ela própria não se atreve a usar. Além do mais, Cassie acabou de descobrir que um certo vampiro mestre arrogante lhe colocou um geis - uma reivindicação mágica que afugenta quaisquer pretendentes e que também pode explicar a atração… intensa que sente por eles. Mas está farta de ser manipulada e, a partir de agora, quem tentar fazê-lo descobrirá que ela é uma péssima inimiga…
Opinião:
Esta é uma daquelas coleções que me deixa curiosa para continuar a ler, mas que tem mais pormenores do que devia, acabando eu por me esquecer de metade deles quando começo a ler o livro seguinte, o que neste caso foi um sério problema!
Cassandra precisa de descansar... Toda a aventura de descobrir a verdade sobre si e os seus poderes está a dar com ela em louca e precisa urgentemente de fazer algo contra isso e respirar fundo. Mas também precisa de informações sobre o que se está a passar à sua volta. Numa dessas procuras por informação, num conhecido bar entre os seres vampíricos, elementais e magos, acaba por descobrir que se encontra marcada por alguém. Alguém a marcou como sua, com um feitiço demasiado forte para ser impelido. De tal forma forte que um amigo seu, profissional em enganar esses feitiços, simplesmente desistiu de fazer isso com ela. Mas este feitiço não só a liga a outro macho como... Cassie começa a querer atirar-se a tudo o que é homem.
Este problema do feitiço acaba por se tornar algo de proporções épicas, que leva Cassie a uma roda viva de problemas, que parecem não querer abrandar de forma alguma!
O meu grande problema neste livro não foi o livro em si, foi a minha má memória. Li este livro passado anos do primeiro, logo a minha memória relativamente ao de facto aconteceu no volume anterior estava um pouco apagada. E sabem aqueles livros que têm inúmeros pormenores e pequenas introduções para relembrar o volume anterior? Pois, aqui não há nada disso, o que pode ser considerado um grande problema para quem estava com graves problemas de memória relativamente à história. Havia uma coisinha ou outra que me acabou por relembrar e ajudar a entrar na história, que por sinal está muitíssimo bem escrita e contém personagens simplesmente fantásticas.
Cassandra, a personagem principal é quem conduz toda a história, guiando-nos e demonstrando-nos a sua força de espírito e corpo, lutando pelo que acha correcto e por si mesma. Foi das personagens que mais gostei do livro e a escrita da autora tornou-a real e muito fascinante.
Recomendo o livro, mas recomendo que o leiam com o anterior ainda fresco na memória.
Esta é uma daquelas coleções que me deixa curiosa para continuar a ler, mas que tem mais pormenores do que devia, acabando eu por me esquecer de metade deles quando começo a ler o livro seguinte, o que neste caso foi um sério problema!
Cassandra precisa de descansar... Toda a aventura de descobrir a verdade sobre si e os seus poderes está a dar com ela em louca e precisa urgentemente de fazer algo contra isso e respirar fundo. Mas também precisa de informações sobre o que se está a passar à sua volta. Numa dessas procuras por informação, num conhecido bar entre os seres vampíricos, elementais e magos, acaba por descobrir que se encontra marcada por alguém. Alguém a marcou como sua, com um feitiço demasiado forte para ser impelido. De tal forma forte que um amigo seu, profissional em enganar esses feitiços, simplesmente desistiu de fazer isso com ela. Mas este feitiço não só a liga a outro macho como... Cassie começa a querer atirar-se a tudo o que é homem.
Este problema do feitiço acaba por se tornar algo de proporções épicas, que leva Cassie a uma roda viva de problemas, que parecem não querer abrandar de forma alguma!
O meu grande problema neste livro não foi o livro em si, foi a minha má memória. Li este livro passado anos do primeiro, logo a minha memória relativamente ao de facto aconteceu no volume anterior estava um pouco apagada. E sabem aqueles livros que têm inúmeros pormenores e pequenas introduções para relembrar o volume anterior? Pois, aqui não há nada disso, o que pode ser considerado um grande problema para quem estava com graves problemas de memória relativamente à história. Havia uma coisinha ou outra que me acabou por relembrar e ajudar a entrar na história, que por sinal está muitíssimo bem escrita e contém personagens simplesmente fantásticas.
Cassandra, a personagem principal é quem conduz toda a história, guiando-nos e demonstrando-nos a sua força de espírito e corpo, lutando pelo que acha correcto e por si mesma. Foi das personagens que mais gostei do livro e a escrita da autora tornou-a real e muito fascinante.
Recomendo o livro, mas recomendo que o leiam com o anterior ainda fresco na memória.
