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sábado, 26 de maio de 2012

Resultado de "Alma Rebelde"


E chegou ao fim mais um passatempo!

Quero agradecer imenso à Porto Editora pelo apoio e a todos que publicitaram este passatempo nos seus blogs e fóruns. Tenho a dizer que fiquei super feliz ao ver que tive quase 400 participações neste passatempo! Tal nunca tinha acontecido! :D


As respostas são:
1) Século XIX.
2) Joana prepara-se para um futuro de obediências e nenhuma esperança.
3) Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras de Lisboa.


E o vencedor, escolhido através do site random.org, é:
248- Filipa Morais


Parabéns ao vencedor! Irá receber dentro de pouco tempo um email. Espero que goste deste livrinho ;)

terça-feira, 24 de abril de 2012

[Autor do Mês] Entrevista a Carla M. Soares


Como surgiu a escrita na tua vida?

Tenho umas fotos de uma bebé de uns dois anos, de boca escancarada, a “ler” os nomes da bicharada num livro. Parece que sou eu, o que significa que tudo começou na leitura. Vamos à escrita: era boa nas composiçoes, mas não se deu o caso de escrever desde sempre, a não ser umas histórias péssimas, perdidas na Era do Armário, e meia dúzia de poemas. Há uns anos decidi tentar ver até que ponto conseguia levar uma história. Entusiasmei-me e escrevi 300 páginas de uma narrativa de fantasia, a que chamei Senhora do Rio, durante uma baixa por causa de... varicela. Tinha 33 anos. Depois disso não parei, o que quer dizer que tenho vários livros escritos, quase todos dentro do fantástico.


O que é que te levou a escrever este livro?

Cartas. Cartas bonitas, bem escritas, à mão, em papel timbrado, lacradas... Ou melhor, a ideia de que já não se usam para comunicar, mas um dia foram importantes. Escrevi primeiro uma carta de uma jovem do século XIX a outra, sua prima, e a história cresceu a partir daí, seguiu vários caminhos, até assentar na sua forma final. Na verdade, é o primeiro texto do género que escrevo... romântico e de época. Não sou historiadora, mas tentei manter as informações corretas e o espírito do século, o discurso, os sentimentos. Veremos se o consegui.


Quais foram as suas referências e inspirações enquanto os escrevias?

Como disse, não sou historiadora, mas precisava de manter uma certa noção do espírito do século XIX. Portanto, fiz algumas pesquisas, e livros e na net, para conferir informações, datas, lugares, etc. Influências... tenho muita dificuldade em apontar nomes, há muitos autores muito bons que são sempre faróis para nós. Digamos que tive como referências (sim, recorro à resposta politicamente correta) as leituras que fiz há muito tempo de textos escritos na época, que são agora clássicos, portugueses e estrangeiros. E pensei nas cartas.


O que sentiste ao receber a resposta afirmativa de uma das maiores editoras portuguesas?

Uma editora importante, em época de crise, apostar numa escritora estreante? Incredulidade, em primeiro lugar. Embora já andassemos em ‘conversações’, porque quiseram conhecer-me primeiro, tive que ler duas vezes o email. Depois alegria, claro, dúvida, receio. E orgulho, por ter tentado e por ter esperado.


Alguma vez tiveste medo que não funcionasse? 

Só todos os dias! Ainda tenho, não acabou... mal está a começar.


Qual é que achas que é o público-alvo dos teus livros?

Deste livro, o público-alvo é provavelmente feminino, com um gostinho por romances de época.


Podemos ficar à espera de outro livro teu?

Espero que sim. Tenho projectos, mas ainda dependem de muitos factores.


Que importância atribuis à blogosfera literária?

Sou relativamente nova na blogosfera, mas parece-me interessante e importante, tanto na divulgação como na partilha de opiniões e de criticas. Pessoalmente, espero que ajude o meu livro a encontrar um lugar. Espero também que as opiniões que receba, agradáveis ou desagradáveis, possam ajudar-me a ‘crescer’ como escritora.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

[Autor do Mês] Convite "Alma Rebelde", de Carla M. Soares


domingo, 22 de abril de 2012

Passatempo "Alma Rebelde"



Com o precioso apoio da Porto Editora vimos oferecer um exemplar do livro "Alma Rebelde", da autora portuguesa do Mês Carla M. Soares.


Se querem ter a oportunidade de ganhar este exemplar é só responder às pequenas (e fáceis) questões que se seguem. Todas as respostas podem ser encontradas no site da editora e aqui no blogue. Boa sorte e boas leituras!!


Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 28 de Abril (sábado).
2) Só é válida uma participação por pessoa e residência.
3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será contactado por email e o resultado será anunciado no blogue.
5) O envio do prémio será realizado pela editora, via CTT.
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.


quarta-feira, 4 de abril de 2012



Carla M. Soares nasceu em 1971. Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras de Lisboa, e tornou-se professora. Tem um Mestrado em Estudos Americanos, em Literatura Gótica e Film Studies. É doutoranda no Instituto de História da Arte, na Faculdade onde se formou. É, antes de mais, filha, mãe, mulher, amiga. Leitora e escritora compulsiva. Sempre.

Blogue da Autora: http://monsterblues-cms.blogspot.pt/

Resultado de "Donzela Sagrada"


E chegou ao fim mais um passatempo!


Quero agradecer imenso à autora Diana Tavares pelo apoio e a todos que publicitaram este passatempo nos seus blogs e fóruns.

As respostas são:
1) Guerreira, anjo ou demónio.
2) Acidentes, actos de violência, suicidios... e por fim, o misterioso regresso de Nika. 
3) Almada.

E o vencedor, escolhido através do site random.org, é:
8- Ana Rita Louro

Parabéns ao vencedor! Irá receber dentro de pouco tempo um email. Espero que goste deste livrinho ;)

segunda-feira, 19 de março de 2012

[Autor do Mês] Entrevista a Diana Tavares

Como surgiu a escrita na sua vida?

Sempre escrevi, desde que aprendi a fazê-lo na escola. Lembro-me de aos 7 anos dizer às pessoas que queria ser escritora, e escrevia pequenos continhos para mostrar aos meus pais. Com o passar dos anos, os contos foram crescendo e ficando com melhor qualidade, até que finalmente comecei a desenvolver verdadeiros manuscritos e trabalhos para concurso. Depois, comecei a escrever DONZELA SAGRADA.


O que é que te levou a escrever os teus dois livros já publicados?

Escrevi DONZELA SAGRADA depois de juntar várias ideias que inundavam a minha imaginação na altura, principalmente mitologias. Gostava muito de pesquisar mitos na internet – grega, celta, chinesa, etc. – E foi numa dessas pesquisas que dei de caras com o mito das Horae, a ideia principal para a minha história. A partir daí, tudo fluiu naturalmente, e percebi que tinha um verdadeiro sonho, talento e força de vontade para o concretizar, e fui em frente.


Quais foram as tuas referências e inspirações enquanto escrevias?

DONZELA SAGRADA teve como principais referências as mitologias do mundo. Temos deuses gregos, criaturas celtas, guardiões da china antiga, elementos do japão, dos nórdicos… e personagens que surgiram da minha própria imaginação. Quanto ao conteúdo da história, tudo para mim serve como inspiração – acontecimentos da minha própria vida, eventos que observo, pessoas com quem me relaciono, mas acima de tudo o que mais me ajuda no processo criativo é a música. Raramente escrevo sem estar a ouvir músicas que se enquadrem no que estou a escrever, e quando me falta uma ideia oiço música e ela surge na minha mente com a sua ajuda. 


Alguma vez tiveste medo de que não funcionasse?

Ainda estou no início da minha carreira, portanto dizer que o medo desapareceu seria arrogante da minha parte. Mas até agora tudo tem superado as minhas espectativas pela positiva. A reação aos meus livros foi melhor à que esperava, e as oportunidades têm surgido desde então, portanto estou num bom caminho.


Qual é que achas que é o público-alvo dos teus livros?

Eu não gosto de dizer que o meu livro é para um determinado público, porque não quero criar a ideia errada de que uma pessoa que não se enquadre no quadro não vá gostar de o ler. Uma das boas surpresas com DONZELA SAGRADA é que, embora fosse um grupo específico de pessoas em termos de personalidade, os leitores eram de ambos os sexos, de idades variadas. Dos treze aos sessenta, se não estou em erro. Portanto, se tenho de definir um público-alvo, será provavelmente pessoas positivas, que gostem de uma leitura agradável, com espírito aberto e com gosto pela aventura.


Podemos ficar à espera de outro livro teu?

Sim. Não posso é ainda dizer quando. Tenho alguns projetos mas ainda estão numa fase inicial portanto não lhes posso atribuir uma data de lançamento.