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Karen Chance,
O Apelo das Sombras
sábado, 19 de janeiro de 2013
Claridade
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 152
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895577828
Sinopse:
Bem-vindos ao Aqui & Agora
Riley Bloom deixou a irmã, Ever, no mundo dos vivos e atravessou a ponte que conduz à vida depois da morte - um local chamado Aqui, onde o tempo é sempre Agora.
Acompanhada pelo seu cão, Botão de Ouro, Riley juntou-se aos seus pais e está prestes a instalar-se numa morte agradável e descontraída quando a chamam para comparecer perante o Conselho. Aí, revelam-lhe um segredo - a vida depois da morte não é só uma eternidade de boa vida e Riley tem de trabalhar. Confiam-lhe, nessa altura, uma tarefa, a de ser uma Apanhadora de Almas, e um professor, Bodhi, um rapaz estranho que ela não consegue compreender bem.
Da mesma autora da série Best-seller «Os Imortais».
Opinião:
Eu sei que não é uma saga por aí além, mas a verdade é que eu gosto da história da saga Os Imortais de Alyson Noël... Não sei, há algo nela que embora por vezes me faça ter raiva de certas personagens, continua a puxar-me e a impelir-me para continuar a lê-la. No primeiro livro da saga damos de caras com uma das minhas personagens favoritas de toda a história, a irmã de Ever (personagem principal da saga). Uma rapariga ainda mais criança que adulta, que devido ao seu desejo de se manter viva, acaba por ficar, mesmo após morta, no mundo dos humanos, na forma de fantasma.
Mas esta história é sobre quando Riley finalmente vai para o Aqui & Agora. Um local onde o tempo não interessa, o teu passado ainda menos e podes finalmente fazer aquilo para que foste talhado e que sempre quiseste. Mas apesar desta liberdade existente, que deixaria qualquer um feliz, Riley não o é. Não sente que pertence ali, sente que faz falta noutro lugar. E isso ainda se nota mais após o primeiro dia de aulas de Riley (sim, mesmo após a morte há aulas... só que muito mais divertidas e dinâmicas), em que não se consegue dar bem com ninguém, dando demasiado nas vistas pela negativa!
É após o final das suas aulas que Riley conhece Bodhi, um rapaz feio, de cabelo oleoso e aspecto demasiado nerd para o seu gosto. Este diz-lhe ser seu professor ali no reino de Aqui & Agora e irá ensinar-lhe tudo o que precisa de saber sobre aquele local e qual o seu propósito lá... é aqui que começa a verdadeira (embora minúscula) primeira aventura de Riley em Aqui & Agora.
Hmm... o que dizer deste livro... Escrita demasiado infantil (nem sequer digo juvenil) para o meu gosto, história que se fosse escrita de outra forma e melhor desenvolvida dava para ser algo fantástico mas acaba por não o ser. Sim, as ideias estão lá! A autora tem imaginação e isso não se lhe pode negar, mas a maneira como desenvolveu a ideia... Não me cativou minimamente. Uma personagem que eu gostava tanto pareceu-me chata e irritante e houve momentos que só me apetecia mandá-la calar um bocadinho... Talvez seja eu a ser implicativa, mas acho que não. Um livro tão, mas tão pequenino que se tivesse tamanho de letra normal nem a 100 páginas chegava e com tantas boas ideias que acabam por nenhuma ser bem desenvolvida... Não sei se irei continuar a ler este pequeno spin-off da irmã de Ever, embora tenha gostado muito (anteriormente) da personagem.
E não, não recomendo. Apenas para um público muito, muito jovem.
Eu sei que não é uma saga por aí além, mas a verdade é que eu gosto da história da saga Os Imortais de Alyson Noël... Não sei, há algo nela que embora por vezes me faça ter raiva de certas personagens, continua a puxar-me e a impelir-me para continuar a lê-la. No primeiro livro da saga damos de caras com uma das minhas personagens favoritas de toda a história, a irmã de Ever (personagem principal da saga). Uma rapariga ainda mais criança que adulta, que devido ao seu desejo de se manter viva, acaba por ficar, mesmo após morta, no mundo dos humanos, na forma de fantasma.
Mas esta história é sobre quando Riley finalmente vai para o Aqui & Agora. Um local onde o tempo não interessa, o teu passado ainda menos e podes finalmente fazer aquilo para que foste talhado e que sempre quiseste. Mas apesar desta liberdade existente, que deixaria qualquer um feliz, Riley não o é. Não sente que pertence ali, sente que faz falta noutro lugar. E isso ainda se nota mais após o primeiro dia de aulas de Riley (sim, mesmo após a morte há aulas... só que muito mais divertidas e dinâmicas), em que não se consegue dar bem com ninguém, dando demasiado nas vistas pela negativa!