Que importância atribuis à blogoesfera literária?

A blogosfera literária portuguesa é um dos fatores mais importantes da literatura nacional neste momento. Sem os blogues e os seus autores, os escritores portugueses não teriam para onde ir. Não conseguiriam divulgar o seu trabalho nem dar-se a conhecer ao público. Dou graças pela existência desta forma de interação entre os leitores e os escritores, e faço uma vénia aos bloggers que o permitem. Espero que continue assim e que as editoras continuem a atribuir o devido valor ao vosso trabalho.

quinta-feira, 15 de março de 2012

[Autor do Mês] Passatempo "Donzela Sagrada



Com o precioso apoio da autora Diana Tavares vimos oferecer um pack da duologia Donzela Sagrada 

Se querem ter a oportunidade de ganhar este maravilhoso pack só têm que responder às questões apresentadas de seguida 
Boa sorte a todos!!

Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 28 de Março (quarta-feira).
2) Só é válida uma participação por pessoa e residência.
3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será contactado por email e o resultado será anunciado no blogue.
5) O envio do prémio será realizado pela autora, via CTT.

6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.



domingo, 4 de março de 2012

Resultado de "Esmeralda Cor-de-Rosa"

E chegou ao fim mais um passatempo!

Quero agradecer imenso à Papiro Editora pelo apoio e a todos que publicitaram este passatempo nos seus blogs e fóruns.

Houveram frase/poemas/textos tão, mas tão bons que foi super difícil decidir-me apenas por dois! Demorei imenso tempo e tive que ler e reler tudo várias vezes. Mas fi-lo e escolhi:

"Gosto de livros.
Mesmo dos antigos -
dos papiros e dos pergaminhos.
Gosto do cheiro do papel,
da cor amarela que ganham com o tempo,
das palavras que me fazem sonhar,
dos devaneios que despertam e em que me perco.
São preciosos como esmeraldas,
guardam dentro de si o brilho
do conhecimento, da sabedoria,
da imaginação, do sonho." de Dália Maria Barata Antunes

"Longos anos eu vivi fantasiando com o dia em que finalmente descobriria o mapa do tesouro. Agora que encontrei este frágil papiro, sofro dos devaneios que criei, concretizo as cerimónias à sua volta que tantas vezes imaginei na minha cabeça; e o sonho parece-me assustadoramente real, tanto quanto a certeza quase absoluta de que conheço a localização daquilo com que sempre sonhei: o medalhão da serpente esmeralda. Do seu poder, diz-se que é imensurável... No entanto, estou disposto a conhecer-lhe os limites. Mal posso esperar pelo momento em o seu metal e mineral se fundirão com a minha pele, metamorfoseando-nos numa única entidade omnipotente." de Pedro Filipe Granjeiro Serra


Parabéns aos vencedores! Irão receber dentro de pouco tempo um email. Espero que gostem deste livrinho.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

[Autor do Mês] Entrevista a Carlos Reys


Como surgiu a escrita na sua vida?

Desde novo que estou habituado a registar ocorrências, género diário, e isso prolongou-se até aos dias de hoje. Paralelamente lia muito. Debruçava-me sobre assuntos técnicos devido à profissão e, por outro lado, interessando-me pelas artes plásticas, foi minha preocupação adquirir muitas obras e ler sobre a História da Arte. A escrita surgiu naturalmente. Para mim, ler e escrever são duas coisas que estão ligadas por natureza. Tanto uma como outra são motivos de prazer.



O que é que o levou a escrever este livro?

Durante anos, fui juntando escritos avulsos e textos relatando acontecimentos, pequenas histórias colhidas da realidade do dia-a-dia, comportamentos das pessoas, às vezes familiares, etc. Quando, há cerca de seis anos, surgiu a ideia de escrever o romance, percebi então que estava perante uma tarefa diferente. Habituado ao desenho do que já atingi, penso, um certo estilo, obrigava-me a um exercício melindroso. Escrever, e bem, não é nada fácil. Percebi que muitos escritores o fazem mas com muito cuidado. Fui ler sobre Género literário para perceber o que é Crónica, Conto, Novela e Romance, e estudei o método mais adequada de escrever expondo o conteúdo por forma a que o trabalho tivesse lógica e convencesse o leitor, o que era, no fundo, o meu desejo. Neste espaço de tempo interrompi a escrita durante dois anos para apostar na licenciatura em Design industrial, interrompida, mais por uma questão de auto-satisfação do que para adquirir um valor profissional (nesta idade!). Extasiado como estava com o desejar a concretização do projecto de escrita retomei-o, com mais entusiasmo, chegando à edição do livro.


Quais foram as suas referências e inspirações enquanto o escrevia?

Para responder a essa pergunta tenho que recuar no tempo. E bastante. Até à juventude! O realismo de Eça de Queiroz e a política ideológica de Jorge Amado, então, a que posso acrescentar, mais tarde, o clima aventureiro de Hemingway e a inquietação de Steinbeck e, chegando aos nossos dias, incluir José Saramago e Humberto Eco, são referências, não deixando de mencionar Gabriel García Márquez, incontornável, acrescentando agora os nossos jovens, “promessas”, que são, entre outros, João Tordo e José Luís Peixoto. Inspirações? Rudiard Kipling com o poema “Se”, porque «(…) quem comigo conta encontra sempre mais que a conta (…)». Um pouco de tudo isto me assaltou o espírito enquanto, nos momentos de solidão, lutava comigo próprio tentando conjugar as ideias que surgiam com as partes já escritas, e era necessário encontrar um fio condutor que estabelecesse a ligação com alguma coerência. Penso que me aproximei do derradeiro objectivo quando terminei “Esmeralda Cor-de-Rosa”.


Alguma vez teve medo que não funcionasse?

Foi um risco, naturalmente, expor-me através da escrita, mas estou habituado a fazê-lo, há longos anos, em exposições de artes plásticas. Medo, medo, eu não senti. Levei vários anos a amadurecer a ideia. Penso que foi uma aventura em que me meti e o meu personagem, Guilherme Esteves, participaria também, sem medo, numa aventura desta natureza.


Qual é que acha que é o público-alvo do seu livro?

No princípio não pensei nisso. Tenho percebido agora que o público feminino é o mais atento. Penso mesmo que é o que, na generalidade, lê mais em Portugal. No caso de “Esmeralda Cor-de-Rosa” não tenho dúvida nenhuma. As observações que me têm chegado são do leitor feminino. Textos de opinião publicados e comentários que me chegam, são de mulheres. “Sem querer”, o público-alvo, afinal, é o feminino.


Podemos ficar à espera de outro livro seu?

Não posso responder afirmativamente. Pretendo fazê-lo, porém, isso depende da reunião de alguns factores, alguns dos quais são, por exemplo, um conteúdo que me satisfaça – para isso terei de conjugar o que já existe escrito com o que terá de vir à imaginação – e um razoável investimento que, nos tempos de crise que atravessamos, merece ser levado em conta.


Que importância atribui à blogosfera literária?

Fiquei impressionado quando tomei contacto com o universo da blogosfera literária, o que só aconteceu depois do lançamento de “Esmeralda Cor-de-Rosa” em Outubro passado. Conhecia, de facto, o mundo da nossa Literatura, noticiado por programas da TV, pelo JL (Jornal de Letras, Artes e Ideias – e que sigo há trinta anos – que contribui, inequivocamente, para a divulgação da nossa Cultura tanto entre nós como além fronteiras) e outras revistas, mas algo eclécticas, que nos informam sobre as edições dos grandes escritores e fazem referência às grandes editoras. É, pois, com surpresa que vou tomando conhecimento da existência de centenas de blogues, na esmagadora maioria editados por jovens, mulheres, que actuam com dedicação, que lêem, lêem muito, comentam e se divertem ao mesmo tempo, e cresce em mim a noção da importante contribuição que isso representa para a divulgação da existência de pequenos escritores (por vezes “grandes”) que devem ser apoiados e encontram na blogosfera literária o veículo para a sua promoção.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

[Autor do Mês] Passatempo Autor do Mês

Com o precioso apoio da Papiro  Editora e do autor Carlos Reys vimos oferecer dois exemplares do livro "Esmeralda Cor-de-Rosa".

 
Se querem ter a oportunidade de ganharem este maravilhoso livro só têm que escrever uma frase, um poema... Algo imaginativo que contenha as palavras devaneios, papiro e esmeralda.
 
 
Boa sorte a todos!!

Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 28 de Fevereiro (terça-feira).
2) Só é válida uma participação por pessoa e residência.
3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será contactado por email e o resultado será anunciado no blogue.
5) O envio do prémio será realizado por mim, via CTT.