É após o final das suas aulas que Riley conhece Bodhi, um rapaz feio, de cabelo oleoso e aspecto demasiado nerd para o seu gosto. Este diz-lhe ser seu professor ali no reino de Aqui & Agora e irá ensinar-lhe tudo o que precisa de saber sobre aquele local e qual o seu propósito lá... é aqui que começa a verdadeira (embora minúscula) primeira aventura de Riley em Aqui & Agora.
Hmm... o que dizer deste livro... Escrita demasiado infantil (nem sequer digo juvenil) para o meu gosto, história que se fosse escrita de outra forma e melhor desenvolvida dava para ser algo fantástico mas acaba por não o ser. Sim, as ideias estão lá! A autora tem imaginação e isso não se lhe pode negar, mas a maneira como desenvolveu a ideia... Não me cativou minimamente. Uma personagem que eu gostava tanto pareceu-me chata e irritante e houve momentos que só me apetecia mandá-la calar um bocadinho... Talvez seja eu a ser implicativa, mas acho que não. Um livro tão, mas tão pequenino que se tivesse tamanho de letra normal nem a 100 páginas chegava e com tantas boas ideias que acabam por nenhuma ser bem desenvolvida... Não sei se irei continuar a ler este pequeno spin-off da irmã de Ever, embora tenha gostado muito (anteriormente) da personagem.
E não, não recomendo. Apenas para um público muito, muito jovem.
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sexta-feira, 27 de julho de 2012
Terra Sombria
Autora: Alyson Noël
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 320
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895577798
Coleção: 1001 Mundos
Sinopse:
Ever e Damen caminharam juntos por incontáveis vidas passadas e lutaram contra os inimigos mais sombrios do mundo para ficarem lado a lado para sempre. Mas, quando o tão aguardado destino parece estar finalmente ao seu alcance, uma poderosa maldição abate-se sobre Damen, uma maldição que poderá destruir tudo. Agora, um simples toque das suas mãos ou um suave roçar dos lábios de Ever poderá significar a morte súbita, arrastando Damen para a Terra Sombria. Desesperada por quebrar a maldição e salvar Damen, Ever mergulha na magia e encontra uma ajuda inesperada, um surfista chamado Jude. Apesar de ela e Jude se terem conhecido há pouco tempo, ele parece-lhe estranhamente familiar. E mesmo que ferozmente leal a Damen, Ever sente-se atraída por Jude, um rapaz bronzeado, de olhos verdes, com poderes mágicos e um passado misterioso. Ever sempre acreditou que Damen seria a sua alma gémea e o seu verdadeiro amor e ainda acredita que seja verdade. Mas, à medida que Damen se afasta para os salvar, a ligação de Ever com Jude intensifica-se, testando o seu amor por Damen como nunca antes tinha acontecido destruir tudo. Agora, um simples toque das suas mãos ou um suave roçar dos lábios de Ever poderá significar a morte súbita arrastando Damen para a Terra Sombria.
Opinião:
Depois de ter lido o segundo livro desta saga e ele ter terminado como terminou, não resisti e tive que ler o seguinte, embora tivesse esperança que a qualidade do próprio livro aumentasse.
Damen e Ever não se podem tocar. Depois do pacto que Ever fez para salvar Damen da Terra Sombria - lugar destinado para os imortais, podemos associar este lugar ao céu e ao inferno para os humanos -, estes não se podem tocar directamente e não podem trocar o seu DNA de forma alguma! Desesperada Even está cabisbaixa, sem ideias e culpa-se repetitivamente a si própria pelo que está a acontecer, embora admita que não tinha outra solução possível.
Enquanto Ever pensa nesse seu problema sentimental, tem que resolver outro em casa, quando lhe dizem que lhe fazia bem começar a trabalhar nas férias para aumentar o seu sentido de responsabilidade. Mas ela não quer o trabalho que lhe oferecem em casa e acaba por arranjar um na livraria de livros sobre o sobrenatural que existe perto da sua casa. Um grande feito, não fosse ela estar à procura de uma cura para a impossibilidade de ser tocada por Damen, porque se a solução estivesse em algum lado, estaria naqueles livros antigos e perigosos. Mas não são apenas os livros que são perigosos, mas também o neto do dono da loja, Jude, um surfista lindíssimo, divertido e que a faz esquecer de todos os seus problemas! Mas aparentemente Jude também já esteve incluído nas suas vidas antigas e Ever começa a sentir-se demasiado baralhada com os seus próprios sentimentos.