6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Carlos Reys - Autor do Mês de Fevereiro

Carlos Reys é natural da Figueira da Foz- 1937- onde iniciou os seus estudos e despertou o gosto pelo desenho. Na juventude teve como professor o mestre pintor beirão Óthão Luís.
Frequentou, mais tarde, o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra para complemento dos estudos necessários à sua vida profissional.
Licenciado em “Design” Industrial pelo ISDOM, trabalha na Indústria de Moldes para Plásticos estando há vários anos radicado na Marinha Grande, como “designer” dirigindo o seu próprio Gabinete de Projectos. Tem-se destacado na criação e desenvolvimento de produtos em grande parte adquiridos para a linha “Regaline” da Companhia Americana Del Rey Plastic Corp., em New York.
Desde cedo começou também a dedicar-se às Artes Plásticas e a partir dos anos 60 iniciou a sua participação em manifestações culturais na região, através da ilustração de poesia e fez parte das Exposições dos Artistas de Leiria, organizadas pela Galeria Diedro em 1972 e 1973.
Aprofundando, fundamentalmente, o Desenho como meio de expressão, de temperamento inovador na distorção da forma natural dos elementos, Carlos Reys procura novos estilos, novas formas — na busca do momento de viragem entre o figurativo e o abstracto — impondo um certo realismo que é apreciado pela sua originalidade.
Frequentou os Cursos de Formação Artística da Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa e procura identificar-se no estudo da Estética e da História da Arte.


Quem tem ideais na vida terá, certamente, um ou mais mentores que como faróis, lhe indicarão rumos certos de rota e escolhos a evitar. Raramente o mentor será um modelo de conduta tão abrangente que se ajuste a todas as facetas da vida. Assim podemos ter mentores no campo da vida familiar, da vocação profissional, da vida artística, da vida amorosa e até na vida religiosa. O autor, Carlos Reys, adaptou um mentor ficcional, Guilherme Esteves, que o terá inspirado para a vida e que ele escolheu como personagem condutor de uma saga de pessoas que preenchem o tempo que vai do após a Primeira Guerra Mundial até aos nossos dias e cujas existências vão colorir uma cidade portuguesa, banhada por um rio que é fonte de sustento e de evasão de um Portugal oprimido até à libertação do 25 de Abril de 1974. Não sendo um livro histórico o retrato das personagens que o habitam é pelas suas características uma referência da sociedade média de Portugal do século XX.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Resultado de "Percepção"

E chegou ao fim mais um passatempo!


Quero agradecer imenso à Editora Alfarroba pelo apoio e a todos que publicitaram este passatempo nos seus blogs e fóruns.

As respostas são:
1) Joana cedo descobriu que os estados emocionais dos outros toldavam o seu raciocínio e moldavam o seu comportamento.
2) Novembro de 2011.


E o vencedor, escolhido através do site random.org, é:
7- Angelina Rosa Nogueira Santos Violante

Parabéns ao vencedor! Irá receber dentro de pouco tempo um email. Espero que goste deste livrinho ;)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

[Autora do Mês] Passatempo "Percepção"


Não se esqueçam do passatempo que temos em curso do livrinho da nossa autora do mês Sara Farinha!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

[Autora do Mês] Entrevista a Sara Farinha (2ª parte)

 Alguma vez tiveste medo que não funcionasse?

Enquanto o escrevia consolava-me com a ideia de que ninguém o iria ler. Em cada etapa deste longo caminho tive medo que não funcionasse. Ontem tinha medo que não funcionasse. Neste momento tenho medo que não funcione. E daqui a dez anos estarei convencida que não funcionou. 

“Percepção” é o primeiro passo na minha aprendizagem como autora. É a minha primeira obra, é o depósito de todas as minhas esperanças e a minha primeira experiência pública como escritora de obras mais extensas.

Quanto àquilo que não funcionar? Só poderei comprometer-me a identificar o que não correu como eu gostaria e predispor-me a fazer melhor na próxima vez. Garanto que neste momento, já estou empenhada em fazer melhor. A preparar-me para não recear aquilo que se desconhece.


Qual é que achas que é o público-alvo do teu livro?

Jovens adultos, mulheres e homens que gostem de ler, que apreciem ficção, fantasia urbana, romance e sobrenatural. Pessoas que gostem de fantasia, mas que não se esqueçam do mundo real. Pessoas inquisitivas, imaginativas, independentes e perspicazes. Mas como li algures, uma boa história não discrimina ninguém.