A escrita da autora mantém-se a mesma que sempre, simples, sem grandes floreados e dirigida para um público adolescente. No início costou-me muito ler o livro, mas sem dúvida nenhuma que para aí a metade este melhorou muito. Apareceram as gémeas, apareceu Jude... E isso vez com que Ever não fosse tão chatinha e uma personagem tão morta. Mas mesmo assim não consigo sentir empatia por ela. Já no segundo livro aconteceu a mesma coisa, toda a gente diz "não faças isso! só vais piorar as coisas!" e depois temos o mau da fita (apenas UM mau da fita) e dizer "faz isso! é o melhor!" e qual a opinião que ela segue? A de Roman (o mau da fita). Começa a achar que a rapariga é um bocado para o "lentinha". E não me venham com o "ela só faz isso para ajudar as pessoas de quem gosta", porque se fosse assim nem metade das asneiras que ela já fez tinham acontecido.
Mas uma coisa é certa, apesar de tudo há algo que me faz continuar a querer ler os livros da saga. Não sei se é estes finais da autora que fazem sempre despertar um pouquinho de curiosidade, mas pronto. Agora quando arranjar o próximo livro vou lê-lo :p
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Terra Sombria
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Prazeres Inconfessos
Autora: Laurell K. Hamilton
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 368
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895577880
Coleção: 1001 Mundos
Sinopse:
Opinião:
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 368
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895577880
Coleção: 1001 Mundos
Sinopse:
Monica Vespucci usava um crachá que dizia "Os Vampiros também são Pessoas". Não era um início de noite prometedor. Tinha cabelo curto, habilmente cortado, e uma maquilhagem perfeita. O crachá devia ter-me alertado para o tipo de despedida de solteira que planeara. Há dias em que sou demasiado lenta a perceber as coisas. "Eu usava jeans negros, botas até ao joelho e uma blusa carmesim, de mangas compridas, para esconder a bainha da faca que trazia no pulso direito, e as cicatrizes no meu braço esquerdo. Deixara a minha arma na mala do carro, pois não achava que a despedida de solteira se pudesse descontrolar por aí além…"
Opinião:
Já tinha ouvido falar desta autora devido a outro livro seu lançado por outra editora em Portugal. E li opiniões positivas quando a esse livro e foi por isso que quando me surgiu a oportunidade de ler algo da autora não resisti!
Anita trabalha essencialmente de noite, combatendo contra vários seres sobrenaturais e acordando mortos das suas campas. Num mundo onde o estranho é aceite, o trabalho de Anita é díficil, perigoso, extenuante mas muito emocionante, sendo deverás produtor do seu ponto de vista.
Num dia como qualquer outro ligam-lhe a convidá-la para a despedida de solteira de uma amiga o que embora não tivesse muita vontade, aceita. Mas percebe que cometeu um erro enorme quando vê para onde a leva essa despedida de solteira. Ao conhecido bar Prazeres Inconfessos, onde seres sobrenaturais trabalham a servir a mesas, a actuar e a encantar os humanos. E o que parecia ser uma simples noite com muita risada e bebedeira, acaba por ser o início de uma aventura onde a vida e a morte contrabalançam perigosamente perto uma da outra.
Sinceramente, este livro foi uma surpresa e se por um lado ao começar a ler as minhas expectativas elevaram-se, por outro lado devido a esse aumento de expectativa senti-me deveras decepcionada ao constantar que o ritmo da história ia diminuindo à medida que lia o livro. Melhor dizendo, não era propriamente o ritmo, pois o que não falta no livro são lutas e afins, mas o aprofundar das personagens não está lá sendo a única personagem minimamente aprofundada Anita e das poucas personagens que nos prende essecialmente devido ao seu grande humor sarcástico...
A escrita da autora não é má, é simples e fluída o que até é bom para este género de livro... mas faltava mais alma no livro.
E outra coisinha... terei sido eu a única a não perceber a que é que a frase da capa ("O que fazer quando o monstro que jurámos matar se converte no homem sem o qual não podemos viver?") se refere? Sim, no livro Anita interage com vários homens... mas nenhum ficou significativamente ligado a ela. Será que esta frase não seria para outro livro da saga? É que neste não deve ser quase de certeza, pois eu pelo menos fiquei indecisa relativamente a dois homens e mesmo assim nenhum deles encaixa na frase!
Resumindo, sim, gostei, mas com o início do livro esperava muito mais... Agora só resta experimentar o próximo livro da saga e logo verei se gostarei mais.
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sábado, 18 de junho de 2011
Uma Grandiosa e Terrível Beleza
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 352
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895578702
Sinopse:
Páginas: 352
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895578702
Sinopse:
Gemma Doyle não é igual às outras raparigas de postura irrepreensível, que só falam quando interpeladas, que conservam a postura, que permanecem deitadas e que pensam na Inglaterra quando lhes é pedido. Não, Gemma é uma ilha. Aos dezasseis anos é enviada para a Academia Spence, em Londres, após uma tragédia que assombrou a sua família na Índia. Sozinha, carregando o peso da culpa e propensa a visões do futuro que têm o mau hábito de se concretizar, Gemma é alvo de uma recepção gelada. Mas Gemma não está só… ela foi seguida por um jovem misterioso, que quer que a sua mente se feche às visões. Em Spencer os poderes de Gemma ganham força. Ela vê-se enredada com as raparigas mais influentes da escola e descobre a ligação da sua mãe a um grupo obscuro conhecido por a Ordem. E será aí que o seu destino a espera… se Gemma acreditar nele. "Uma Grandiosa e Terrível Beleza" é o tipo de livro que não conseguimos largar… É uma vasta tapeçaria de saias rodadas, de sombras dançantes e de coisas que se escondem na escuridão. É um retrato vivo da época vitoriana, altura em que as raparigas eram educadas para serem esposas de homens ricos… E é a história de uma rapariga que viu um caminho diferente.
Opinião:
Gemma quer ir para Londres para apanhar o início da temporada e começar a mostrar-se aos jovens ricos e importantes, em vez de estar num país que para ela nada de importante tem, a Índia. Tendo brigas todos os dias com a sua mãe com o propósito de a convencer a deixar ir, arrepende-se de tudo isso quando numa visão repentina vê a mãe a matar-se a si própria, para não ser levada por algo que andava atrás dela. E ainda se arrepende mais ao descobrir que a visão era real e que a sua mãe está realmente morta.
Acaba assim por se mudar para Londres... para a academia Spence, uma academia para jovens senhoras que mais tarde irão ser o centro das atenções... Nunca revelando como ocorreu na realidade a morte da sua mãe devido a ordens explícitas do pai, que embora não soubesse que ela vira a morte da mãe, sabia que esta tinha sido assassinada, Gemma tenta viver a sua vida o mais normalmente possível, descobre que as visões não a largam e que está a ser vigiada de perto por Kartik, uma rapaz misterioso que ela conheceu pela primeira vez na Índia e cujo pai foi morto na mesma altura e lugar da sua mãe e que apenas quer uma coisa... que ela feche a sua mente às visões...
Mas o que parecia um problema de "simples" visões, torna-se algo mais quando Gemma descobre que este seu poder pode conduzir a algo muito mais diferente, maravilhoso e... perigoso! Embora tenha o apoio das suas amigas, este poder acaba por alterá-las e faz Gemma comenter erros que simplesmente não poderá alterar.
Que surpresa tão agradável! A Gailivro voltou a apostar numa coleção maravilhosa, de tirar o fôlego e que nos prende do início ao fim! Com uma mistura de óptima escrita, uma história diferente e interessante e personagens muito curiosos, Libba Bray criou um novo mundo pelo qual eu me apaixonei! Numa época em que as jovens senhoras existiam apenas para servir os propósitos da família e o seu marido, Gemma tem opiniões que se podem considerar revolucionárias e uma vontade de lutar pelo que quer que se vai desenvolvendo ao longo do livro. Todas as personagens captaram alguma atenção da minha parte e adorei ver como a autora juntou a fantasia com o retrato daquela época em que jovens tinham que casar com pessoas com idade para ser seus avós só porque a família o queria. A escrita da autora é fácil de seguir e muito fluída. Achei a personagem de Kartik deveras curiosa e a partes finais dele ainda mais me curiosidade me deram e espero que este seja um personagem aprofundado nos próximos livros!
Um livro que embora deixe pontas soltas (afinal é uma trilogia), consegue criar um final sólido para uma das partes da história, a história principal deste livro. Sem dúvida uma muito boa aposta literária e agora fico a aguardar pelo próximo!!
Opinião:
Gemma quer ir para Londres para apanhar o início da temporada e começar a mostrar-se aos jovens ricos e importantes, em vez de estar num país que para ela nada de importante tem, a Índia. Tendo brigas todos os dias com a sua mãe com o propósito de a convencer a deixar ir, arrepende-se de tudo isso quando numa visão repentina vê a mãe a matar-se a si própria, para não ser levada por algo que andava atrás dela. E ainda se arrepende mais ao descobrir que a visão era real e que a sua mãe está realmente morta.
Acaba assim por se mudar para Londres... para a academia Spence, uma academia para jovens senhoras que mais tarde irão ser o centro das atenções... Nunca revelando como ocorreu na realidade a morte da sua mãe devido a ordens explícitas do pai, que embora não soubesse que ela vira a morte da mãe, sabia que esta tinha sido assassinada, Gemma tenta viver a sua vida o mais normalmente possível, descobre que as visões não a largam e que está a ser vigiada de perto por Kartik, uma rapaz misterioso que ela conheceu pela primeira vez na Índia e cujo pai foi morto na mesma altura e lugar da sua mãe e que apenas quer uma coisa... que ela feche a sua mente às visões...