Podemos ficar à espera de outro livro teu?

Sim. Não sei qual a conjuntura em que isso acontecerá mas, “Percepção” foi a primeira história, a par dela tenho um outro livro a precisar de revisão e uma outra história a ganhar forma. E quem sabe qual delas poderá vir a público? Talvez uma sequela de “Percepção”, ou uma outra história ainda no reino das ideias…



Que importância atribuis à blogosfera literária?

A blogosfera tem mudado o mundo. Aproxima pessoas, espalha ideias, divulga as artes e no campo da literatura, tem tido uma importância crescente. As plataformas de autor têm invadido a blogosfera, os blogues literários têm ajudado a passar a mensagem, a internet facilita a disseminação do conhecimento e tem ajudado todos aqueles que, como eu, procuram aceder àquilo que se produz noutros lados do mundo. Actualmente, noventa porcento da divulgação de um produto passa pela internet e para os autores cuja obra só faz sentido quando partilhada com o mundo, a blogosfera literária é um veículo poderoso no acto de espalhar a mensagem.

Eu ando por lá há quatro anos (http://sarinhafarinha.wordpress.com/), e considero-a uma ferramenta indispensável para a disseminação do conhecimento e para a promoção do entendimento global.

sábado, 24 de dezembro de 2011

[Autora do Mês] Entrevista a Sara Farinha (1ª parte)

          Como surgiu a escrita na tua vida?

Desde que aprendi as primeiras letras que a escrita tornou-se uma espécie de vida paralela. Algo que fazia por vontade própria, com satisfação e sem sentir qualquer tipo de obrigação. Quer em Português ou Inglês, que aprendi sensivelmente na mesma altura, os textos, poemas e letras de música que escrevia serviam para desabafar e organizar o meu mundo.

O primeiro projecto de que tenho memória foi escrever uma letra em Português para “Patience” dos Guns n’ Roses, tinha oito ou nove anos. Mais tarde descobri os diários. Começava por escrever algumas páginas e depois desistia, acabando por colocar em poesia aquilo que não saía em prosa. Tenho cerca de vinte cadernos de várias formas e feitios, só de coisas escritas durante as minhas duas primeiras décadas de vida.

Recordo-me de alguns episódios como, a minha primeira história de ficção, inspirada nas nuvens e escrita em guardanapos de papel. Não sei bem porquê mas, depois de terminá-la, deitei-a fora. Achei que o papel não iria sobreviver muito tempo…

Recordo-me de chamarem o meu pai à escola porque a professora achou que uma das minhas composições não era adequada à minha idade. Eu compreendo, os outros descreviam decorações de Natal, enquanto eu descrevia um homicídio… A sorte é que o paizinho sempre teve uma mente aberta, e atribuiu aquele episódio à imaginação excessiva duma criança de doze anos.

Durante muito tempo escrevi poesia e letras de músicas, e há vários anos que me debatia com a possibilidade de escrever um romance. Só aos 29 anos é que senti necessidade de colocar em papel o que viria a ser “Percepção”. Depois de ano e meio de uma vida profissional emocionalmente desgastante descobri que, escrever era uma vez mais, um alívio para as coisas menos boas da vida. 



O que é que te levou a escrever este livro?

Escrever um romance sempre foi uma ideia que me acompanhou desde cedo. Por preferir poesia à prosa, adiei-o até ao dia em que aquela ideia que me perseguia há uns anos começou a tomar forma. Nesse dia abri um documento de Word e só parei quase um ano depois. Durante o dia trabalhava em algo muito distinto, à noite e aos fins-de-semana trabalhava naquilo que amava.

“Percepção” foi uma necessidade pessoal, permitiu que eu organizasse a mente pensando em coisas totalmente distintas, possibilitou que eu descobrisse que prosa e construir histórias, têm o poder de me ensinar coisas novas todos os dias. “Percepção” foi o início de muitas outras histórias.



Quais foram as tuas referências e inspirações enquanto o escrevias?

Inspirei-me nas pessoas. Outros houve que, têm uma ideia, executam-na com poucos recursos e muitas provações e, inspiram milhões de pessoas. Acredito em fazer o que se ama e inspirar os outros a fazer aquilo que amam. 
Referências e inspirações servem para ultrapassar barreiras e medos e para nos motivar, e aqui encontrei refúgio nas palavras de J.K. Rolling, Dan Brown, Stephenie Meyer, Laurell K. Hamilton, Luis Sepúlveda, Bram Stoker, Fernando Pessoa, entre muitos outros. Só o conjunto de várias obras de ficção, artigos na blogosfera, músicas e outros autores me permitiram escrever, rever e enviar este livro para as editoras. 