Mas o que parecia um problema de "simples" visões, torna-se algo mais quando Gemma descobre que este seu poder pode conduzir a algo muito mais diferente, maravilhoso e... perigoso! Embora tenha o apoio das suas amigas, este poder acaba por alterá-las e faz Gemma comenter erros que simplesmente não poderá alterar.
Que surpresa tão agradável! A Gailivro voltou a apostar numa coleção maravilhosa, de tirar o fôlego e que nos prende do início ao fim! Com uma mistura de óptima escrita, uma história diferente e interessante e personagens muito curiosos, Libba Bray criou um novo mundo pelo qual eu me apaixonei! Numa época em que as jovens senhoras existiam apenas para servir os propósitos da família e o seu marido, Gemma tem opiniões que se podem considerar revolucionárias e uma vontade de lutar pelo que quer que se vai desenvolvendo ao longo do livro. Todas as personagens captaram alguma atenção da minha parte e adorei ver como a autora juntou a fantasia com o retrato daquela época em que jovens tinham que casar com pessoas com idade para ser seus avós só porque a família o queria. A escrita da autora é fácil de seguir e muito fluída. Achei a personagem de Kartik deveras curiosa e a partes finais dele ainda mais me curiosidade me deram e espero que este seja um personagem aprofundado nos próximos livros!
Um livro que embora deixe pontas soltas (afinal é uma trilogia), consegue criar um final sólido para uma das partes da história, a história principal deste livro. Sem dúvida uma muito boa aposta literária e agora fico a aguardar pelo próximo!!
Hex Hall tem uma nova capa!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Liberta o Bárbaro que há em ti
Hex Hall já tem sucessor
domingo, 22 de maio de 2011
Eternidade
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 286
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895577101
Coleção: 1001 Mundos
Sinopse:
Páginas: 286
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895577101
Coleção: 1001 Mundos
Sinopse:
Entrem num mundo encantador onde o verdadeiro amor nunca morre... Depois de um terrível acidente que lhe matou a família, Ever Bloom, de dezasseis anos, consegue ver as auras das pessoas que a rodeiam, ouvir os seus pensamentos e conhecer a história da vida de qualquer pessoa através de um simples toque. Desviando-se, sempre que possível, no sentido de evitar qualquer contacto humano e de esconder esses dons, Ever é vista como uma anormal na escola secundária à qual regressa. Mas tudo muda, quando conhece Damen Auguste. Damen é encantador, exótico e rico. E é a única pessoa que consegue silenciar o ruído e as manifestações de energia que invadem a cabeça de Ever. Ele transporta uma magia tão intensa que parece conseguir ler a alma de Ever. À medida que Ever é arrastada para o sedutor mundo de Damen, onde abundam os segredos e os mistérios, começam a surgir-lhe mais perguntas do que respostas. Além de que não faz ideia de quem realmente é... ou daquilo que é. Apenas sabe que se está a apaixonar desesperadamente.
Opinião:
Sim, eu gosto da saga Crespúsculo. Os leitores deste blogue já se devem ter apercebido isso. Uma leitura calma, mas que satisfaz e que até tem uma história interessante. Este livro é um pouco como o Crespúsculo. Rapariga com capacidade de ler mentes, encontra alguém a quem não consegue ler a mente e puff!!
Mas se pensam que é uma imitação do livro de Stephenie Meyer, desenganem-se. O início da premissa é muitíssimo parecido com a premissa de Stephenie Meyer, mesmo tipo de personagens, mesmo tipo de problemas... mas com o avanço da história esta começa a divergir da história que conhecemos, ganhando uma nova vida.
Ever é uma orfã que perdeu os pais num acidente de aviação e que esteve durante alguns minutos morta, tendo ao acordar o poder de ler pensamentos. Algo que para muitos poderia ser um dom... mas que para ela é uma maldição! Mas o que poderia ser uma situação complicada, torna-se algo demasiado complicado quando a irmã morta aparece como fantasma à sua frente! E para além de estar mais directa, mantém-se a par de tudo o que se passa na antiga terra onde Ever vivia, fazendo-a sentir saudades dos seus antigos amigos e chegando mesmo a chateá-la.
E ainda piora mais ao conhecer Damen. O rapaz sedutor cujos pensamentos ela não consegue ler e que tem uma adoração qualquer por flores!
Sim, gostei. Não é uma obra prima, mas é algo que se lê com vontade e que nos prende à narrativa, tendo uma história interessante, viciante e uma história de amor "fofinha". As personagens até são interessantes à medida que são desenvolvidas e a revelação final do que é realmente Damen dá uma nova reviravolta à história.
E como já tenho o próximo livro em casa é um must read!!
Opinião:
Sim, eu gosto da saga Crespúsculo. Os leitores deste blogue já se devem ter apercebido isso. Uma leitura calma, mas que satisfaz e que até tem uma história interessante. Este livro é um pouco como o Crespúsculo. Rapariga com capacidade de ler mentes, encontra alguém a quem não consegue ler a mente e puff!!
Mas se pensam que é uma imitação do livro de Stephenie Meyer, desenganem-se. O início da premissa é muitíssimo parecido com a premissa de Stephenie Meyer, mesmo tipo de personagens, mesmo tipo de problemas... mas com o avanço da história esta começa a divergir da história que conhecemos, ganhando uma nova vida.
Ever é uma orfã que perdeu os pais num acidente de aviação e que esteve durante alguns minutos morta, tendo ao acordar o poder de ler pensamentos. Algo que para muitos poderia ser um dom... mas que para ela é uma maldição! Mas o que poderia ser uma situação complicada, torna-se algo demasiado complicado quando a irmã morta aparece como fantasma à sua frente! E para além de estar mais directa, mantém-se a par de tudo o que se passa na antiga terra onde Ever vivia, fazendo-a sentir saudades dos seus antigos amigos e chegando mesmo a chateá-la.
E ainda piora mais ao conhecer Damen. O rapaz sedutor cujos pensamentos ela não consegue ler e que tem uma adoração qualquer por flores!
Sim, gostei. Não é uma obra prima, mas é algo que se lê com vontade e que nos prende à narrativa, tendo uma história interessante, viciante e uma história de amor "fofinha". As personagens até são interessantes à medida que são desenvolvidas e a revelação final do que é realmente Damen dá uma nova reviravolta à história.
E como já tenho o próximo livro em casa é um must read!!
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
A Breve Segunda Vida de Bree Tanner - Uma Novela de "Eclipse"
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 160
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895577545
Coleção: 1001 Mundos
Sinopse:
Páginas: 160
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895577545
Coleção: 1001 Mundos
Sinopse:
Ao contrário dos outros romances da série, narrados segundo a perspectiva de Bella, a "eterna" namorada do jovem vampiro Edward Cullen, A Breve Segunda Vida de Bree Tanner dá-nos uma outra visão da história, agora através da vampira recém-nascida Bree Tanner, que em Eclipse morre dez páginas após aparecer.
Opinião:
Opinião:
A Saga Luz e Escuridão de Stephenie Meyer foi uma surpresa em todo o mundo. Criou uma imensidão de fás, o número de vendas superou todas as expectativas e até pessoas que não liam fantasia, ou que simplesmente não liam, começaram a fazê-lo com este livro. Uma saga que desperta paixões e também ódios e que na minha opinião foi o verdadeiro impulsionador dos vários livros de fantasia que hoje em dia vemos no mercado português, pois sem esta aposta o nosso mercado nunca se teria expandido tanto e inúmeras editoras não teriam apostado no fantástico.
Eu sou uma fã, mas não daquelas fanáticas. Devo dizer que comecei a ler os livros antes de estes se tornarem uma revelação, o meu livro Crespúsculo é uma 1ª edição (mais uns anitos a vale muito dinheiro ihihih) e na altura que o li nem passava pela cabeça de quem quer que fosse que estes livros fossem adaptados para cinema.
Este livro é escrito na primeira pessoa por Bree, uma jovem que é transformada num vampiro, uma recém nascida, que é apanhada no meio de vinganças que nada tinham haver com ela. O seu medo, desconfiança e cuidados protegeram-na e para recém nascido sobreviveu mais do que seria de esperar. Mas quando descobriu os planos do seu criador era tarde de mais e já estava a lutar pela vida. Mas fez algo que ninguém esperava e rendeu-se. O seu grande azar, que se descobre neste livro, foi ter descoberto algo sobre a grande família Volturi e isso a juntar ao facto de ser uma recém nascida não "aprovada" por eles, valeu-lhe a morte.
Por acaso até gostei deste pequeno livrinho. Foi bom ver outra visão da batalha que aconteceu em Eclipse, ver a luta que muitos dos que estavam no lado dos maus da fita travavam consido mesmos, como eles não sabiam no que estavam metidos, as mentiras que lhes contavam para os terem do seu lado. Bree surpreendeu-me. Embora fosse uma pessoa um tanto ou quanto medricas (e com razão, quem não o seria na situação dela?), esforçou-se para sobreviver, aventurou-se, descobriu coisas que o seu chefe, encarregue dela, não fazia ideia que ela tinha descoberto.