Foi difícil ser-se original no meio de todas as obras de fantasia que hoje em dia vemos nas livrarias?

Não consigo comparar obras de fantasia quando o que leio, apesar de ser rotulado de igual modo, ser tão diferente como o dia e a noite. “Percepção” não se enquadra em nenhum dos temas da actualidade de vampiros, anjos, lobisomens, mundos e realidades paralelas. É fantasia, mas agarra em factos e em possibilidades que já vimos debatidos e recusados há várias décadas. É ficção num mundo real.

O conceito de originalidade é e sempre foi discutível. Por exemplo, existem sete notas musicais. Sete notas que nos permitem criar músicas. É finito e no entanto as suas combinações são quase infinitas, e os seus resultados tão distintos como música clássica ou metal.

Só é difícil ser-se original se dermos demasiada atenção às histórias contadas pelos outros e pouca atenção à história que queremos contar. Se procurarmos ser totalmente originais, acabamos enredados em histórias sem sentido. Se nos comparamos incessantemente aos outros (às suas histórias), acabamos por nunca terminar nada, pois nada será bom o suficiente. O importante é: Executar, aprender, errar (porque é inevitável) e aprender com os erros. A originalidade é algo que se constrói com esforço.


Continua

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

[Autora do Mês] Passatempo "Percepção"


Com o precioso apoio da Editora Alfarroba vimos oferecer um exemplar do livro "Percepção" de Sara Farinha.


Se querem ter a oportunidade de ganhar este exemplar é só responder às pequenas (e fáceis) questões que se seguem. Todas as respostas podem ser encontradas aqui no blog no site da editora. Boa sorte e boas leituras!!


Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 31 de Dezembro (sábado).
2) Só é válida uma participação por pessoa e residência.
3
) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será contactado por email e o resultado será anunciado no blogue.
5) O envio do prémio será realizado por mim, via CTT.
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Autora do Mês de Dezembro

Joana cedo descobriu que os estados emocionais dos outros toldavam o seu raciocínio e moldavam o seu comportamento. Em busca de uma vida anónima, Joana esconde-se em Londres, procurando ignorar a maldição que a impede de viver uma vida normal. É aí que a sua vida se cruza com a de Mark, um arqueólogo americano que viaja pelo mundo à procura de sensitivos como ele. Joana relutantemente aceita a amizade de Mark, acabando por encontrar nele o seu maior aliado sobre a vivência de um sensitivo.
As capacidades crescentes de Joana, atraem as atenções não só de Mark como do Convénio, uma organização ilegal que pretende reunir sobre o seu domínio todos os sensitivos. É apenas quando a sua melhor amiga é posta em perigo, que Joana descobre que a sua maldição pode ser um dom e que a vida ultrapassa todos os seus receios e expectativas.


"Sou Portuguesa, nascida e criada em Lisboa, com um gosto especial por grandes metrópoles. Sou uma Socióloga do Trabalho, se é que o curso nos possibilita “ser” alguma coisa, que adora escrever, ler, cantar e até toco algumas (poucas) coisas de guitarra. E tenho duas, as minhas duas meninas!
Neste momento ainda ando às voltas com o meu primeiro livro, e mais não digo… Para já. Entretanto comecei a revisão do segundo livro e espero a inspiração e o tempo livre que me permita terminar o terceiro. Sim, já são três, devidamente acomodados no disco rígido do meu pc.
Todos os momentos livres são para escrever alguns poemas, pequenos contos, letras de músicas e posts no meu redescoberto blog (este aqui). E nada me tem dado mais prazer do que perder umas horas valentes em todos estes projectos.
A única coisa que me falta aqui é mencionar que adorava viajar pelo mundo. Especialmente atravessar os EUA de carro, duma ponta à outra na route 66. E ir ao Tibete, e ao Japão, e às Caraíbas, e ao México e a Cuba… Ah! E não esquecer a Irlanda e a Nova Zelândia… Pois, o Mundo. E preferencialmente fazer dele a minha fonte de inspiração.
E no meio de tantas palavras, não sei o que disse sobre mim, mas sei que um belo devaneio pode alegrar o meu dia.