Gostei e foi um bom livrinho que não alongou a história (sim, não sou daquelas que acha que deveria haver mais livro, estão óptimos como estão) mas que nos fez recordá-la.
Recomendo aos amantes da saga para matarem saudades!
Eu sou uma fã, mas não daquelas fanáticas. Devo dizer que comecei a ler os livros antes de estes se tornarem uma revelação, o meu livro Crespúsculo é uma 1ª edição (mais uns anitos a vale muito dinheiro ihihih) e na altura que o li nem passava pela cabeça de quem quer que fosse que estes livros fossem adaptados para cinema.
Este livro é escrito na primeira pessoa por Bree, uma jovem que é transformada num vampiro, uma recém nascida, que é apanhada no meio de vinganças que nada tinham haver com ela. O seu medo, desconfiança e cuidados protegeram-na e para recém nascido sobreviveu mais do que seria de esperar. Mas quando descobriu os planos do seu criador era tarde de mais e já estava a lutar pela vida. Mas fez algo que ninguém esperava e rendeu-se. O seu grande azar, que se descobre neste livro, foi ter descoberto algo sobre a grande família Volturi e isso a juntar ao facto de ser uma recém nascida não "aprovada" por eles, valeu-lhe a morte.
Por acaso até gostei deste pequeno livrinho. Foi bom ver outra visão da batalha que aconteceu em Eclipse, ver a luta que muitos dos que estavam no lado dos maus da fita travavam consido mesmos, como eles não sabiam no que estavam metidos, as mentiras que lhes contavam para os terem do seu lado. Bree surpreendeu-me. Embora fosse uma pessoa um tanto ou quanto medricas (e com razão, quem não o seria na situação dela?), esforçou-se para sobreviver, aventurou-se, descobriu coisas que o seu chefe, encarregue dela, não fazia ideia que ela tinha descoberto.
Gostei e foi um bom livrinho que não alongou a história (sim, não sou daquelas que acha que deveria haver mais livro, estão óptimos como estão) mas que nos fez recordá-la.
Recomendo aos amantes da saga para matarem saudades!
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sexta-feira, 13 de maio de 2011
Lançamento Colecção "Mitos Urbanos" na Feira do Livro de Lisboa 2011
sábado, 30 de abril de 2011
"Trevas Maravilhosas" de Margaret Stohl e Kami Garcia
Data de Lançamento: 9 de Maio
Sinopse:
Ethan Wate costumava pensar em Gatlin, a vila sulista a que sempre chamara casa, como um sítio onde nunca nada mudava. Foi então que conheceu Lena Duchannes, uma misteriosa recém-chegada que lhe revelou um mundo secreto, que sempre estivera oculto à vista de todos. Uma Gatlin que albergava segredos ancestrais por detrás dos seus carvalhos cobertos de musgo e dos passeios gretados. Uma Gatlin onde, há gerações, uma maldição tinha marcado a família de Lena, repleta de poderosos poderes sobrenaturais. Uma Gatlin onde acontecem situações impossíveis, mágicas e capazes de mudar o rumo de uma vida. E, por vezes, capazes de lhe pôr termo.
Juntos conseguem fazer face a tudo o que Gatlin lhes apresenta mas, depois de sofrer uma perda trágica, Lena começa a retrair-se, guardando segredos que põem a relação dos dois à prova. E, agora que os olhos de Ethan foram abertos para o lado mais obscuro de Gatlin, não há volta a dar. Assombrado por estranhas visões que só ele tem, Ethan é ainda mais atraído para a história rocambolesca da sua vila e vê-se preso na perigosa rede de passagens subterrâneas que atravessam o Sul de um modo interminável, e onde nada é o que parece.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Nova colecção na Gailivro
"Estas são as duas primeiras capas da nova colecção da Gailivro, Mitos Urbanos. A autoria das ilustrações é de João Maio pinto que entre outros, ilustrou O Pássaro Pintado (Livros da Areia).
Os dois primeiros livros chamam-se Senhora Vingança e Espíritos de Gelo.
Os dois primeiros livros chamam-se Senhora Vingança e Espíritos de Gelo.
"Existem histórias que são segredados em cantos escuros de casas de mau nome, histórias que ninguém sabe muito bem dizer se pertencem ao reino da fantasia ou da realidade, que vão navegando de boca em boca, até ninguém saber indicar a sua proveniência.
Estes são os Mitos Urbanos." "
Estes são os Mitos Urbanos." "
in Bela Lugosi is Dead
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