Sara Farinha"



Visitem o site da autora: http://sarinhafarinha.wordpress.com/

domingo, 25 de setembro de 2011

[Autora do Mês] Entrevista a Andreia Ferreira

Como surgiu a escrita na tua vida?
A escrita surgiu muito cedo. Tinha cerca de 11 anos quando comecei a juntar as palavras para criar o que eu “chamava” de poemas. Escrevia histórias de uma página até que me aventurei num conto de 10.
Criei ao longo da minha adolescência dois cadernos de poesia.
Há dois anos atrás senti a necessidade de construir algo mais sólido e foi aí que surgiu o primeiro esboço do “Soberba Escuridão”.


O que é que te levou a escrever este livro?
De todas as criaturas sobrenaturais, não há nenhuma mais terrorífica do que o demónio. Eu queria escrever algo que eu própria sentisse prazer em ler, e consegui!
Ao princípio, só tinha o primeiro capítulo, mas depois deitava-me a pensar na história e tudo se desenvolveu. 

 
Quais foram as tuas referências e inspirações enquanto o escrevias?
Em primeiro lugar, os meus próprios medos, em segundo, a série “Sobrenatural” que me trouxe referências e vocabulário.
Claro que tudo que leio também serve de inspiração, por vezes até conversas paralelas em cafés e na rua servem de inspiração. Basta ter os ouvidos aguçados que pelo menos uma página é escrita por dia.

 
Foi difícil ser-se original no meio de todas as obras de fantasia que hoje em dia vemos nas livrarias?
Muito, onde parece que somos originais, vemos um filme ou um livro e já vemos lá a nossa ideia!
Aprendi no curso que hoje em dia a literatura muito dificilmente é original, devido aos anos que nos precedem. Logo, acredito que tem de haver uma evolução em relação a uma história com o mesmo tema anteriormente escrita.
Cada autor coloca o seu ponto de vista num enredo e só aí é que podemos encontrar a dita originalidade. Porque numa coisa estamos todos de acordo, somos todos diferentes.

 
Alguma vez tiveste medo que não funcionasse?
Ainda tenho. O ser humano vive sempre com medo de não ser aceite pelos demais. Quem disser que não escreve para um público, mente, porque aí guardava o que escreve num diário trancado em casa.
Se no início receava que ninguém gostasse da minha história, hoje receio não estar ao nível do que é esperado em relação ao desfecho das personagens. Hoje, elas não só minhas mas sim de todos que as conhecem, a responsabilidade é maior.

 
Qual é que achas que é o público-alvo do teu livro?
Interessante esta pergunta porque tenho vindo a surpreender-me. Sempre esperei que o alvo fosse unicamente ou exclusivamente o público jovem adulto. Contudo, tenho sido parabenizada por pessoas de todas as idades e dos dois sexos. É bom saber que agrado a “miúdos e graúdos”, todavia, não esqueço do essencial para sobreviver às críticas más: “Não se pode agradar a gregos e a troianos”.

 
Já li que podemos ficar à espera de outro livro deu. O que nos podes dizer sobre ele? É alguma continuação do “Soberba Escuridão”?
O que estou a trabalhar neste momento é, de fato, na continuação do “Soberba Escuridão”, mas penso, mais para a frente, dedicar-me a dois projetos inacabados, também com elevado teor fantástico.
Quanto ao seguimento do “Soberba Escuridão” posso dizer que tenho-me esforçado para lhe dar um ambiente mais dark a nível psicológico. 

 
Que importância atribuis à blogosfera literária?
Muita! Uma parte muito importante da minha vida está ligada à blogosfera.
Para quem não sabe, eu administro um blog literário: http://d311nh4.blogspot.com/, que não passa um dia sem que eu o visite.
Para além de estar sempre a par das novidades para poder atualizar o meu blog, também sigo outros e é neles que recolho as minhas referências para próximas leituras.

sábado, 24 de setembro de 2011

Resultado de "Soberba Escuridão"

E chegou ao fim mais um passatempo!

Quero agradecer imenso à Editora Alfarroba pelo apoio e a todos que publicitaram este passatempo nos seus blogs e fóruns.
 
 
As respostas são:
1) O nome da personagem principal é Carla.
2) A autora é licenciada em Línguas e Literaturas.


E o vencedor, escolhido através do site random.org, é:
66- Maria João Pereira Simões

Parabéns à vencedora! Irá receber dentro de pouco tempo um email. Espero que goste deste livrinho ;)